Caso do doutor João de Freitas Guimarães: relato de viagem em disco voador ocorrida em São Sebastião, estado de São Paulo.
1976 · SP · Ministério da Aeronáutica
- Código de referência
- BR DFANBSB ARX.0.0.6
- Período
- 1976
- Local
- SP
- Órgão
- Ministério da Aeronáutica
- Documentos
- Relato
- Páginas
- 2
Resumo do caso
conteúdo editorial do siteO dossiê reúne o relato do advogado e professor catedrático João de Freitas Guimarães, que afirmou ter vivido um encontro com um disco voador e seus tripulantes em São Sebastião, no litoral de São Paulo. Segundo o documento, ele teria visto um aparelho emergir do mar, sido convidado por dois ocupantes de aparência humana a entrar na nave e levado em uma viagem na qual diz ter deixado a atmosfera terrestre, comunicando-se com a tripulação por suposta telepatia. O material, preservado no acervo desclassificado do Arquivo Nacional (fundo SIAN), registra a narrativa do depoente sem que isso ateste a veracidade dos fatos descritos.
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mena N 1156 > wo o “AR X.06 protioz. dh CASO DR. FREITAS GUIMARÃES | Deo 5 Em entrevista concedida ao Canal 13 da Televisão carioca): na noite de 27 de agosto de 1957, o prof. Joao de Freitas Guimaraes, advogn- do e professor catedrático da” Faculdade Católica de Direito, de Santos, Sp, relatou a estranha aventurafque teve com um disco voador e seus trinu 1antes. Entrevistado pela SBED confirmou suas declarações, que se resu- mem no seguinte: ' À No dia 16 de junho e; 1956, fora a Sao Sebastião a serviço, de gua profissao. Encontrando o Fotum ja fechado, hospedou-se num hotel, a- pos o jantar, poZ-se a passear pela praia. Seriam 19,10hs ou 19, 15h8. - “quando, olhando para o mar, viúfelevar-se um jato” d' Egua no. trecho £om- preendido entre a Ilha Bela e 8 ao: Sebastião. Pensou logo numa baleia, mas imediatamente emergiu das águas id m aparelho: bojudo, que tomou' a ditéçao - da“praia, onde,“ao “chegar, lançoúi um trem de aterrissagem munido d pste- ras e, por uma abertura, sairam; dois: homens, que se encaminharamad, encontro. Eram altos, claros, “cabelos louros, olhos claros e serenoB.: “Usa van uma espécie: dezmacacaosverde;. “que se estreitava ao nível do. pestoço, dos punhos e dos tornozelos. A principio se assustara quando pararam a sua frente mad): como pareciam tão humanos, perguntoú-lhes: se teria havido algum acidente” com a maquina ou se estavam procurando alguem. Nao obtendo resposta, repetiu a-pergunta em frances, ingles, italiano, mas sem resultado. Todavia embo ra eles nao falassem, o advogado: teve a impressao de que estavam convidam do-o a entrar no aparelho. Pareceu-lhe que os tripulantes estavam ge co- “municando por telepatia. Percebendo que o convite era insistente a - Freitas Guimaraes: sentiu uma vontade irresistível de ver o interiorido, o- bjeto. Um dos homgns ee encaminhou. para. a nave, . dando-lhe as costas. Ele segui-o sem relutancia e o outro, “cavalhêiro "marchou atrás. DENTRO DO DISCO VOADOR O indivíduo que iasastrente «alcançou a parte interior da: nave e nela subiu facilmente, segurando-se a escada com uma sc das mãos; ifen - quanto que ele, o advogado, precisou o auxílio de ambas as maos. Weentra da do dieco, aguardando-os, estava um terceiro tripulante. Fechada” 'B por- ta, o engehho decolou. Nesse momento, mesmo sentindo um ligeiro mal es- tar, o professor notcu que haviaagua nas vigias. VEsta