Fotografia e objetos aéreos não identificados (procedimentos técnicos para bons resultados).
1978 · PA · Ministério da Aeronáutica
- Código de referência
- BR DFANBSB ARX.0.0.179
- Período
- 1978
- Local
- PA
- Órgão
- Ministério da Aeronáutica
- Documentos
- Relato
- Páginas
- 41
Resumo do caso
conteúdo editorial do siteEm 1978, dois pesquisadores ligados ao Centro de Investigação Civil dos Objetos Aéreos Não Identificados (CICOANI), de Belo Horizonte, e à APEX (Associação de Pesquisas Exológicas), de São Paulo, produziram este manual de orientação fotográfica voltado a quem queira registrar supostas aparições de objetos aéreos não identificados. O texto, motivado por uma onda de relatos ocorrida em Minas Gerais e estados vizinhos a partir de 1970, reconhece que os investigadores não dispunham de fotografias de boa qualidade e busca preparar testemunhas e pesquisadores para documentar melhor tais ocorrências, abordando técnicas como fotografia a cores e infravermelha. O documento integra o fundo desclassificado sobre OVNIs custodiado pelo Arquivo Nacional (SIAN), sob o código BR DFANBSB ARX.0.0.179.
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arandeo Ca cenifbeaait ss oneroso a FOTOGRAFIA E OBJETOS AÉREOS NÃO IDENTIFICADOS. Albento Francisco do Carmo Hamuel Simões Neves. CENTRO DE INVESTIGAÇÃO CIVIL, DOS OBJETOS AÉREOS NÃO IDENTIFICADOS Beto Hortzonte -Minas Gerais, APEX- ASSOCIAÇÃO DE PESQUISAS EXOLÓGICAS- São Paulo, e 1
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ARE LI pa | A + 0.0.0.PREFÁCIO Na noite de 24 de novembro de 1970, O Cengro de Investigação Ci- vil dos Obejtos Aéreos Não Identíficados, passou por uma prova de fogo:um sur- to de aparições de OANIs- tendo como epicentro aparente o estado de Minas Ge- rais e espalhando-se por alguns estados vizinhos- obrigou-nos a um exaustivo i trabalho de investigação. | Centenas de pessoas prestaram ou quiseram prestar depoimentos. À maioria, de nível excelente. Houve,não Epenas os casos costumeitos, mes também um grande número de ocorrências que envolviam sobrevõos a baixa altitude ,per- turbações em sistemas elétricos e mesmo algumas aterrissuçens. A existêncis de uma docunentação fotográfica de nível pelo menos aceitêvel, teria enriquecido enormnenente a documentação verbal e escrita que! conseguimos acumular. Entretanto, & surpresa e a pouca difusão da fotografia entre nós, impediram-nos de acumular mais esse trunfo. Mesmc os membros do ' CICOANI foram apauhados da surpresa: vários de nos presenciaram o fenomeno ' mas , ou não sabiam fotografar ou estavam longe de suas câmaras. Situações semelhantes- de maior ou menor importancia - Já aconte ceram novamente e novamente poderão voltar a acontecer.Portanto, & tempo de * se preparar para tais eventualidades. Se algo voltar s acontecer, que pelo me nos alguem, em algum lugar, esteja preparado para documentar fotograficamen- te a ocorrencia. Entretanto é p reciso documentá-la bem. Fotoo duvidosas ou | de mã qualidade jã as temos em numero suficiente em nossos arquivos. O objetivo deste trabalho &, pois, uma despretensiosa Íntrodu- ! ção à fotografia. Principalmente técnicas e aplicações imediatas ao nosso tra | balho. Nada de muito profundo. É apenas o essencial mais alguns conhecimentos | pouco difundidos ou de surgimento recente. É o caso da teoria da fotografia a cores- dada aquí de forma relativamente detalhada- e da fotografia infraver- melha. Os assuntos devem ser lidos, assimilados e aprofundados atraves da prática e leitura de publicações especializadas. A pessoa que se dispõe a fotografar precisa atualixar-se constantemente pois volta e meia materiais entram ou saem de linha de produção. Além disto hã o constanta surgimento e renovação de técnicas. Oferecemos pois, eute trabalho aos nossos companheiros do , CICOANI e da APEX na esperança de que ele possa runicia-los com uma boa fer ramenta de trabalho, além de um excelente meio de documentar seus próprios '! momentos de lazer. Sugestões de melhoria, corte ou acréscimo de tópicos são benvin das. ALBERTO FRANCISCO DO CARMO MANUEL SIMÕES NEVES, Belo Horizonte, SETEMBRO /4978.
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4.8.0. INTRODIÇÃO Nos cuos que se seguirem à constetação oficicsa de fenômeno des objetos aéreos não identificados, um inevitável celeum «piu a respei- to dos alegados testemunhos fotográficrs. 4 partir da faixa ce fraululerto incontestível e grosseiro, começa-se vu cotra altura 2 entrac um terra-de- rênsuém cesas =o93: limonsões são difíceis de serem avaliadas então q ch caloria de Fotos tremidas e desfocnias, sub c supecoemosina. Cu do técnica Teormo-se, portanto, pr WES A nEÇeS- à sidade do cama qneloccia qualitativa ce sem o um observador em potencial de um CONT o teus efuitos, ot qrópiãos dam sectiesiros e nes nisadores tamém o são, Soa pois, desejavol ques! aros o esforçascos no sentido de que co tenhros se tar sen capazes de fotorifar. “e cste objetivo desse Voncoado pum ivo tdo cos Vidado pele nenes roreavel osturiam todos de posse de ces precioso instrascado de tegra- tias Não ce trata, especifica ce cm aguareo re Frade gica para cotoerafor DANIS, trar desta Kipote ser tapes mePinrer as fotos de colerivr sSaufeliaree, lidade medicore avdo vue ocor ur procivel leitor de relato: Cobre Cotoerafia em si. qrimera cobre dizer cce cla É vem de e Des Cas também ndo É ut as Potter vaio de tm Mondo regras de cobluto cc tointoc sara atoa cio paras io vo ugileres do ve se estã aco tumado Pabter sm cesso dot va pundo apar, do eso cosluvelo se precisaloix dituta car + todo especial? Nem tento, Lora certos canipame vera qua investiga o fopócedo DANT, ce unertrente E ner eauinamento do qua de dispõe. + necessário o: a Gistuno cem uti ena funal eu tar-se ca Hanio de um selitdade arteuer, treme de ser fotons po aan eColhe Ja. ue dep tau Poratia o cimlarus 0 resirs ter num cdr Re o em em rm na rodo pode resalrro mr dor say EUsorapnt o, O PRADO CÃO Pes Po rir MAM DTH po drama PS DTETEIDO Paz 'Y Vos! Er see remo ARA Aspas
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+ 123, p.4)41 1.0.0. COBERTURA DE UMA INVESTIGAÇÃO 03 1.1.0. DURANTE ENTREVISTAS O fotógrafo deve acompanhar o decurso de uma entrevista ' com o máximo de discrição. Jamais deve adotar atitudes ostensi-! vas tais como exibições desnecessárias de equipamentos, espoucar . flashes sen mais nem menos, etc. Nao hã regras muíto rígidas de' conduta.Ao sabor das circunstâncias que o rodeiam, o fotografo '! fará o possível para conseguir os melhores reultados.Lembrar os . seguintes tópicos: ". 4)Se a testemunha é nervosa ou arredia hã dois caminhos a seguir. Oprimeiro é deixar que a entrevista se desenrole atê um ponto em que es tensões tenham se dissipado, ou- ao menos- descido a um ! nível razoável. Aponta-se 4a máquina, de preferência sen usar o '! flash, e bate-se. Se não houver reação,tanto melhor. Se houver ' | Tsação, trôfuilízsar a testemunha de que a foto tem finalidade de documentação de pesquisa e não jornalística, O outro método é deixar que a entrevista corra atê c fim. Pêde-se então pddir a permissão para algumas fotografias. b)A necessidade de não assustar a testemunha(ou testemunhas)obri ga o uso de um filme de 100 ASA no mínimo e 400 ASA no máximo.As sim o uso de flash sera eventualmente dispensável, Fotos de deta lhe poderão ser feitas com aberturas menores e,consequentemente, sairão mais nítidas. Naturalmente, as ampliações muito grandes poderão apresentar problemas de granulação. ' 1.2.0.NO LOCAL DA cons UCIA. Deve-se, sempre que possível, levar consigo dois filmes:um colorido e um preto-e-branco. Fotos simples das testemunhas, pano ramas locais e outros aspectos corriqueiros pedem filme preto e o branco. Para casos de marcas, ferimentos, resíduos e queimaduras, as fotografias deverão ser coloridas. Não & preciso usar duas ca maras. É perfeitamente possível trabalhar com dois ou mais filmes c uma câmara apenas.É menos cômodo mas ê uma solução para quem ' não dispõe de várias câmaras. Trataremos desse procedimento com' detalhes na parte de técnicas fotográficas. Ao se fotografar o local da ocorrências, nao se deve ter pe na de gastar filme. Deve-se fotografar tudo generosamente. Eu caso de dúvidas quanto à abertura, o assunto, isto &,o que vai ser foto grafado, deve ser fotografado com duas aberturas no mínimo. A ênfase deve ser dada a:
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no Per. ps]! | b)louca) de onde foi visto o objetos, Ok c)testemunhas | d)marcas,avarias ou alterações de qualquec uatureza em pessoas,a- nimais, vegetação : solo.Usar lentes ce aproximação, sé necessário. e) aspirctos geolósicos e socio-econômicos do local a suas vizinhan ças. Deve-se ,peirtanto, fotoprafar qua'gyrr coisa que de s92 leitor em potencial de um futuro reiatório, via idéia cospleta do contex- ro das testamuhas « do local da aparição. viero stalhes deverao ser fotografados vom lentes de aproxi mação. Nesvis casos, usar Eripê, percussor e cãnara com «s mínimas * aberturas é velocidades possíveis. Além disto, mrita calma € pao" ciência. ?lugrantes trabalhosos deverão ser feilus no inísio ou * fin de «ma cobertura, nunca interrompendo uma séri: de flagrantes! p-rais > simples.A Unica exceção seriam casos de vigência «omo,por exempi., iminência de condições adversas de luz ou irabalh.. 2.0.0 FOTOGRAFIA DE OBJETOS AÉREOS NÃO LDENTIFICADOS. Além do conhecimento corseto das peculfaridades da câmara e do filme que esta sendo usado, é preciso que se conheça bem as tão nicas de fotografias noturnas «e de objetou em movimento. O exsen” cial a respeito desses dois tópicos sera encontrado em outra parte deste trabalho. | A câmara foctogrifica deverã estar sompre ao aJcance da não. Rlu deverá estur carregada com um filme preto-e-branco ou colori- do. Os penquisadores americanos têm enfatizado a necessidade da ' obtenção de boas fotos coloridas de OANIsS.A razão é cimplesism filme colorido é bew mais difícil de ser fraudado. Isto,mais a nº cessidade de se user um filme muito sensível, faz com que nossa * escolba teuba de cair uum filme como o Fujicolor F-IL-400,0 Xoda- ecclor 400, Sakuracolor 400 ou 3M-Color Print Film 400. Entretanto, para certos casos, um filme branco e preto tem svas vantagens. Para fotometria em ucgativos, & melhor que c fil me srja ca preto e branco. É o caso do Kodak Tri-X é outros. Todos os filmes colvridos citados são negativos e,poctanto. pars cópian em papel, Todos possuen sensibilidade de 400 ASA.Nada porém imprde o uso de filmes um pouco use sensíveis como » Ekta- «chrome Riígh Specd ou o Fujichrome R-100, Suspeitamos de aigo bas i taste peculinr quanto à luz emitida por objetor aéreos não identi Sicadossem alguus casos, parecem emitir iuz na faixa do invisbvel ; em níveis de infra-vermelho ou ultra vivleta. Ucorre que as maio-
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r > 038 ria dos filmes é relativamente sensível a esses comprimentos de ! | | onda da faixa do ínvisível.Em linguagem mais símples, ocorre o! seguínte: o filme interpreta a "cor invisível” segundo a tonali- dade mais próxima do espectro visível. Assim,um filme colorido' exposto a uma emissão ultra-violeta adquire uma tonalidade azul arroxeada.Se exposto a uma emissão infravermelha, o filme tende para uma cor amarelo-avernelhada, Logo, cxíste a chance de que a tentativa de se fotografar um simples ponto luminoso no cêu,possa resultar numa fotografia de algo beu mais brilhante do que o que está sendo visto a olho nu.Seria algo como uma margem extra de sensibilidade,acreditanosr . O uso de filmes de alta sensibilidade requer cuidados espe- ciais.Não se deve deixar a câmara carregada ou os rolos em lugares . quentes.F o caso de aquecedores, janelas, porta-luvas ou porta-ba- gagens de automóveis. Ao comprar tais fílmes, observar se a prate- leira onde estão estocados reccbe muita luz ou calor. Em caso afir matívo, evite compra-los:poderão estar afetados. A 40ºC a deterio- ração de um filme colorido & muito rápida. A poluição, easnação de | gases, poeira e mesmo a transpiração excerssiva do corpo, podem afe tar um rolo de filme.Um bom costune é o de conservar consigo as em balagens(plastico ou metal) dos rolos. Estes devem ser guardadelos . nessas embalagens tão logo sejam completamente expostos evitando * | novamente a exposição a qualquer forma de calor. Em períodos de onda, viagens a locais de aparições, deve-se" : faser duas regulagens Jiárias na câmara. No período noturmo,ela do verã ficar regulada para velocidades de 1/15 ou menos,para filmes de sensibilidade inferior a 400 ASA. Para fílmes de 400 ASA a ve-. locidade pode ser da ordem de 1/15 para algo de luminosidade com- parâvel às luzes de um avião a médias altura.Pars algo profusamen- te iluainado, pode-se tentar 1/30. As aberturas, sempre em 2.8 ou menos. No período noturno, digo diurno, ajustar a camara para a ve- locidade recomendada para o céu coberto,sem sombras.Esta condição & média entre as cinco situações de luz normalmente índicadas na" bula des filmes.Isto é uma estratogia:quaisquer que sejam as con- dições de luz num momento de alarme, a câmara será mais fácil de! ser ajustada. Sempre se estara a meio-caminho. Quanto ao foco, deixã-lo sempre no infinito. 2.2.0.0 QUE FAZER A nossa experiência, ainda que modesta, sugere-nos o seguin te: a)Pensar de vez em quando, na possiblidade de ver-se frente a frem eo OD
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te com um OANI. Meditar de forma fria e realistas acerca do quês devoria e do que não deverias fazer. Este pequeno sxercício men- tal pode ajudar bastante a afastar os inconvenlentes da surpresa do pânico, e sobretudo da inadvertência. b)aAnte a aparição de um OANI, o fotógrafo deve desligar-se imedia tanente daquilo que o rodeia. Se estiver acompanhado, iguorar com pletamente as correrrias, gritos e quaisquer manifestações de cur nho emocional, uo seu redor. b)Empunhar a câmara regulando-a rapidamente. Mao firme, respiração presa, bater quantas chapas puder. Se possível, apoiar o corpo, princípalmente em fotos noturnas. d)Anotar imediatamente o dia,hora e local da ocorrência. Idem para as testemunhas, marcas da câmara e filme, valocidade, aberturas, dis tância indicada ou estimada. Proteger o rolo do filme. d)Conforme a importância do caso, recomenda-se que a revelação e a aopiagem sejam presencidadas por testemunhas idôneas,de preferên- cia alguên de acatada conpetência em assuntos fotográficos.Utili- sar os serviços de um bom laboratório, produtos químicos originair. e novos. e)Evitar, tanto quanto possível, vinculações mercantilistas à docu- mentação obtida. f) Impedir, a todo custo, o empréstímo e manuseio descontrolados de fotos,negativos e slides. Se tiver de ceder seus materiais, ceda o- riginais apenasVautoridades científicas e/ou governanentais. g)Se o fotógrafo for bom,deverã ser ágil o suficiente para obter varias fotos. Assim caso se tenha a desconfiança de que não se '* vai obter o material da volta,cedexr apenas alguns negativos ou “* fotos. O uso de protocolo(recibos ,etc.) & conveniente. "h)Para fins de estudo,ceder originais, nunca negativos vu fotos| duplicades.Estes nada significam em si, pois produzem ínagens pla nas «o sem elementos para estudo fotométrico detalhado.Para a in-! prensa ,auigos ou "curiosos", não hã ,todavia, nenhum inconverien te nesta pratica. i)Guardar os documentos em local protegido e inviolável.Pode-se a tê pensar no uso de um cofre bancário.
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Po - ARLIBp-g/u n7 3.0.0.GUIA DE MATEKIAIS FOTOGRÁT: US: 3,1.0. CÂMARAS FOTOGRÁFICAS 3.1,1. CAIXOTE São câmaras simples, de foco fixo e bntea de plástico. Usam filmes de 110,120,127 e 620. Este último formato estã em desuso.São de funcionamento simples e,por isto mesmo, límitadíssimas em seus recursos. As lentes de plástico dão imagens pouco definidas.No verão a dilatação têrnice das mesmas produz imagens deformadas. 3.1.2. INSTAMATIC, Usam o sistema Instamatic. É patente és Kodak.O sistema cem si + é bastante prático. Não hã necessidade de ajustar-se o filme Do in- torior da dâmara. Ofilme e o mecanismo de enrolamento estão englo-* bados em um carretol monobloco(cartridge)zFeitas as contat,o custo | e relativamente alto. Ocupa o mesmo voluma de um carretel de 3Smm, mas dá muito moaos chapas. Exige câmaras especiais, Hã toda uma ga ma de modelos para este sistema. As mais simples (camaras) da clas se das Instamatic nacionais, devem ser evitadas. Pelas mesmas ra”! E0es apresentadas contra as máquinas caixote, Outras linitaçpesinca permitem duplas exposições e o uso simultâneo de dois rolos de fil- me. . 3.1.3. AGPA-RAPID Outro tipo de câmara feito em função de outro sistema espe- * cial de enrolamento de filuss. O carretal tem uma sobra de filme re cortada da modo especial. Nao é necessário prender a ponta do filme ho cerretel de enrolamento. Não teve o mesmo êxito do cartridge Ins tamatic.Limits-nos ao uso quase que exclusivo de material Agta,in-". clusive câmaras. . 3.1.4. POLAROID. , e . Sistema que compreende a câmara tipo Land e chapas fotográfi-. cas revelâveis em questão do minutos. Algumas câmaras possuem aces- sórios que permitem o uso de formatos da Polaroid em suas câmaras. Na maioria dos casos, taremos-entretanto- de usar câmaras Polaroid. 4s chapas (e não rolos) de filmes são encoutradas em vários tamanhos, A variedade colorida(Polacolor) tem sido frequantemnente a logiada pulos seus suaves tons de pastel.0 tipo preto-e-branco 6 de altíssima sensibilidade: 3000 ASA. O filme Polaroid & util em casos em que se precisa de uma fo to urgente ou de uma prova para se ver como é que vai sair uma de- terminada foto.Neste caso, o fotógrafo monta o chassi Polaroid en a
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pese RX SA, o-ajys - - e : : ; 08 Sus camera(das mais sofisticadas) e tixz a prova.De acordo com o que obtaw,aitera ou não as regulagens da câmira.Depoia monta o chassi para filmes usuais e tira então as fotos definitivas. Desvantagens:as cópias sô podem ser feitas uma vez pelo prô prio usuário, Sô recentemente, a Folaroid lançou filmes com cha-' pas dotadas de negativos. Pera a maior parte de seus modeloa, caso se qucirau mais cópias, sô e Polaroid americans estã em condições de obtê-lss. Deterioran-se tambêm com certa facilidade. 3.1.5. KODAK. INSTANTÂNEA. Sistema novo, semelhante ao Polarcid, lançado recentemente pa ra fazer-lhe concorrência, Não temos experiência alguma com este ' tençancuto da Kodak.Mas supomos que o que dissemos para o sistema Polaroid deve valer tambêm en grande parte para este sistema.Além , do wais o sietema é muito novo e & de se esperar alguns "problemas de infancial, 3.1.9. SISTEMA REFLEX DL DUAS LENTES(TWIN LENS REFLEZ) meo O Siztems reflex de duas lentes foi o pri meiro destinado a uso profiasional,istu é,ca ve gre maxas que aceitam formatus € x6 (1720), O es- quema de tais câmaras estã mostrado na fig. - LoUma lente conduz cs raios luminosos ate Q filme. à cutra fente leva-us atã um espelho. refletor e daí a um visor. O fotógrafo normal E mente, empunha esta câmara na altura do peito: fig.1 ou ão abdomen e inciina « cabeça para oihar. “a imagem po visor. “ Nos dias atuais » sisteme TLR estã entran do em relativo desuso. A causa foi o apareci = - mento do vistema SLR,(Singlce Lens Reflex). , tal sistema foi engenhosemunte adaptado a * 2 eRmazes profissionais pelz NASSELBLAD(Suê- ! . Figo cia).0O sucessc fuvlminants da cvâmaca suesc, que & hoje u caâmura cficial dos astronautas autricanos, causor « surgimento da outros modelos de outras marcas, calcados no sistema Hasselbladífig.2.): Broxica,Mamyia, Poutacoa, »srax,Rolleiflex & Soyus (URSS). . Nem as câmaras TUR ou SLR são irdicadas paca wma princira compra para quem se inicia em fotografia. Dever. ser adquiridas a- pós um certo ganho de prática com câmaras mais asimplas.
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ARA 139,2 - MOLHA 3.1.7. CÂMARAS MINIATURA 09 Sao aquelas que usam flime de 35mmeDlverslflcadfs- simas em seus modelos, oferecen muitas possibilidades ao É suariosA malorla usa o flime 135,formato 24 x 36, que rodaZ em sentido horizontal, Entretanto, algumas marços, especiaimen, te a OLYMPUS, usam o formato |8x 24mm. Sao as chamadas câmaras miniatura de meio formato(half-frame), Tal recurso !! duplica a capcidade de um rolo de filme.Um flime de 20 exposl ções rende 40 fotos e os de 36 dao 72 exposições. A Indublta- vel economia de flime esbarra num obstaculo: problemas de gra nulação podem surgir em grandes ampl” ações. Quanto so visor, as camaras miniatura dk videm-se em dols tipos: visão Indireta a visão direta (SLR). a)JVISÃ IRETA À Tals camaras possuem dispositivos de telemetria e fotometrla dissoclados gar objetiva, tal como seg vê na figura 3. Ist faz com que a situação !vista!! pelo foRoh grafo não seja exatamente a mesma vista * pelo fllme, O malor problema ocorre com lentes de aproximação.Ocorre o erro de! paralaxe que estudaremos oportunamente, b)VISÃO DIRETA(SLRI(SINGLE LENS 4 REF EX) / Neste tipo de camaralveja fig. 4) o que f se ve pelo visor eo que é "sentido! pelo DESRe e filme são exatamente, a mesma colsacO 4 fig. 4. sistema SLR compreende uma serle de ! e chapas e prismas espelhados colocados no! Interior da camara, Quando se presslona o disparador, o espe- lhointerno levanta-se, Assim, o flime encoberto por ele e ex posto, Para o fotpgrafo, Isto correspérda a um súbito escurecl - mento do visor, As camaras SLR são, caras. Suas vantagens !t compensam, porem, o Investimento. Não dão problemas de para. laxe, frequentemente possuem objetivas intercamblávelis e outros acessorios que lhes ampliam a versatilidade, Ha dols tipos prin cipais: câmaras SLR miniatura (para roios de 35mm) e cama - ras SUR profissionais (tipo HASSELBLAD). Compare a flg.2 com a fig.4, 3.1.8, CÂMARAS S JBMINIATURA Sao aquelas que utilizam flimes de 16mm(110). Embora lembrem e despertem desejos ds esplonagem( s ão multo pequenas), são brinquedos caros e que raramente terão utllldade em nossas pesquisas. Talves sejam uma boa lembrança para tirar fotos! de forma bem rapida e discreta, 3.2.0. MECANISMOS DE UMA CÂMARA, 3.201. latas ta um disp posi t| vo regul ável, que faz variar as quantidades de luz e DR ari pela objetiva em direção ao fiime. O tipo! mails comum tem a forma semelhante a pétalas de uma flor. São! jâminas que se movem de forma a abrir um orifício no centro,'* de forma aproximadamente circular, O outro tipo, abre-se late- ralmente formando orifícios retangulares. 302, 2.08 TURADOR Determ na o tempo em que q diafragma permanecerá abe to., Esse tempo é medido «em frações de segundo: 1/100,1/200, etc, Além desses tempos, as câmaras geralmente trazem uma letraB
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: 10 após a velocidade 1/1 ou seja,um segundo, É o dispositivo de! pose, que permite que deixemos o diafragma aberto pelo tempo age quisermos A não ser puma emergência, esse dispositivo ', so deve ser usado com a maquina apolada ou Instalada num tripe e dotada de um percussor(chicote), 3.3.5 TELÊME LEO ambem c ecl do como focallzador, regula a nitidez deals magum, conforme a distançia do objeto a ser fotogratado. Geral mente permite a focalização miínuclosa desde 80 centímetros a- t6 ba 12 metros, O que estã além dessas distanclas e conside rado ''nog infiríto”, Mas mesmo a tais distanclas, tompse boa ? resolução de foco, principalmente se for utilizada a técnica dsscrita no item 4,23 Para distâncias mutto próximas, algu=- mas câmaras permitem aproximações de ate 45cms, Para dis - rências menores, precisamos de lentes auxiliares (macro ou de a- »roximaçãoj. 3.208. FOOT o vare que mede a luz do melo amblente para que se ! possa decidir quai a comb Inação abertura/velocidade mais adequa cia. As boas câmaras Já os tem incorporados, São porem encon- trados como dispositivos avul sos. 3.2. 85. BISPARADOR AUTOMÁTICO Mecanismo de relojoaria que, uma vez deflagrado, dispara automaticamente o disparador apos alguns segundos, Isto permb te que se tire fotografias de st proprio, Para ta!, regula-se a camara(num trípe), aclona-se o disparador e corre-se para a 1 posição focalizada entes que a mácuina dispare, Geralmente,e uma pequena alavanca, colocada sob à cano da objetiva, 302,6, CONSIDERAÇÕES finais SOBRE DISPOSITIVOS E A M E ÂMARA £ Uma e camara Ria ca “dive ter, no. minimo, sum teoleng tro e um fotomeiro, Mas pode-se considerar razoavel uma cêma ra que tenha, fotometro mas não O lelêmetro e vice-versa, faita do tglôêmetro obriga-nos a cssdos de distância, a do foto metro a calculos de luminosidade, Uma e outra dessas defici- enclas podem ser sanadas pela aqu! sição de um fotômetro ou tem Iêmetro avulsos, Isto vale para quem tem câmaras antigas, 3,3,0. A Ss 3.301. H uz artificial de grande Intens!dade para fotos as Inte- riores, a noite ou contra a fuz, Ha dois tlpos: o de lâmpadas incandescentes de filamento de magnésio e o eletronico. Em. nf- vel profissional o flash eletronico superou completamente o de lâmpadas de magnésio, Estas,atualmente, so são usadas em camaras simples, Um novo tipo de flash fol lançado re temente:strata-se do flash Infravermelho, Não emite iuz uls vel, mas pulsos? de luz Infravermelha:Permito discretas fotografias na escurl dao, desde que a camara esteja dotada de filme sensível ao !n= fravermelho. À marca mais conhecida é a Sunpack, modelo Noc- to. À falta de tIteratura disponível para esse tipo de fotogra- fia faz com que recomendomos ao leitor uma pesquisa neste * campo: fotos com flash infravermelho, 3.3. 2, LÂMPADAS PHOTO ENO Sao crrandes tamp ad as Incan escentes de formato cônicos Permitem a Huminação de ambientes por vários segundos. Para fotos a cores, filme de siides(diapositivos) precisamos de fji= me tipo B(tungstênio) quando usamos lampadas phototlood, Per sp ualhs
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MH IB pe Sa)! 3. 3.3» JELÉNEIGO AVULSO o . am . parelho para avaliar distancias, ja explicado no Item 3.2.3 3: 3. 4; FOTÔMETEO AVULSO paré paraz avaliar luminosidades, idem, 3.2.4, 3%. Je 5. | Ras ES que se Ico ao disparador da câmara para fotos em pose ou velocidades lentas. Geralmente possui! travas para que se possa trabalhar com longos períodos de exe posição. 3. 3.6. TRLEÉ. . uporte sobre o qual se monta a camara para fotos em pose velocidades lentas e uso de equipamento pesadoitteleobje - tivas por exempia, 33.7. TERSOBJETIVAS « entes para fotos de objetos a grande distancia ou para certos tipos de retratgs artísticos. Sao de alto custo e neces- sitam que se apole a camara de alguma forma, 3.3.8 SENTES DE ArnoximiçÃO, estinadas a melhorar a distancia focal mínima, perml tindo fotos a curta distancia. 3.3.9. GRANDE -ANGULARES. o ao lentes que permitem abranger o malor número pose síve! de elementos de uma cena, numa so fotografia, Faclltam a fotografia de gr es grupos em amblentes pequgnos. Produzem deformaçoes: edifícios mostram-se curvados, maos 3 pés apre sentamese enormes, 3. 3. to. Sao anteparos, na maloria coloridos e transparentes, que se afora as camaras para eliminar ou ressaltar certus características das fotos, Devem ser adquiridos na medida! do diâmetro da objetiva: 49mm, 5Smm, etc. Quando se compra um filtro, o fabricante fornece tabela completa de toda a sua linha de filtros e de sua aplicação, Todos eles correspondem sos pá droes Kodak-Wratten para flitros, Assim «e comum encontrar. se, apos a nomenclatura norma! do fabricante, a nomenclatu- ra Kodak-Wrattan entre parenteses Exemplo: o flitro B2 da ta shiba é correspondente ao Kodak Wratten 25, A grafia e,polis: R2 (25) Je Je tt. rtefato conlco que Impede reflexog laterais do sol na objetiva., Sao geralmente metalicos;mas ha atualmente um tiro muito pratico feito de borracha e retratka A falta de um pars- so! pode ser compensada pela colocação de uma das mãos (em o cha) ao lado da objetiva, do tado de onde vem a luminosidade In: desejável. “se a Su 8 do 26 EE AM VOOS GM CO CESRADENIARAS ADA DITO COSTEIRAS ER 1 CECARTEUDOS 05 SUE 8 EE GM (O GU US O ME 5 6 64 5 4,0,0, «TE . (22 º MEDINDO A LU 4 le 1. Para regular a entrada de luz, usa-se o fotômetro ou a tabgla padrão fornecida pelo fabricante do filme, Caso se use fotometro, uma duvida pode surglr se o ponteiro ficar entre dois