chovendo?! - perguntou. Sempre telepaticamente foi-lhe dito que não se tratava. de chu- vã Aquela agua era proveniente da trotaçao em sentido contrário dasFpeças que compunham a nave!. Explicaram-lhe que, contornando a cosmonave, “havia um diepocitivo de filtraçao de raios, o Qual tinha a propriedade do: fogo: o semivacuc em qualquer uma, das suas partes. Observou o causíáico q ds! du- rante toda a viagem eles so permaneceram num único compartimento, B no- tou que havia outros, tambem iluminados. Atraves das vigias, viu o Dr. Gutmarses que passavam poriumo., zona intensamente escura, onde os astros brilhavam de maneira extragtdine- ria. Sucedlam-se regioes enxameadas de estrelas, fve cintilavam comiincom- poravel fulgor. Seguiam-se novas zonas egcuras. Atravessaram depois; ruma, I . Camada violeta fulgurante e, nosga ocasiao, sentiu que o aparelho se: pacu- dia fortemente. Como demonstranse receio, -disseram-lhe'que a nave agabar a de deixer a atmosfeza da Terra. Durante a viagem, o advogalc perguntou, várias vezes, ds onda eles erem originarios, mas nao obteve resposta. Nao sabe por que razão nao desejavom identificar-se. Reparou'que havia no compartimento onde sél'encon “travs um painel de forma circular, 'no qual oscilevam tres agulhas, muito sensivels. Viu que, ao deixarem a atmosfera da Terra, os referidos ntei- ros passarar a vibrar intensamente. Segundo foi-lhe explicado por um” doa tripulantes, o aparelho "era conduzido no centido da resultante da Gompo- sição das forças magneticas naquele lvgar". Ao regressaren, notou que seu relogio estava. parado, mas calculou em 30 ou 40 minutos o tempo em que so- tiveram em voo. NOVO ENCONTRO Moro Ainda dentro da astronave, combinaram novo encontro pará, dia 13 de agosto do ano seguirte, 1957, no nesmo local e hora. A data ta, mad —
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+ á WMO arx-co, odor | fios 2) cada por meio de 12 e onistelações que dispuseram sob a , forma de Sodiacc. — Uma roda indicava o enc e a Tepeti igao de 12 vezes o numero 8 deu-lhe e - ideis. do:mes de agosto. » Declarou ainda o ProfegbBcr Freitas Guimarães que não Compere- ceu ao novo encontro porque, cono E caso fora muito divulgado, havia sido organizada, por curios0s, uma caravana. para aseistir a entreviets =5:,0 que certamente, provocariagerande tum to. “Além disso, a Aeronáutica, enviara ac local alguns avioes-de caça & jãto.. Em entrevis a posteriogs. concedida ao pesquisador da SBEDV, - declarou o advogado que; poucos dé o tea daldata convencionada para O encontro, o Coronel “Avtador Coqueif 1ê presençado Dr. Satriél Áles, do irmão dente e de um eperevente: “do d58 Tabeliao de 'Santos, digsera- "Eu, ee'fosse você, nã riria a esse encontros Terei ta esquadrões de caça” a-jato para reêl Gber 'o Disco Voadort.. Nesta. última, entrevi st ão acrescentou o Dr. Guimaraes que; ra, “por” peeoas que deram testemunho público na a ty “Tupi de” 'São-Paulo “que, nasiata melada, o disco voador euREia por tras da Ilha Bela, pasgára so- bre 'S. Sebastiao e seguira er direção a praia de Barraqueçaba. a SBEDV (Scciedade Brasileira decEe- tal, 16.017 - Correio Largo do Mácha (Extraigo do Boletim Especial N97 tudos sobre Digcas Voadores - do - Rio & Janeiro — Rj — pg. o Rosário Real - Presidente da SPIPLV a, abril/1976. i ms em men cara es mea ms ad
Fonte: Arquivo Nacional, fundo Objeto Voador Não Identificado (SIAN) — código de referência BR DFANBSB ARX.0.0.6.