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AR 29 o sal4 ho : 12 rontos, ou melhor, dols valores para a estimativa de aberturas, Hi dois caminhos, O primeiro e deixar a abertura entre dois valores(entre 11 e 8,por exemplo)j=-o o segundo, se o fundo for! nulto escuro, preferir a malor abertura (8), Se for muito claro preferir a menor(11!) a o. Em certas camaras o pontelro do fotometro nao 6 exterae no. Alguns sistemas fazem com que o visor clarele ou escureçe, Indicando super ou su-exposiçao, Em outras marcas, olhando-se pelo visor, ve-se um ponteiro entre dois pontos. Se, ao ajusp tar a abertura ele ficar entre dois pontos,tudo bem, Se subir, acima do Intervalo, ha super-exposi ção, Se descer abalzo do mesmo intervalo, ao contrario, havera sub=exposiçãos, Em algumas camaras, a comodiade é maior, O ponteiro percorre areas indicadas como 'lundert, lover! IIcorrect!y4Por tanto, sub-exposiçao, super-exposiçao e exposiçao corretaçPa- ra fotos conta a luz, deve-se dar um desconto de mails dofls pone tos alem da abertura indicada, Se houver possiblildade, aproxi- mar a camara a uns J0 cm do assunto e medir a luzc Neste caso a avallaçaão e correta e nada prec! sa ser descontados 4,102. Foco Estime a distância sg não dispuser de telêmetro e faça! girar o cano da objetiva ate a distancia Indicada,Em algumas! camaras simples ha gpenas tres situações descritas nao por nyl meros, mas por desenhos, Alm desenho de figura humana Indica foto de pessoa Isolada (até melo corpo).Um grupo de figuras,! indica fotos de grupo ou equivalente, Uma montanha Indica fou tos para cenas distantes, panorame s. . é Se se dispoe de um telemetro, tudo fica mais simples, tia apenas diferenças de sistema de visualizaçãos o mails comum e o que mostra duas Imagens se o objeto estiver fora de foco, ! Girando o anel do telemetro na objetiva, vemos- a certa altu ra-a coincidencia das Imagens, indicando que a camara esta fo= | calizadasç Outros sistemas usam Imagens partidas ou borradas que se unem ou ficam nitldas quando a focalização chega ao ponto? certo, Para fotos de objetos a distancias malores do uue seis! metros coloca-se a camara i!no Infinito! sem malores problemas Algumas camaras precisam de focalização, entretanto, ate 13(12) metros. 4 1 3. FOTOS EM POSE OU VELOCIDADE AS ara fotos em pose ou com tempos de exposiçao Iguais ou,inferiores a 1/30,usar o trije e o percussor, Tendo=se porem, mao firme, mas firme mesmo ,poder-se-a tentar velocidades a te 1/15 ou mesmo 1/8 segundo, Nestes casos, apolar o corpo e /ou prender a respiração, 4, 1.4. COMP EE A - . Desde que a objettvidade do trabalho nao seja prejudicada + é bom que se procure dar as fotos uma aparencia agradavel, Algumas dicas: nao fotografar o assunto com fundos complicados, mas sempre com fundos simples e neutrosjusar e abusar da as- simetria na composição das fotos. Se por exemplo, o que se val fotografar apresenta um elemento central (uma arvore por exem plo) nao se deve nunca deixa-la no melo da fotoDevemos fazer,? com a que a mesma fique no canto esquerdo ou direlto do cena- rios Ao fotogradgar pessoas de perfil bom e rosto Inexpress!t- vo, prefira fotos de perfil! ou melo-pertil(3/4), Pessoas de per 111 diffci! devem ser fotografadas frontalmente, A maquilagem carregada tambem costuma ser um desase
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no AR IA ps 14/44 13 tre, Fotos de pessoas posalunentoe muvúuliadas ficam horríveis principalmente a cores e com fluch, 4, 20 0, CONTROLE DE VELOCICADES UMERTURAS. 6. 2. 1 VELOCIDADES( TEMPOS. DE EXPOSIÇÃO). a , no me as em frações de secio-ilos onforme a cama= ra, alem do ponto B, variam de 171 até 1/5090 ou mesmo i/1020 ou 1/2000, Na câmara são indicadas pelo denominador da tração 1, 2, 4,83, 15, 30, 60, 100 ou 125, 200 on 250, Buu, 1900, 2093, 4,2, 22 ABERTURAS DO DIAFRAGMA Saw fr muentornente Prece li dou pelu lotra fr por dois v09 tos ou Lara Assim, fia. & Isia Enciço cbertura 2,50, Como s* «ota, nes países do à tdo inglesa, a vÊruui. à Cereninca! nho q papel do ponto noz siitemas de pumuraçãoo E vicoevrpo Os onioces padroos de abertura G 22 16 118 5,6 4 28 22 "6 s118 5.6 28 taratia inglesa! Nota: ALGUMAS PROPRIEDALELE DAS ABERTURAL E VELOCIDADES? “Quanto maior o valor numerico,menor « abertura do diaífraga= ma Exo: 224 mulro fechado) “Iimulto aberto) «Aberturas maiores, im tnuem a rogião focalizada é, conscruen temente, a nitidez ao E mincÊ) «almente o fundos «ABERTURAS menores aumentam u área focalizada eg Pportarie to, aumentar. a nitidez da foto, especlalmente do fucdos Ao do Io COMBINAÇÕES. DE VELOCIDADE E ABERTURAS Este tecnica so vale paru fotos sem Ts Sho Digamos que um certo fabricante Cocomenda, para uma ! certa condição de luminosidade, ns seguintes valores de adere tura e velocidade: 1/100 e 1:8, : Sunontamos que preclsemos obter uma foto a mais nftio | da possível. Sasta fechar o diafragma e dimjnuira velocidade, Can o caso citado veja amos as opçõas: w 100(ou 125) so 30: 15 ft: 8. “ 16 La | Poternto Fotografia mas te nfiide que se poga ubter na situaçao de luz mençtonada e de i/15 1:22, Mais é velo Pode-ee forçar a conara, Vejumos agora o coso de eejetos em do imentos Sudenhr- mos que v situação de luz e abertu S seja a mosma ana terfor: 1/1900 e f:8.A velocidade de 1/100 é Pouco indicada na- ra eltuz açoes de objetos em nuvime vo, Temor cus aumeatasta 4 ra ue o cujeto nau shia trenldo Al ceorçe fuverco da , e ertoar?ars o fundo fica çesco nítido, “o onjeto mova! en sofaco, Vie «comercio VÁ tgotos 125) 20H 2.250) sus seo : o 3 su“ 4 Ao e ni on E NR ro. : “RO Me ni BBDO Vi bOo MMC que cu pensismal a come gado
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EXERCÍCIOS: alCalcular a tabela de aumentos de velocidade para as segulin- tes condiçoes Dv/ 1/25 f:11 11)V=1/250 F:8 a) v/ 1/8 fe b)Calcular as tabelas de diminulção de velocidades para as seguintes dondições 1) V= 1/250 f:22 11)V=1/1000 1:5.6 t1)V=1/500 f:2,8 REPETINDO: em e Om SE CS 0% Dó SS OM OR ME SS GH UM ICONIAS EXMA EAN OR ES MARIE E SDS EM DDD E ST O O LR IS ME SS CA RI ST ESTA TÉCNICA SÓ VALE PARA FOTOS SEM FLASH 4.3.0 EerpoRARIAS Com asa 4.3.1. POTÊNCIA É NUMERO GUIA. “Ro comprar um flash, a primeira coisa a saber 6 a ' potência de tluminação de mesmo. Ela é dada em unidades BCPS,. Consultar, polis, os prospectos. Para a fotografia com flash, existe um conceito funda mental:o numero gula. um valor que depende do flash e da sensibilidade do filme. Q9s prospectos dos flashes geralmen- te tazem uma tabela de números-gulas versus sensibilidade ! de filmes, Se a tabela menciona apenas números guias para 8 flimes em preto -e-branco, não hã motivos para preocupações Para flilmes coloridos, basta dividir esse número pela meta- de. Se para um filme de 100 ASA preto-e-branco o pumero- guia é 44, para um filme colorido de oo ASA o número gula será 22, A função de um número gula é a de determinar a abertura de um diafragma em função da distância. Divide- se o número gula pela distância ao objeto e obtem-se, por aproximação, a abertura convenlente, Ex: Se o número gula é 24, Aberturas Égua Distância (metros) 1 1,5 2 3 4 Dilafragma (quoc. exato) 24 16 12 8 6 Diafragma(aproxim.) 22 16 m e 5. 6 4.3,20 FLASH COM LUZ REBATIDA Quando A Huminar frontalmente um assunto com flash, correr-se- Jaco de nao iluminar muito bem o amblente, es pecilalmente se a distancia é um pouco grande, O resul tado pode ser uma foto mr “cheia de contastes e som-3 bras, O problena pode, ser + contornado cam us tecnica do flash com «uz rebatidas, Veja a g&lúuura 5, A Procede-se como alf sa pe vê: com uma das mãos 2 2pon Fig Ss ta-se oflash obliquamente para o tetos, É préciso abrir mais o dlafr ra de doJ: pontos para salas de tamanho médio. Isto slynífica: se o cálçu lo acima ensinado deu 11 como resultado, a aber tura a usas será 8.8 P grianto, dois. pontos a mais. Em Igrejas, taestros ou asso mblotas(em, recinto fechado), que tenham teto multo alto, pode-se abrir até quatro pontos. Para casas antigas, de teto alto e escuro pode-se tentar tres pontos. à Os flashes mais mo dernos estão vindo com a lampada dado 8.2 r
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“ 15 4.3.3, Elást AUXILIAR Para eliminar as sompras de objetos fotografados con- tra a luz, poldeecsu us = tsenlca do flash auxlllar. Fotogra far Ignorando por completo as condi çõe s de luz do momentos, ã- se a abertura calculada como para flash comum (Item 4,3.1) O efeito e bem agradavel, As figuras,, pessoas e obje- tos ficam como que rodeados por uma leve auréola. E o fundo não fica superexposto, 403,04, ELA ANULAR (RING-FLASH) um tipo de flash cuja lâmpada tem forma de anel, que pode ser adaptado ao cano das objetivas. o recurso l- deal para fotografias completamente sem sombrage usado frequentemente para fotografias científicas ou medicas, com lentes de aproximação ou macro. E muito caro e de uso mul- to restrito.So aconselhamos suas compra em caso de uso fre- quente e total ausência de problemas economicos,A técnica . de uso é absolutamente Igual ao do flash comumt4 3.1) Os nu meros gulas são muito pequenos. 4, 3. 5, CUIDAD IA te agora, nao Eça amos em velocidades para o uso do flash. Então, a primelra,colsa a aprender é que temos de tra balhar com velocidades medias, nunca altas velocidades, ajSe a camara tem obturador tipo janela ou "cortina, traba- lhar com velocidades am torno de 1/60 Em velocidades malores corre-se o risco de que a fotografia apareça como que ticor= tada dos lados, um problema de sincronização, que cres, ce com o aumento das velocidades, Para diafragmas circula- res(pétalas) pode-se arriscar velocidades de até 1/125.Da para diante a foto pode sair redonda, b)JAlgumas máquinas têm pontos de encaixe diferentes, coantor= me o flash seja eletronico ou de Lâmpadas de magnésio. À não observancla desse detalhe poderá resultar em fotos escuras, devido a diferenças de tempo de sincronização. cljEvitar fotos com fiash frontal e,portanto usar luz rebati- da em duas situações: bo 1)fundos brilh s:pintura a óleo, vidros, espelhos, azyle- jos e lambris "onearados. Aparece um brilho desagradavel, b. 2, Jpessoas muito próximas, frontalmente, olhando para a câmara,6s olhos £lcarão com um brilho sinistro, tlpo per- sonagem de história de terror.O efoito e Igualmente ruim em pessoa que usa oculos ou maquilagem pesada, FOTOGRAFIAS COM LENTES ESPE A LEN APROXIMAÇÃO UICLOSE - Up. qro destinam-se a permitir “fotogra-, flas de objetos a curta distançia, Elas ampllam o ralo de ação das câmaras para curtas distânçiaseComo ja explicamos, a dis tância mínima para boa resolução de foco e de cerca de 80 a 45 em Para distânclas menores, precisamos de dispositivos eg peclals e a [ente de aproximação « é um deles, As lentes de aproximação sao aparafusávels ao cano das! objetivas, Devem ser adquiridas conforme o diâmetro das mes- mas: 49mm, 55mm, etc, Tals lentes possuem gravadas em seus aros, números pres cedidos do sinal f : +1, +2, +3 São os tipos mais comuns * Quanto malor o número, malor o poder de aproximação da ten- tos. A potência de aproximação pode ser aumentada pelo us de combinaçoes dessas lentes. Pode-se aparafusar as lentes +3 e +2, por exemplo, O grau de aproximação sera, a soma ! dos numeros das duas lentes. No caso, o grãu será +5, Pode- rífamos chegar ao mesmo resultado com dias lontas 49 a vma o Al o
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«a EN 45 16 Detalhe: as, lentes devem ser aparafusadas em ordem decres= cente de gráu, Seja ym jogo “de lentes +3,+1 e +2,A ordem certa de ajuste na maquina é: + +ã, +io Ao descobrir=se o recurso das lentes de aproximação, p9 de-se deixar levar pelo entuslasmo excessivo, Tendemos entao a usar mi! combinaçoes de Jogos de lentes. Então, pode ocorrer que não achemos o foco de maneira nenhuma.Devemos, nesses ! casos, verificar se o jogo não estã forte demais. : .As lentes de aproximação envolvem três tipos de proble-= mas técnicos, dois de ordem geral e um pertinente as câmaras de visão Indireta, Os dg ordem geral São foco e luz, Os Ine- rentes a camaras de visão Indireta são os erros de paralaxes tt mo Fogo E As LENIco DE ADROANAÇÃO. Uma das caracteristicas mais típicas a foto com len« tes de aproximação, ea limitação do plano de foco.De fato, o8 tendencia q a de restringlt o foco a uma área bastante ps- “quena. A tendência a fundos embaçados e típica, Pode-se me- lhorar a qualidade de foco usando-se o artifício do Item 1 4,2, 3, Ointervalo de aberturas mais Indicado e o de f:B a ? F:22. O uso de balxas velocidades torna indispensável o u- so de tripé e percussor, Finaimente , hã o recurso do fundo neutro: é excelen- te para destacar detalhes do primeiro plano e esconder es fundo, Procede-se da, seguinto formas ajpede-se a alguém! para segurar um cartão liso atrás do objeto a ser fotografa- ! do. Pode-se também fixar esse cartão de alguma forma, Lema! brar que cartões claros destacam objetos escuros; cartões ! escuros destacam objetos claros e brilhantes. 4. 4,3, LUZ E LENTES DE APROXIMAÇÃO. “A melhor llum naçao para fotos emiiclose-up!! é a luz b solar direta sem sombras. Portanto, verifique-se primeiro se o que se quer fotografar esta fotografado, digo, Iluminado ! ou se estã em algum canto escuro, Se for o segundo caso, ! pode-se Improvisar um refletor com uma tira de papel lamina do prateado ou de alumínio. Em qualquer caso, aproxime- se o fotometro a um paímo do objeto para medir a luz, O uso do flash apresenta uma sérle de problemas. O, me fhor seria 9 uso de flash anular (ring-flash). Mas, como já 1 dissemos é um equipamento caro, Pode-se usar o flash comum, porém coberto com varias camadas de ienços brancos para e- vitar a super- exposição, Para um flash de baixa ou média ! potência, sugerimos a seguinte tabela: -uma camada para distâncias de 90 a 75cm. -duas camadas para distâncias entre 70 e 45 cm. -três camadas para uns 30 em, : “quatro camadas para objetos muito proximos. A tabela acima costuma ser út! para filmes coloridos de 50 a 100 ASA, As aberturas deverão ser da ordem,de f/11, apenas uma tabela aproximada, A melhor solução é usá-la como ponto de partida para a obt enção de uma tabela para ca- da equipamento em particular. Para tal recomendamos Sue se compre um filme especialmente para testes, de preferência a- quele que malor costume de uso se tenha, 4.4.4 ERRO DE PARALAXE O erro de paralaxe é característico das câmaras de vi- são Indireta. Não existe nas camaras do tipo SLR. Ocorre o seguinte: quando se usa um equipamento de visão Indireta, o visor não nos mostra exatamente o que estã sendo!sentido!! ! pela objetiva e filme, A causa é a diferença entre as alturas
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“ ARKo AI, P- Jgjhs 17 “e a da objetiva e do visor, em relaçao ao corpo da camara. É o- que vegmos na figura 6, Nas foios a distancias medias e gran des não notamos, diferenças, ENtretanto, nas fotos a Ruca, distâncla, isto é com lentes de aproxlamação, o problema e mais nítido, Assim conforme a figo 7: EPBRO DE PARALAXE — A .—— Ta 4 -——T. Tr 2 un O QUE SE VÊ PELO- < 8 visor na) = O -—. B' O QUE É VISTO PELAu CÂMARA, Figura 6 Figura 7 O problema pode ser contornado da seguinte manelra: Iijse a câmara estiver em posição horizontal, Incliná-la para cima, !Igeiramente = . tl)Se a camara estiver na posiçao vertical, desvia-la um pou- co para a esquerda, lil)Pode-se fazer um aabarito para corrigir aparalaxe, Recorte- o em cartolina dura, segundo o esquema abaixo AB=Distância da qual val-se fotografar AsPonto em que se centra- si ra a objetiva da camara, B=ponto em que se centra- ra o objeto a ser fotogra fado, Fia8 e 4,4,5. CONSIDERAÇÕES FINAIS SOBRE ?7LENTES DE A- PROXIMAÇÃO: s lentes de aproximaçao sao um excelente recurso p ra um Investigador de campo em ufologia, Embora de menorcs recursos em relação as lentes macro, sao simples, , leves e compactas. Sao o Instrumento ideal para fotos de feridas e? cicatrizes, danos em vegetaçao e objetos, resíduos do tipo ? tcabelo de anjo!, queimaduras em cabelos e outros microde- talhes pertlentes a casulfstica em geral, 4.5.0. TELEOBJETIVAS E GRANDE ANGULARES(Noções]) Teleobjetivas sao lentes, ou melhor, jogos de lentes, destinados a fotografar com efeito de aproximação, Ao contrario das lentes de aproximação, sua utilidade se faz sempre que, por qual quer razao, o objeto a ser fotogyra- fado se situa a uma distancia malor do que a que convem a u- ma boa foto. Sao usadas tambem na obtenção de efeitos artis. ticos, bem como quando =» quer reduzir ou eliminar deforma-? çoes decorrentes da perspectiva. Somente as camaras providas de objetiva removível po- dem ser usadas com teleobjetivaa De modo geral, trata-se de maquinas para filmes 35mm do tipo Reflex-SLR, com obtura- dor de cortina, a Consideramos como tele as objetivas cuja distancia focal esta situada entre 1320 e 1000 mm(ou mais). As objetivas
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gp 48)4s ã istência fecal ermais têm 589 « 55mm de distência focal. Se a d for menor, Então a ebjotive so enquadra na categoria do “grando angular, distância focal de qualquer objetiva deve vir gravada em lugar visível, preçedida peta letra E. Examplo F-5Smm, sl- 3 55mm de distancia focal. - onibica A capacidade de aumento( ou aproximação) de uma te- | laobjetiva pode sey calcuí ada peto quociente entre sua disjan- cia focal e a distancia focal de uma objetiva comum que e , ge- ralmente de 50 mm. Assim, uma tele de 500 mm aproxima 10 vezes. a Como regra gerai, quanto malor a distapcla focal de u= ma objetiva, malor sus capacidade de aproximação e menor o | angulo abrabgido pela foto, Quanto menor a distancia focal, malor o alcance angular », Portanto, quando queremos fotografar mais colsas de u- ma so vez oucrlar a impressao de amplitude,usamos acan s- angulares, de pequena gistancia focal, Quando queremos fapro- xImarf um objeto distante, usamos teleoblet!vag, com a distane- cla focal grande e angulo tanto menor quanto maior for a capa cidade de aproximação n Nos extremos desta definição temos a Super-Granpde- 1 Angular(Olho de PelxentiFIsh.Eyen) com angulo de 180 e a? teleobjetiva de 1000 mm com apenas 2,5 de angulo de visada. Os principais inconvenientes de cada um desses tipos de einte são: : : GRANDIESANGULARES: Deformação excessiva ds motivos, Chegam zo ponte de, em , certos casos, alterar as fsiçoes de pessoas, deformar pes e maos que ficam enormes q; arredondar formas arquitetonicas refiineas IELEORJETIVAS: Escurecem bastante a Imagem fotografada. O probloma aumen ta com a potencia de aproximação, devido a crescente redução do campo angular,ísto, por sua vez, obrica a adoçao de abertu- ras msjores no diafregma, restringintdo o emprego de tals? lentes as condiçoes de luz mais favoravels. Por outro lado,? qugnto maior a,capacidade, malor o peso do equipamento, Tor- na- se necessario manter o conjunto firme no ato de fotogras far, sob pena de se obter fotos iremidas a mal enqsuadudas, Cada telsobjetiva tem uma aplicação para a qual é mais adequada, em função de sua capacidade de aumento, As tele de 120mm sao otimas para fotos de estidio, Reduzem as distorções decorrentes da” perspectiva, proporelenando imagens mais natu- rals, Sao otimas para retratos, As de 1000 mm chegamha cape tar detalhes dg objetos tão distantes que a vista humana não os percebe, São, tedavia, mulro pesadas 6 exigem montagens especlals(tripés muito bons) pera a sua utilização, q estacamos come especialmente ade a Ss trabalho as tele-abjetivas de parte médio, TU E Da NOSSO ' ' F-300mm e F-500mm, Podam ser uttilzadas pare a captação de cenas de movimento- por uma pessoa «de macs tírries Não | são excessivamente pesadas, Pernitem detalhar aeronaves emt | vo ou outros objetos em distancias equlviientes,uma vez due sua capaocidada esta entre 6 9 10 vezes. É É «Dentro da fajxa !. -steobjetlvas de avdio aleance, aig mas sao providas do recurso dersminado UZOUMU Elle parmite que se varie sua capacldcio de apr 3 : ad ELE E aeaP Il» aproximação. dando mais versa, Os equipamentos ci» qualidade mats roguintada, É das marcas NIK9H, PERINTAX e Canon, cormitem fotomatrias perfeitas atravaos de stgleobjetivas, Isto facilita extremamen- te a dosagem ce empesicao, mesma com o uso do filiroso
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ARA «SB po dofh a 19 4,6.0, FOTOGRAFIA COM UMA CÂMARA E VÁRIOS ROLOS DE EILMES Esta técnica ,6 bastante ÚtII quanio o nosso trabalho os brigaznos a usar vérios tipos de flimes de forma aitornada e aleatoríae Em princípio, teriamos de ter uma camara para ca. da rolo de filme, Mas, como nem todos dispoem de tal recurso, pode-se utllizar o procedimento a seguir descrito, Primeiramente, instalar o filmo na camara, marcando com uma canotr o ponto em que o mesmo se encaixar no carrg te! de enralamento, Bater quantas chapas forem necessarfas, de manelra normal, Quando se precisar mudar de filme, anoter de forma ! clara e preclgo quantas chapas foram utlllzadas com o filme?! que esta no camara Rebobinar entao, lentamente, ate ouvir o Helique! caracter stico do momento em que o films se daspre de do carretel da camara Dar ainda quaso uma volta na man! vela, Isto deve ser feita “com culdado pars que à ponta do flime nao entre dentro do roto, Parar, abrir a comara em lo- cal nao muito bem Iluminado e guardar o filmes, Simliarmente, instalar o outro filme na camara, Fazrera marca com a caneta, tal como descrito acima. Proceder da me ma forma anterlor, Ao retirar este filme, poderemos re-Inse! tailar o antorlor, Primeiro, prendo-se o flilne po carrete! no! mesmo tugar marcado com a cancta Fechar a magulna o tampar a objetiva, cora tampa proprin ou pano escuro e grosso. Regular a maquina para maxima velocidade é mínima abertura, Bater 1? tantus chapas quanto as que forem batidas com aquele filme, Seg quiser, bater uma a mails pera evitar risço de superposi=- t i çao de fotos, Pode-se entao continuar a usar rolo primitivo, normalmente, . e . . Como se viu, é um pouco trabalhoso, Mas é, sem duvi- dasum recurso 4,7. 0, FOTOGRAFIAS DE OBJETOS EM MUVIMENTO oi & fotografia de cbjetos emm movimento, requer velocida, des altas, Por velocidades altas enandomos velcclidades matos res que 1/100: 1/250, 1/500, 1/1000, 1/20000, A velocidade ds 1/259 deve scr usada em assuntes de mo- vimentos relativamonia lentos: criança entretlda com os brine quedos, pessoas ou veículos andrndo tentamente, etc. . i » À welocidado de 1/500 6 um bom valor quando se esta ! em duvida polis cobre 2 malorla dos casas, Alem do mals, ox] se to na maioria das boas camaras, da os duas ultimas pao recur- sos de maquinas mals scfistlcadas, ara quem dispõe delas, 1 bom provelto,! ' . Agora, um lembrate: o leltor ja sebo fazpr aqueigs | carreçoes do Item 6 4,.2%%? Se a resposta é nao, convem * dar uma ropassada a Mo fotogratar um objato em movimento(corridas, avioas, etc.) tem-se de esperei, Lor um ponto ngs ativos cumento do ! vatocidsde de exposição tmplica tambem na imistor abertura! do dlofracmnas Por isto, fimdos embaçados 5 objeto movel no! foco sao típlcos neste cass,So com flimrs da ordem de 4001 ACA para mails e que pudemos esperar por melhisros regutiadoss Pode-se fazer um pequeno truquo pero melhorar a quatie dade da foto, Primelramente, enquadrar o cbjeto 4 ;otografar quando ele alnéa estlve* distanto, Acompanha-to, movimentan- do o estro srunmendo o objeto tem no centro do visor, Quando sentir que e g momento, bater a feto e continuar na acompa-! ' nhar a trajetoria do objeto por um pequeno dntorvale de tempos A tandoncla natural e parar a corpo jogo após batsr a chapa, so nao deve sor felto, O resultado pode ear uma foto tremida, Filmes de alta sensibilidade são Idesls para esso tipo! de fotografla, fim um dia claro, pernltam fotegraflas a Ve | . dual o
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ils IB, p-ds/as k, ts | Como exercício, aconselhamos que se tente fotografar decola- gens e pousos de avioes durante um passela pelo aeroporto, ! Sslitos de trampolim, objetos atirados para o ar, passuros e! grianças ou animais em movimento, são exemplos do situaçoes otimas para exercitar esta tecnica Para treinar, preferir flimes baratos e rebobinados, 4,8. 9. FOTOSSAFIAS NOTURNAS “ or fotos noturnas, em eremos as fotos feitas a nol= te e sem flagho Como a distancia atingida pod esse tipo de e. quipamento e iimitada, qual squer que sejam o flash e films eme pregados- torna-se necessario utlilzar uma tecnica propria, capaz de permitir boas foios em todas as condiçoes de luz ou distancia - a Nas sityaçoss de fotos Instantaneas, temos bastante luz e usamos fraçoes de segundo como tempos de exposição, Incly, sive nas fotos com flash ou luz de estudio, no . Porem, quando se tem as condiçoes ditas noturnas, isjo. e,amblentes com Iluminaçao insuficiente para fotos instantam neas, sem possibilidade do serem lluminadas artificialmente, adotaese a tecnica que passaremos a descrever, o Basicamente, trata-se de abrir o diafragma da maquina e deixar que a tum gxistente no campo a ser fotogyrafada entre na camara por periodos relativamente grandes ate produzir y, ma imagem satisfatoria no filme. a A camara tem de estar bem firme, de prefergncia em um bom trideo Oobtuy ador deve ser acionado por melo de um cabo 1 percussor, que € um cabo flexível o iigado por resca ao dispa rador comum, O percussor costuma ter uma trava que permite malor facilidade em deixar o dlafragma aberto, Assim, operamos som encostar na camara, com o que se evitam esbarroes preju diclais . a . É necessario que a cemara possua o recurso do "Br", que |: permite que se mantenha a exposiçao pelo tempo que se quiser, , Algumas camaras antigas possuem o recurso “Tt É um peuco diferente do “Bt Precisa de dois disparossum paraslebrir o 1. diafragma, Outro, para fecha-lo, isto facilitava enormemente, a tomada desse tipo de fotografia, Infetizmente csse recurso fol aboiido, sendo todavia possível substituí-lo pela trava doe percussor, “ . Quanto a fotometria este sera como sempre obtida pola conjugaçao dos fatores abertura e tempo de exposiçao, Estes, dependem da Intensidade da luz amanda do que se val fotogras far e da distancia em que se encontra o objeto, Nao existem tas brilas pre-fixadas a esse respelta,Os melhores resultados des verao advir da experimentação Entretanto çdamos au seguir ale gumas erientaçoes que correspondem a melhor expectativa a que devem ser tomados coro ponto de partidas TABELA PARA FOTOS NOTURNAS( filmes de 80 a 100 ASA) Abertura padrão 56 . Cena no centro de uma cldede Tuminadas 10 segundos i Vista nanoramica de cidade bem !iuminada(+/e 1000 m, ):20 a 30seg Vista panoramica de cldade bem ltuminada, distante: 1 a 2 minu toso . Idem, cldade a mais de 3km,:3 minutos ou mais, Vistas noturnas fora de cidade com ou sem luart experimentar a partir de 2 minutos (con lua cheia) Estes valores podem ser modificados com um mesmo fil me, Se para um filme de 100 ASA recomenda-se f:5,6 para 10 segundos, pode-se optar por exemplo para 1:4/5 segundos ou f:0/10 scgundos,
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RX. AI, peadfua 21 Para um flime de 200 ASA parte-se de 1:5,6, 6 a 5 segundos ou 1:86 8 a 10 segundos, Para um flime de 50 ASA, pode-se tentar f:5,6./20 segundos, Note-se que quando a sensibllil- dade do flime aumenta o tempo de exposiçao diminui. Para a contagem de tempo, devemos faze-la preferen clailmente de forma mental, tentando uma maneira a majs ae proximada possível, Nao é aconselhave! Iluminar o relogio. Tudo se complica. = Como consideração final, resta-nos abordar fotos em condições de luz Intermediarias entre fotos Iinstantaneas e 1 com tempo, Como exemplo, podemos citar uma sala liuminada por lampada de 60 watts qu com luz natural muito gnaca(inte rilor de uma gruta ou crepusculo). Em tias casos é imposs - vel pre- estabelecer criterios de exposição. O melhor é ape- lar para um bom fotometro ou efetuar experiencias, Para o caso de flimes diapositivos coloridos, lembrar= se-a que nao se pode esquecer que para fotos sob lampadas gszuladas, de mercurio ou fluorescentes, o filme "daylight" e o Indicado. Para sob luz amarela (luz comum, e photoflood vfogo de madeira) usa-se o flime do tipo tungstenlo, Pode- se usar o filme '"daylight'! apenas com flitros conversores ou quando ,intenclonalmento) quer-se um tom amarelado co- mo dominancia na fotografla, Nota:tEm experiências recentemente feitas, coniculmos que com um filme colorido de 400 ASA pode-se tomar fotos de objetos Iluminados contra o ceu nas segulin tes formas: 1/1S €:2.8 - Para sigo de luz comparável a um avião comercial a média altitude, com os farois de decolagem acesos. 1/30 $:2.8 - Para algo de brilho semelhante a uma lua cheia ou mais, 5.0.0. E RAFIA:ASPECT Ss TÉORICOS, 5.1.0. FOTOGRAFIA EM PRETO E BRÂNCO. 5. 1. 1. INTRODUÇÃO uem tem objetos de prate em casa sabe perfeltamen- tejque eles tendem a oxidar-se, À prata forma dois oxidog: o oxido de prata | (Ag O), que e preto ou acastanhado; o oxl- do de prata 1 (Ago) qãe e cinzgnto claro ou escuro. Na na- tureza, o oxido mais frequente e o primeiro, de menor esta- do de oxidação, Se as condigoes de nossa atmosfera fossem ! mails oxidantes, o oxido de prata !| formar-se-la com mais fa- cliidade. Entretanto, nossa atmosfera possul muitos elemen- tos redutores que retasdam ou mesmo Invertem os processos! de oxidação. Entre eles podemos cltar o nitrogenlo, o monoxido de carbono, o hidrogenio, etc A eles juntam-se elementos e resíduos poluentes tais como às partículas de carbono, poel- ras de minerais e vegetais, alem de diversos gases. Na sua - malorla sao redutores e retardam ou anulam qualquer ataque químico de natureza oxidante. Os compostos de prata monovalentes tem dem a transfor mar-se em compostos bivalentes, se o amblente for oxidante; se o amblente for redutor os compostos de prata bivalente ten, dem a transformar-se em compostos monovalentes, - As reaçoes são extremamente dependentes da ação da ! luz. Se expusermos dois objetos de prata so ar, um em amblen- te Iluminado e outro em amblente escuro, veremos que o prl- melro escurece muito mais rapidamente que o segundo,, Tal propriedade entretanto, nao e exclusiva dos oxidgs
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Atua p.asjta 22 Entre eles os brometos ocupam lugar de Importânçia. , A fotogratla nasceu ,pols, da seguinte Idelas é poss(- vel produzir Imagens graficas da realidade a partir dos fend- menos de fotolise de compostos químicos, especialmente dos de pratas. O primeiro processo a alcançar o êxito produzia apenas uma imagem sobre placas de cobre, Conhecido como daguerreo- tipla(de Daguerre, clentista francês que o inventou), esse pro cesso permitiu documentar a realidade das colsas pela primel ra vez. Graças a ele, sabemos hoje como eram as fislonomias de figuras celebres e ja distantes como Chopin, Wagner, De. Pedro tl, etc | O 'daguerreotipo baslcamente consistia no seguinte: a luz atravessava um jogo de lentes que ''feria'! uma chapa de metal foto-sensfvel, Um banho revelador fazla aparecer claras as , partes claras da Imagem e escuras, as partes escuras tambem da Imagem, Era uma reprodução de positivo, a positivos A necessidade ge um processo fotográfico, que permitis- se a produção de copias multiplas de uma mesma cena ou ima- gem, !leyou 8o desenvolvimento da fotografia tal como e conhe- cida até os dias de hoje: uma reprodução. de positivo a peedeh. vor negativos Teoricamente o processo é simples: a luz atravessa um Jogo de lentes e fere um anteparo transparente coberto num ! dos lados por uma emulsão de sais de prata em gelatjnaçFor=- ma-se entao uma imagem negativaO que ecra claro é restetra do como escuro; o que era claro é registrado como claro, o ap teparo, soba forma de chapas ou rolos, transforma-se no ne- ; gativo da fotos Isto, após um banho de revelação e fixação. A copla-papel pode agora ser produzida: num local eso curo coloca-se um papel fotograflcoltambem coberto por uma emulsão de sais de prata em gelatina) sob o negativo, O cone i junto é rapidamente Jiuminado, A luz, ao atingir as partes escuras, é absorvidas barrada, Ao atingir as partes transpa, rentes, atravessa-as e fgre o papel de copia, Submetengo-se » Igualmente, o papel de copla a um processo de revelação, V remos que as partes cobertas pelas áreas esçguras do negativo ficarão claras, As partes cobert as pelas areas transparentes, ficarão escuras, O resultado é uma cópia positiva, tal como no esquema abaixo, negativo tag em eJ- eta 0 foto o resultado. final também Anclul as cores que não o! preto e o branco: cada uma delas é Interpretada por uma tong lidade cinza correspondente, Para cada tipo de flime existem tabelas de correspondencia entre cores e suas corresponden- tes tonalidades cinza captadas pelo filmes, Quanto a revelação, tanto para o negativo, como para 1 as coplas, o processo compreende uma dupla de banhos quêmi- cos,O primeiro eo revelador, que faz aparecer a Imagem regis trada, O segundo é o fixador que fiza a referida Imagem. Em o tras palavras,o fixador impede a continuação das reaçoes do fotolise dos sais, de prata, Sem este banho, ou sendo o mes= mo mal feito, a cópia - apos alguns anos- começa a clarear, as= sumindo um tom acastanhado para, finalmente, esmaecer-se, Os flimes preto-e-branco compreendem dois tipos prin= clpals:. atocromáticos e pancromaticos., Os primeiros cobrem todo o espectro visível, exceto o vermelho, Isto quer dizert um objeto vermelho e registrado como branco, num fliime ortocrg maticas Nos fliimes pancromáticgs essa Imitação foi contornada: são capazes de registrar tambem o vermelho segundo uma tona- lidade de cinza.
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PRA rap. qu/y4 as Em nosos dias, os flimes ortocromáticos praricamente desapareceram, Os pancromaticos dominaram o mercado. To- davia, para quem quelra ter a Ideia dos efeltos de um filme ortocrgmatlco, basta prester atenção em algumas fotos antigas de avjoes da RAF, Nelas, certamente tiradas com filme orto- . crcmatico, o característico emblema azul, branco e vermelho... aparece como um simple: disco branco rodeado por" uma coroa circular escura, O círculo vermelho central não sensibliiza o filmes 50200. MES LOoR 5,20 1IUNTRODU ss EMAS PR Rios ADITIVOS. creditamos que o leitor Ja tenha ouvido falar em co- res primarias. Seriam aquelas cujas combinaçoes permitiriam obter todas as gamas cromaticase Tambem, provavelmente, leu ou ouviu falar que as cores primarias sao o azul, o ama, relo e o vermelho, . Esta ultima afirmação choca-se com uma realidade cor rigueira; se o azul, o amarelo e q vermelho são as cores pri marias, por que os filmes fotograficos antigos e os sistemas de TV atugls usam o sistema azul-verde-yermelho como sis- tema primario? a . Ha multas explicações, mas uma delas 6 realmente cus riosa, Fo WoSears na parte de Ótica de seus "Principles of? Physlest diz que é provavel que a confusão tenha surgido da ! ma Interpretação das cores dos sistemas primarlos subirat Neles, como veremos mais adlanteçha certa semelhança en- tre o pegenia e o Lermelho: o mesmo,se pode dizer entre o <£xan e o azul, Chmo o sistema primario subtrativo e com=! . posto de amarelo, cyan e magenta, a interpretação de tais to... nalidades como amarelo, azul e vermelho, serla possível,' em se tratando de leigos. |, A resposta completa e dada apenas em livros de Ótica, mais avançados do que este trabalho e suas finalidades. Entrg tanto, examijnando-se a figura 12, nota-se que na faixa do eg, pectro continuo visível, o vermelho ocupa uma faixa malor do que a do amarelo, , Vamos agora definir de verdade q que e um sistema de ! cores primarlas, Sistema primario 6 aquele-formado de 3 cores fundamentals- no quai nenhuma dessas cores=-Individual- mente e produto da combinaçao das duas restantego Em gutras palavras! se as cores são A, B,C o sistema sera primarto se e somente ses AgB4+4C BjfA+cC Ch A+B ( É nditerente ge!) Como conclusão, veremos que tanto o sistema verme- lho/amarelo/azu! , como sistema vermelhofverde/azul podem ser sistemas primarlost VERMELHO AMARELO + AZUL VERMELHOFJVERDErAZUL AMARELO f VERMELHO +AZUL VERDEY VERMELHO + AZUL AZULA VERMELHO + AMARELO | AZULÉ VERDE + VERMELHO O malor uso dos sistema Vermelho/verde/azul se de, ve ao fato de ser o trio de cores que produz malor varteda- dk de cores compostas em termos aditivos, O verde é prefe.. rido ao amarelo por ser, no espectro vis vel, uma faixa de 1 tonalidades bem malor ds que a falxa do amarelo,
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ARS ps afug 24 PRIMÁRIO ADITIVO PRIMÁRIO SUBTRATIVO Fig. 10 Flg 11 5. 2.2.0 fui, R uz branca,é na verdade uma mistura de cores, que ! se adicionam. Nao e a ausencia de cores, como muitos pensam Quando ha ausencia de cores a superfície e preta, Como expli! caremos agiante, o preto significa a absorção total de cores, O branco e a reflexao tohl dessas mesmas cores. Ao passarmos um feixe de luz atraves de um prisma é te dividir-se-a em uma faixa listrada de cores. Nessa faixa, | as cores e tonalidades ordenar-se-ao segundo seus comprimen tos de onda, As tonalidades do vernelho sao as de maior com- primento de onda. Abalxo do vermelho, seguem-se, em codem decrscente de comprimento de onda,o laranja, o amarelo, ver de,azut, anil e violeta. O conjunto de cores citado, do verme- lho ao violeta, corresponde ao espectro visível. Em cada extr mo do espectro começa uma nova regiao, Ja dentro da faixa do Invisível. Alem do violeta temos a regiao do ultra-vyloleta e aquém do vermelho temos aregião do Infra VIOL EN] Luz visÍVEL. T INFRAVERMELHO | dis to á 4 00 300 460 S00 €00 *oo sia? 12 1000 thoo 1300 1300 1400 sd 4. 4 A 4 4 Se o leitor conhece Alice no País das Maravilhas, talvez ainda nao tenha esquecido a enlgmatica pergunta final da ea nat-Por que o uruby e da cor do quadro negrof?'t, Apesar do surrealismo da estoria, a frase e cabfvel.E por falar nisso, porijque o tomate e vermelho? Por que a grama e verdeZ Todas essas perguntas referem-se a um fenomeno otico que e a ab- É sorção seletiva de cores, Se um objeto e branço, isto acontece apenas porque ele Oss talvez do Invisível, tambem, Por o GmAN do. so um objeto se mostra colorido, e porque ele abeor vaio oO o espectro e refileg te outra, A parte refletida e exatamente a cor que vemos, Em palavras mais simples podemos dizer o seguinte: se um tomate fe tocas as cores do espectro Q e vermelho e porque ele ''gosta!! de todas as cores exçeto do ! 1 vermelho,que nos vemos comc sendo a cor do tomate, parado, xal mas e pura verdade, “ A essa capacidade, dos objetos selsclonarem as cores que = absopvem ou refletem, denominamos midia de g tiva de co- Rs Lres.E ela a causa da aparencia das cores dos objetos que nos e 3 rodelam. e as Existem dols melos de se alterar a transmissao de co- rese.Num deles, Iluminamos um anteparo branco com lanternas que emitem cores segundo um sistema primario. Superpondo o foco de duas ou mais lanternas, obtemos novas cores que sao! as somas das cores primitivas, Quando formamos cores segundo este processo, estamos diante de um processo aditivo de formação de cores. . O outro melo de se altorar a transmissao de cores e 0!
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Ph 438 pe deJuys 25. 5. Ze. 3. A Veja a gura . scolhemos o sistema, vermeolhoeve de- azul. como sistema primario, Caso os tres discos fos-= sqm o resultado do foco de tres lanternas com tals cores, terk rfamos: AZUL + VERMELHO « MAGENTA VERMELHO +VERDE = AMARELO VERDE + AZUL = CYAN- Eis aí a base do sistema aditivo de fotografia a sora Os filmes eram compostos de uma camada de elementos sensi- vels,ao vermelho, verde e azul- emulsionados em uma camada de fécula ou gelatina, No processo mails antigo, Lumiére AU- tochrqme) os elementos cromogenos eram compostos de trios de graos azuis vermelhos e verdes, Em processos malsaper- felçoados (Dufaycolor e Finlaycolor-ingleses) os elementos ! eram dispostos em trançados como redes, (fig. 12) Os processos aditivos eram mul- to simples e bonitos, Seus incon o venlentes eram, porem, tantos que causaram o abandono gradativo dos AUTOCNRONE mesmos, . . Nao permitlam coplas e apre - sentavam e vel FERN AÇÃO. DUFAYEOLOR. O aparecimento dos filmes bas Fig. 12 FINLAYCOLOR dos na síntese subtrativa de aros fol o passo seguinte a decadencia dos processos aditivos. Os processos basesdos na síntese subtrativa sao a base de toda a fotografia colorida atual. Qualquer processo, seja ele Agfa-Gevaert, Full Kodak, 3M, etc basela-se nesse tipo de síntese cromatica Embora a química dos processamentos seja diferente para cada marca, o resultado final e o aspecto estrutura! das películas e muito semelhante. 8,.3.0,.P T 5. Ie fo e na sintesg aditiva de cores essá implícito um proces- so de adição, na síntese subtrativa esta implícito um processo de eus tenta . Na síntese subtrativa, o processo e inverso, Subtral- mos sempre um comprimento ou varios da luz branca para que obtenhamos uam determinada cor, Na síntese aditiva, o vermelho, o verde eo zul adicjo- namese aos pares da seguinte forma, dada agora como revisao: AMARELO = VERMELHO + VERDE MAGENTA = VERMELHO + AZUL CYAM - AZUL + VERDE Se adicionanrmos as três cores primárias teremos VERMELHO + VERDE + AZUL = BRANCO,*£ Estudemos agora es três tonalidades formadas. O AMARE LO É CONHECIDO DE TODOS, O MAGENTA, é uma tonalida- de purpura, conhecida em linguagem popular como golferino. O mA e um azul - esverdeado, a e-examinando a figura Il,vemos que essas tonalidades tem algo em comum: a cada uma delas falta uma cor para for- mar o branco. Pars que tsso ocorra, basta adicionar o azul ao amarelo, o verde ao magenta e o vermelho ao cyan. - à POR “STO, O TRIÂNGULO CENTRAL CURVILÍNEO DA MIS. 10 E BRANSO.
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Pr AA pe 244 26 AMARELO + AZUL = (VERMELHO+VERDE)JHAZUL «BRANCO MAGENTA + VERDE «= (VERMELHO + AZUG:VERDE=BRANCO CYAN + VERMELHO=S(AZUL+VERDE)+VERMELHOm = BRANCO É FÁCIL VER QUE AMARELO = BRANCO - AZUL MAGENTA = BRANCO 34 VERDE CYAN = BRANCO - VERMELHO, Portanto,o azul é o complemento que falta ao amarelo para formar o branco. O mesmo podemos dizer em relação ao magenta e o verde e em relação ao cyan e o vermelhos, 4 Algumas vezes, o amarelo, o magenta e o cyan- em razão do acima exposto- sao tambem denominados: AMARELO : "MENOS AZUL! MAGENTA : "MENOS VERDE! CYAN : "MENOS VERMELHO E, Isto nos permite checar à detinigão do que são cores complementarsso Lima cor e complemento de outra quando A sua soma da o branco como resultante . Portanto,o azul e complementar do amarelo, O verde c complemeniar do magen- taçO cyan e complementar do verme iho, se combinarmos estas tres tonalldades? Nenhuma ror passara pols o amaçelo tarra o azuí, o magente barrarã o ver de eo cyan barrara o verme lho, por Isto que o trlangulo central curvilineo da flg.11 e preto Por outro lado, examinando-so o diagrama da mesma figo 11, vemos que e possível a foçmaçao das tr2g cores prilmarlas dos distemas aditlvos,atraves da combinação de pares de cos res subtrativas: MAGENTA + CYAN=AZUL «BRANCO-VERDE-VERMELHOSAZUL AMARELO + CYAN=VERDENBRANCO-VERMELHO- AZUL=SVIERE MAGENTA + AMARELO=VERMELHOSBRANCO-VERDE-AZUL= BRANCO Na figura 13 pode-se visualizar melhor o processo, À esquerda vemos a luz branca, na verdade uma mistura do trio jo a ip ge LA ii pelos pares de filtros, No primeiro caso, o filtro cyan barrou o vermelho, o amarel barrou o azul e sobrou SERDE. No segun E ca aee à Leio barrouo azul, o messnia barrouy o verde, e scbrou o ma | VERMELHO, No terceiro caso, o magenta barroiuw o verde, o cyan barrou o vermelho e o resultado foi o azul, 1 poa vez o VERA] q ls preneg E vaxoR peeg =| |. u ) AU 7 ds e o MAUL $ 45 — faz >» z vu < x | o O) nã ps e ERME : | er —r—Auo v de E W 2 AZUL A qy jia < & z < « J E
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cs Akcsog pesgjas 27 Nos flimes coloridos modornos, as cores são formadas pelo mesmo mecanismo, Ao contrario dos flimes aditivos, com suas estruturas de grãos de fécula ou redes, os modernos fil, mes syubtrativos sao formados de tres camadas superpostas de emulsoes de gelatina sensíveis ao amareio, cyan e magenta, As diferentes saturaçoos de cores em cada camada produzem a seno sação de todas as coros que vemos. So num silda por exemplo, vemos um tomate vermelho, Isto significa qua camada sensível ao cyan fitou transparente e Incolor, enquanto que as camadas gmarela e magenta combinaram-se para formar o vermelho que correm e percebido, E assim por diaie, Como Je dissemos, apesar das diferenças de marcas o ! processos químicos, todos os resultados finais sao semelhantes a em termos de estrutura de película Ha apenas dols pontos a Í , ressaltar: ' a) Em alguns flimes, os coratos des camadas são dados através de banhos guímicos de corantes apropriados. o caso do Ke dachrome, Em o ut roat a matorla dos casos) os corantes Ja! estao nas emulsoes.É o caso do Ektachrome, Fulichrome e da maioria das marcas do mercado, Por tal razao, o proce so de revelação do Kogachrome e complicadíssimo, tornando seu uso muito problematico para quem nao resida na Europa, E, UU, A, e Panema, Os demais flimes nao apresentam pros blemas e sua revelação o relativamente simples, b) Todos os flimes coloridos produzem Imagens negativa, na pri meira revelação, Nos filmes negativos essa Imagem * con vada para a produçao de coplas «papelpositlvas, E o caso do Kodacolor, da linha CN da Agfa-Gevacrt, do GAF Color + Print Filmoeic.Nos filmes revorsíveis (talide! od! revorsar), apos a obtenção da Imagem negativa, ela e tratada para que se tronsforme numa imagem positiva Reverte-se a imagem pa ra que se obtonha a dlapositivo projetavel, Dal a razao do nose me de tais flimes: reversível s. 6. 0,0 ESCOLHA c A CONSERVAÇÃO DE Fil, e 0 100. NCOE CREMO OU COLORIDO? mora a fotografia a cores represente um enorme avan, ço tecnologico sobre a fotografia em preto e branco, de modo eilgum podemos afirmar que aquela superou esta Em primelro lugar ha varlos aspectos estéticos e obleti= vos a considerar: A fotegrafla em preto e branco alnda 6 a ! mais expressiva e necessaria para fotos do diversos tlpostoveg | tos soclo-políticos, aspectos de expressao etc. Uma foto de uma manifestação de rua, por exemplo, fica muito melhor em preto e branco. Tudo ficara mais enfatizado: a importancia ou a ora vidade do momento, expressoss faciais, conflitos ou movimentos . de massa, tudo fica perfeltamente rossaltado em preto e bran . co, Todavia, se usarmos a numa situação dessas,o + "gtamour!! natural dosta dilulra consldoravelmente o Impacto! visual de multa situaçoes, Exemplificando, a fojo a cores! pode equalizar emocionalmente uma pmultidao colerica e uma? ategre felrn-livra d o a Por tals razoes, nao nos agrada a recente tendôncla ao u- so Indiscriminado da cor na Imprensa, cinoma o TV, As vantanens da fotogrefla a cores sao, entretanto, ovl= dentes cm ouiros aspactos: melhor Impresseo de uma realidade bucolica, pastoral ou pelsagísticajembelezamento de cena foto, annôêndâncmalnam namomiasaa da mim datalhas na uamanô asma Lo O o
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*1,0.d9 28 Portanto a conclusão é simples: as vantagens e desvane tagens dos dols sistemas complementamese, Se a fotografla a cores é o recurso da visualização e encantamento imediatos, o= branco-e-preto a ,o do consefvavel por longo tempo. À fotografia branco-cepreto é despojada mas duravel; a colorida e bonita +! mas perecível. Todo o nosso entusiasmo esbarra naquela oniprg . sente advertência do fabricante: "trocamos flimas defeituosos ou mel-embalados, mas ndo podemos garantir o filme quanto a mu-? danças de cor, pois os corgntes esmascem-se com o tempo, Mas ha uma Indiscutível vantagem no flime colorido, que muito Interessa a ufologia: é excelente como documentação de! fatos obscuros ou turvados, Alguns truques, que qualquer amador pode fazer com filmes preto-e-branco, requerem hablildade pro fissional para serem p rados a cores, No que se refere a sensibilidade, o flime colorido sempre perdeu para o preto-s«branco, Recentemente, a situação mudou ! um pouco com o lançamento de alguns flimes coloridos negatie! | vog de 400 ASA, Entretanto, no setor de transparencias(sildes) o unico produto comparavel tem qualidade de cor muito discy, tida e esta praticamente desaparecido do mercado europeu e + latino-americano . No caso dos filmes em branco e preto, so contrarlo, en- contram=-se excelentes filmes de sensibilidades que variam dez de algumas ate milhares de unidades ASA, . Ai estão os impasses, seguidos de ponderações. Com eles, cremos que o leitor ja esta de posse de orientação suficiente pa ra questoes de escolha de filmes 8.2.0. PROCESS AMENTOLCUIDADOS, . Todos os filmes sao feitos de modo a gerem compatíveis ao maximo com os varios produtos de revelação e coplegem, que encontramos no merçado, . a No que tange a revelação, fixação, tanto do negativo como do paei copla, todos 9s filmes branço-e-preto podem ser rove- lados com formulas baslcas, quase que univershis, a A maloria dos flimes coloridos tambem tem essa tenden- cla, so que de uma forma diferente, onde sentimos a potencia da Eastman Kodak: De fato multas marcas oferecem a possibi- lidade de processar seus produtos com a química da poderosa firma de Rochester, É o caso ga Full- 3-M e outras, Sua malor concorrente é a poderosa multinacional germa no belga, a Agfa-Gevaerte . A química dos produtos Agfa-Gevaer$; e bastante singulas | As unicas marcas que dela se aproximam sao a Orwo(Alemanha Oriental) 9 a GAF(E.U,A.). À razão é simples: ambas Já fo- ram divisoes ou filiais da Agfa, . No que se refere a coplagem, a compatiblitdade é malort* ainda, Teoricamente, qualquer filme branco e preto pode ser?! copiado sobre qualquer marca de papel, - . Para os flimes coloridos a coplagem e duplicação são !. bem compatíveis, Pode-se dupilcar um slide origina! Kodachros me com fiime Agfachrome, ou Fulighromo, Para os negativos co loridos o provesso tambem e possíveltum negativo Agfacolor ! pode ser copiado sobre qualquer tipo de papel: Agfa, Kodak, Fw Ji. Obvlameme um negativo Agfa tem de ser,coplado,digo rove- fado com a química da Agfa E o papel de copia tera de ser ros velado com os produtos pertinentes ou compatíveis com sua mare ca, O que parece ser um oceano de facilidades para o consuimi- dor, encobre-decerta-forma- uma armadilha, Repare o Ioltor, que ao descrevermos os expedientos acima, Jamais falamos em Igual dade, Ha em tudo uma questao de compatililldade, De semelhança sDPortantos . Se um ysuario deixar que seu flime geja processado ou! coplado dtraves de qualquer uma das situações descritas. daverá cria i t i
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2 « 29 No caso dos flimes preto-e.branco, co processamento , “de qualquer jeito” tambem tem suas consequencias, Como exemplo, ha os flimes IlfordlIngleses).Processados com pro- dutos originais, sao maravithosos;com outros produtos podem causar surpresas desagradavels, a nao ser em maos multo come petentes, a Para os flimes coloridos reversíveis, ha um pouco mes, nos de perigo, Mesmo assim, vale a pena revelar um flime Egylichreme com produtos da Full, Processado com Hkitt"Kodak ha q risco de se perder exatamonte !'aquele!'detalhe de cor que estavamos desejando, Port tals razaes- caso se deseje uma qualidade excepclo naleo processamento deve ser gondado peto usubrio,No caso do Brasil, a maloria dos laboratorlos esta centrada e orientada qara a linha KODAK, Este fato ms obriga a uma preferencia, as vezes aigo forçada, pglos produtos da referida empresa, Ocorrendo o contrano isto e!'casamentos'! entre um o negativo de uma marca e papel de outra, podem ocorrer falhas, | gritantes na cor, O casamento Kodacolor-Agfacolor pode azue lar ou arroxcar fundos brancos, colorir de amarelo ocre a pe» . te das pessoas, ou desbotar o azul do ceu; . É Entretanto, havendo em sua cldade laboratorlos centra-s. dos em outras marcas, use os produtos delas conforme sua 1 preferencia pessoal.Para quem mora no Rio de Janeiro, por? exemplo, ha a disponibilidade dos Laboratorios da AgfasGeve sert. Dispoe-se portanto -all- de uma certa tranquilidade na escolha de tals produtos, Em Sao Paulo, o mesmo ocorre em relaçao aos laboratorios da Full, que sao excelentes, Mas € o tifique-se de que-caso entregue o flime a uma firma intermedia ria, esta val realmente mandar seus filmes para os laboratos rios adequados. Ão receber as fotos, verifique no verso das | coplas se, usaram papel original ou se houve "casamentos À. , «A unica forma admissível de se fazer um "casamento! | que de resultados bons e o de faze-los atraves de um laborato= rio profissional de fotoacabamenio,0s autores conhecem, por exemplo em BH, um profissional que faz maravilhas coplando nesativps Kodak e Full sobre papeis Agfacolor, prudente ter-se um laboratorio de confiança, Escolha . um que nao seja multo grende Um lugar onde se possa conver . sar e combinar as coisas com o pessoal do laboratorio, Trate- os bem pois boas relaçoes sao necessarias na hora em que se precisa de uma boa ampllaçao, de uma revefaçao com sensibi-. tidade alterada e outros serviços especlaiso a Todas as providencias e precauoes cltadas sao, em parte, dispensaveis em casos de fotos corriqueiras. Mas para um pro- | fissilonal e no caso especifico da ufologia, todo este conjunto de Instruçoes tem um sentidoO de Impedir que uma boa foto, grafia seja estragada ou destrulda por um acidente de processa mentos 8. 3,0, ESCOLHA DE FILMES. . O comercio de materia fotografico varla de país a ' país e ate de estado a estado. Logo, a primeira pergunta queo t suarlo geve fazer a si proprio e: estou comprando um materia que esta de acordo com minhas necessidades? , À escolha de um flime deve,portanto, obedecer a uma se, rie de objetivas. Se o que queremos fotografar tem implicações de mostra ao publico, Intercamblo ou confecção de fotolitos-o silde e uma bca escolha, Para fotos em preto e branco sim- ples devemos sempre pedir coplas em papel brilhante. Isto faz cllita a confecção de cliches, Para a documentação, divulgação discreta ou Intercambio postal, o filme negativo colorido eu. ma boa escolha
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ARA 19 p. asus "o . aa Há ainda algumas gituações relacionadas abaixo, para orlentar o teltor, quanto à compra e uso de flimest: ajOs filmes reversível s, são muito problemáticos, caso so quel ra obter foto em papel a partir deles. Alguns processos se ram custosos e a copla apresentava uma perda de fidelidade de cores da ordem de 20% qUm outro processo era o de fazer um fiime negativo intermediario, Recentemente, a CIBA lan çou um sistema de coplas a partir de sildes que é o CIBA CHROME, Os resultados que vimos sao bastanje animado- reg. À popularização deste processo facllitapa enormemen= te aqueles que lamentavam não poder tirar coplas-pape! + boas de seus ''siides!t, .” e bD) A literatura sobre objetos -aéreos nao identificados esta, chela de casos de perdas acidentais de documentos fotogrã= ficços, Por tals razoes devemos ter o maximo cuidado para não perder o filme de vista e usar uma marca facl] de ser processada na propria cidade em que resida o usuario, Jão mails usar filmes como o Kodachrome ou o Agfacolor CT<18, excelentes, mas com o risco de exravios devidos aos ione gos percursos a que estao sujeitos. cjÃo comprar filmes de alta sensibilidade, culdado com pro blemas de calor.va dissemos como guarda-los. lima boa l= dela é a de Jamais guarda-los ou compra-los a menos de 6 meses do vencimento Tails filmes tambem sempre tem pro= blemas de granulLação, Certos fabricantes, Inslnuam que seu filme ultra-sensívol não dá granulaçao.Naç acredita O pros blema pode estar atenuado, Superado nunca, d) Quanto à fimpeza e conservação, nunca colocar os dedos sç- bre sildeg o fatos, Empunha-ios pelas bordas. A golatina e sensíve! as pressoes e gorduras dos dedos, À poeira pode ser retirada com um pincel de pelo de martas ejCuldado projetor de slides. Alguns vêm com lâmpadas de até 500 Watts. Tals lampadas so devem ser utlilzadas em gran- des ambjentes, Em amblentes pequenos, as lampadas de pro Jeção nao devem ultrapssar 200 Watts. O uso de uma lampa- da forte em amblente pequeno pode ate incendiar o silde, fJO pesquisador de objetos adreos não identificados deve Pg- dobrar o culdado para com as fotos de seus arquivos, Alem de cyldados de natureza tecnica, precisa ter uma certa es- trateégia de proteção em emnte, À razao residçg nos aci= dentes! a que estao sujeltas as nossas, ja precarlas, prgvas fojograficas. lim certo senso de ordem tambem e necessarios, Ha pessoas de nossos grupos que vivem perdendo coisas, Cau- spidesorgem mesmo,A CIA e os "Homens de Preto!! nao ? tem nada a ver com isto, g)Culdade com as pessoas enrol adas, de espírito desordeiro ou Irresporsgavels.De nossa parte, temos uma estoria como exe emplo. Ha alguns anos o CICOANI fol procurado por um porter de conceltuada cadela Jornalística, Pediu-nos uns «É des emprestados. para uma reportagem. Presslonados e so protestc.; de garantlas e consideraçoes, cedemos. Dal a al= sum tem -» , surpreendentemente, houve a devoyução Impecavel, Dal a alum tempo,houve novo pedido de empresíimo. Diante dos antscedentes confiamos no rapaz, Al entao, surpsegal Nunca muls vimos os siidessFellzmente, de aigiumas tínhamos duplicatas. Outras, Inclusive fotos memoravelis, perderam-se,
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Da pal! APÊNDICE AsEQTOGRAFIA INERAVERMELHA, se A. 1.0. INTRODUÇÃO, . . Um novo recurso fotografico fol, recentemente, posto a ; disposição do publicosfilmes sensíveis a radiação Infravere mejha. À principal fgrnecedora à a Kodaks que-a pedido do us suario fornece tambem literatura especlalizada., , Sabemos que a luz e um fenomeno ordulatorio, Uma one da um pouco diferente de outras que conhecemos, mas para muls tos casos, podendo ser considerada como onda. Na seção 5,5,2,2 vimos que acima comprimento de onda de 700 e abaixo de 400m/,, penetra-se na faixa do Infravermelho e Itravioleta,res pectivamente Alguns seres vivos podem !veri! tals cores, como os insetos, por exemplo, Nos humanos, entretanto, so podemos sentir seus efeitos de forma inditetar em fiimes, substancias e mesmo em sensações ffsicas(queimaduras, eritemas cutâneos) etc. Se pudessemos ver o Infravermelho, vorfamos uma barra * aquecida tornar-se tuminosa muito antes dg ponto em que eia se torna em brasa "Ficar em brasa!'s isto e,vermelha, a pri meira cor que o olho humano distingue. A radiação infravermelha, bem como a ultravioletaçpode ser emitida ou refletida por qualquer corpo cujos atomos conse tituintes gejam convenientemente excitados, . Alem disso, cada corpo tem um modo proprio de absor=e ver ou refletir a iuz, inclusive a do espestro Invisível A ra- dlaçao Intravermelha, por isso mosmo, e um excelente melo de diferenciação, Os primelros usos de fiimes infravermelhos datem da Segunda Guerra Mundiaf, Durante o conflito, as fotos Infra- vermelhas permitiram quo so pudesse distinguir objetivos mi litares falsos ou camuflados, Fol o caso de diversas Instala çoes ido mentira! construldas nas proximidades das verdadelo ras que, Inlclalmente, confundlam os bombardojros atacantes. Claro, as fabricas e edificações fame nao roefletlam ou emitiam radiaçoes intravermelhas da mesma manelra que as vg dadelras , que eram solidas,chelas de equipamentos aqueci= dos, etc. - Desde entao os flimes infravermelhos mostraram-se pazgs de outros, dlagnosticus:i diferenclaçao de vegetação viva e sa de vegetação artificial ou doente; fraudes em obras de! arte e documentos e-finalmonte-fotos nas mais adversas con- diçoes de luz, , O uso e manuselo de taly filmes apresentam uma serie de probiemas, o que requer paclencia e duldados dobrados, por parte do usuario, Ja existe Ilteratura a respeito em revistas de fotogrs=- fla. Infetizmente, pelo que pudemos averiguar, pouca utilidade tom cs comentarios que epcontramo 8, Tudo e feito de forma muito aleatoria, con sensível preocupação por meros efeitos artísticoss a Portanto, resta-nos lançar mao da literatura dog fabril cantes, alem de multa paciencia para experiencias metodicas, RAFIA INERAVERMELHA EMMPRETO E º Ão otografia om preto-sesbranco com filme Infravoermos lho pode ser definida como a teenlca do uso de uma camara o d de um flime para registrar um assunto ou cbjeto que emita rg dilação Inftravermelha O rosultado é registrado num negativo | sensível ao Infravermelho e a reprodução e feita om papel fotoe Í t Ac2vs 0 os AcZo to grafico convencional,A excitação do objeto fotografado pode ser feita por aquecimento, por Iluminação através de luzes de gomprimento curto ou ultre-curto(ultravioleta). À luz do sol e perfeitamente utllizavel, apesar das perturbações causadas
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AR. 44 peaajas 31 pelas perturbações atmosféricas. O flash eletrônico é multo bom para certos assuntos vivos, o As emuisões dos flimps em questão são sensíveis ao? violeta, azul e vermelho, alem do infravermelho. Logo, um filtro sobre a camara ou sobra a fonte de Iluminação, pode ser usado para barrar aigum ou todos os comprimentos que prove nham do espectro visivel ou da falxa do multravioleta, Quando se eia que o fiime registre apenas a tuz In fravermelha emitida (exomplo, um ferro de engomar aqueci- do) e nao a refietlda, ou sejada fonte de luz que ilumine o Jeto, e preciso cobrir a fonte de iluminação com um filtro capaz de absorver a radiação infravermelha de cor arzuleesver= deada, Num filme Infravermelho a focalização é problemática, É que o foco fica situado numa distância um pouco malor do que a indicadas, a Em termos de equipamento, temos dois casog a tratart camaras dotadas de ponto de foco Infravermelho e camaras sem esse foco, A2.2). FOCO EM CÂMARAS DOTADAS DE PONTO DE Foco IANEBAVEBMELHO . Nessas câmaras, à esquerda do ponto de foco comum, eg, ta grafado um ponto ou a letra F, geraimente em vermelho, O foco se faz em duas etapasi 2 FIg A1 a ajFocallze normalmente Seja O um ponto genérico de dise tancla focalizada, ag É! o Figo à&2 TVE TT b)Desiloque o ponto O para a dirolta, da modo gue a distância de O ao ponto normal de foco sepa Identica a distancia en- tre esse ponto e o foco infravermelho, Geometricamente AB=BC, Em outras palavras | o ponto O e o ponto de fo= co Infravermelho ficam simetricos em relação ao ponto de foco normal. Ao2. 3. FOCO EM CÂMARAS SEM PONTO DE FOCO INFRA- v a , ocalizar normalmente,Medir a distancla do assunto ato a lente da camara, Afastar a camara 0,25% da distancia Indicada, para tras.Se possível usar uma trena«ePara assun- tos distantes, ignorar correções, A,2. 4 CONSIDERAÇÕES FINAIS SOBRE INFRAVERMELHO au als E BRANCO. uanto malor a bertyra da camara, malopos os proble- mos de foco, A abertura mínima regomondav ei 6 de f/1t. Fotos com com tantes, de aproximaçao são possíveis, mas trabalhosas e? e problemajicas, Com estas e com flitros que dilwlnem a falxa de luz visívei, o foco dovera ser feito com o maior culdado, Os problemas podem ser mlnorados ss usarmos uma mã- quina reflex com a objetiva coberta comn filme Kodak Wratten 2sS(vermelho) ou equivalente, . Apesar de todos os cuidados, as fotos difusas são típi- cas, As diferenças mais notáveis entre o aspecto de fotogra flas convencionais e Infravermethas em Preto e branco, são!
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TI + 32 a) A vegetação sã apareçe branca, çomo que coberta por uma & geada, A agua e o ceu, graças a sua grande capacidade de absorção, aparecem muitos escuros. Uma vegetação com qualquer probiema(definhamento,pragas, mistura com plan- tas artificiais) mostrará manchas escuras onde houver tais problemas.Os troncos apresentar-se-o sempro pretos por estarem cobartos de tecidos de celulgs mortas oy Ilgnificades A agua contaminada ou polulda tambem mostrara mudanças de tonalidade bJAA pessoss aparecem multo pálidas nas fotos som filmes Infravornelhos,O filme Ignora tinturas, cosmeticos é re- cursos para encobrir defeitos físicos ou de pele, cjRetoques em pinturas, por mais perfeitos que sejam, serão revelados, Estes fllmas são otimos para estudar fraudes e danos em obras de arteçSe fosse materlal barato, o fil= me Infravermelho poderia ser uma otima arma para compra dores de carros usados, daqueles que o dono diz que “nunca bateurçà fotografia infravermelha revela Inpledosamente ! arocas de solda,ferrugem, desamassamentos, etco etc. g)Para a ufologla, este flime é Ideal para quem se proponha a descobrir cortos aspectos nebulosos de sua presença entre nos. AÀ suspeita da existencia de Instalaçoes fixas em nosso planeta ventilada com frequencia cada vez malor na literatura especializada, talvez pudesse sc aclarada com o uso de tals filmes, A. 3.0. EDTOGRAFIA INEBAVERMELHA A CORES, As 3o to INTRODUÇÃO. Os mes coloridos para Infravermelho aprezentam me- nos problemas em relação ao problema de foco, Por serem ? tambom sensíveis a partes do espectro visível, não precisam dos trabalhosos processos de foco dos filmes IV para branco e pretos 4 As 3.2, Eles INPranyEnMELHoS ALCORES, films mais típico e o Ektachromsa Infrared, É um flime de cor falsa: as cores que nele ss formam Ilustram ape- nas os diagnosticos diferenclals que pretendemos fazer, Nun= ca corresponde a realidade das cores, O Ektacheome khrared tem a area de gansibllidado des- locada no espectro, Como todos 95 flimos é cerufvol q tries cores ave constituem o seu primarlo Elas se contlnaam para formar Imagens provenl ent es do Infravermelho, verde e vemeltfio, Um flitro amarelo e edo para barrar o azul, ao qual as cuina das sao tambem sensiveis.Mas, apesar do bloquelo do filtro amarelo, ainda assim o azul pode ser formado no flime, Se a Imagem amarela for multo brilhante-na camada sensível ao ver de, havera predominancia das camadas cyan c magenta, que se combinarao para formar o azul: . . CYAN | =AZUL + VERDE MAGENTA «=VERMELHO +AZUL CYAN + MAGENTA= AZUL. HVERDE+VERMELHO):AZUL= =AZUL. +AMARELO + AZUL =AZUL -AZUuL + AZuil AZULO A senslblilgade deste filme não pode sor exatamente de terminada, polis ha o problema de sua senslblildade ao Infra- vermelho. Entretanto,a luz do dia com o filtro Kodak Wratten
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Os filtros devem sen! ts clem 42, CEROC mais um Corning ces 159 Para flash eletrônico, dsmos a tabela abalxo: SAIDA EM BCPS aso 1000 2000 4900 8000 Numero gula as 8o 110 160 220 Como se v8 og números guias são muito grandgso Pode seo pensar em experiencias com flimes e usando o metodo do flash com camada de lenços RECIPROCIDADE: ompo de exnosição 1/1000 1t/100 1/10 Aumento de exposição nenhum nenhum Ieffator de filtro Elitro nenhum nenhum CcCczuB Este filme ton Lititas. & gposlção de À 1/2 póntoe Todas estas Informaçwes nos levam à seguinte conclusao quan do se usar este fline pura gnsalos críticos, tem-se de tirar um fitric teste, fazendo-sc varias tentativas pars cada assunto e condiçao de luz! O assmto a fotografar deve scr fotografa- do Junto cor q nhjeto testa, nara cfaito do calihcaçaoç O mes Inhor objeto testo e pol r humena branca e nao queimada de sol, À exposição certa sera aquela om quo a pelte for registra da em brerco com um leve tom azulado, Isto equivale a dizer que, ao tado do objeto fotogratado. alzuem posicionar cru pe, mao, braço ou qualquer cuiro irechr do corpo, desde que nas condiçoce acima, O Ektachrome Infrared pote ser usado raca Fotegrofla científica alfcrenclalcNur dos nossos aponcies, adiante, são encontradas listas de ensos mails comuns de uperciictan de obe fotos fotografados com esta filme, Para a Investisaçno q pesjuls=s dg campo,na ufologia,es ta filo e inutioularvente util, Podera sor miiizado não so pura a analise de efeitos físicos c.: nessogas, plantas e sola, como tambem para fotus em plena ascuridao, o «Nos ultimos tempos, casos da gnacontro: “raximos noture nos tem aumentedo, Neles ocorria vnrias vezes v cesmiintos “disco! e «q observador permanccom físiuos por iangor períodos em mutua olisourvação E al que eso filme pocora funcionar perfeitanientoa, Exproriencias levadas a efeito pelos aubtes deste treba- tho levaram as seguintes concl usoss. "Jum necunto Taertenmerto Iumirot- code sor rentatrado com urna cxposic a. de poucos segundos Letaihes muinres nao apare- cem, a . sjexpostanos da Sa 18 minutos ,9/2,8, distarcio no EInfiutto, poder registrar nm encuridus cc Lora, Coto e prularu tugadl.. zada, Aparecem detalhius do carry, wmectos gratogleas, além do veículos sstacianades na escurígio Nm cos sitios que otbtivo mos, apare cm Vetocwysge estociinado « com 38 farois ace- s95:.Nu prusiidudo o volculo voc (cdovisto roer tos e seus fa-tf rnts estavam apagados. clfotga em noite escuro a mubloda, neo marina cordicçoes dg ex posição e skerura do item b, vodom revelar objetos atraves tas nuvens tag como crtrefa. myer asso vo snabo mais o . qua? . - dA) Para ta! tipo do fatos nao vsumor fera = uspégie nigumasç As fotcs mostraram, por Iste mesmo, terte dcominancia de azul, Entes mel
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o Axe 34 de 3, 3º CONSIDERAÇÕES FINAIS SOBRE FOTOGRAFIA INERAVERMELHA, A fotografia Infravermelha,% apesar de sous proble- mas teóricos e técnicos, 6 uma promessa animadora para a ufo .. logtas penas reunimos as Iirformaçoes mais Imedtates e Importantes. A nossa bibliografia contem os nomes des fentes de informa- ção a esse respeito, Os autores deste trabalho, poemese à disposição de sas colegas caso haja duvida ou necessidado de malores informações sobre este tipo de fotqgrafia, No que concerne a obtenção dos flimas, no caso do Bra. . sit, os difiçuldades aymentaram muito com as ainda recentes restrições a Importação, A Kodak , em casos especiais, pode importar um minimo de 20 rolos para quem os desejarçà opo- ração pode ser feita em contato dirsto com a firmas Finalizanda, advertimos que os fiimes Infravermelhos temem muito mafs o cstor da que os flimes normais, Podem ser estocages por pa períodos em freezors a temperatuo . lo ras de «15 C a Por os períodos, pedem ser guarda. dos em getadoira ema a 13C, Devem ser revelados o mais no depressa posslye!.Recomenda-se escurídao iotal na carga e descarga das camaras, rapida ns SE PU ES VE SE FR 1 TRUE CS E SE BIBLIOGRAFIA 1: Jalyroa. La photographle Jean Roublsr Libralrie Larousse e Paris/1969 ' Take colour Iisonard Caunt Toro Press Lide. London. 1970 Mannua! of Colour , Photography Edward SBomback Fountain Press/Londony, Como tirar boss fotografias Kodak Publicatim Rochester 4, S.A, É Kodak Infrared Ftims tdem tdem, idem o Toda a teorla apresentada sobre a mesma é um resumo, A- * Revistas ecanica Popular-Set/1975-pg 69, Ro Vota Tutt] fotografleMaggto/197Tapg, 45 Color Photography 1977 Photography DIrectory & Buyng Gulde/1977 Eastman Kodak Cos. Agfa -Gevacrte Full Photo Film Ltd -
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APÊNDICE B: RENDIÇÕES DO FILME EKTACHROME 35 INERBARED- Assunto cu Qbisso Lesão melanótica retintana Oclusão arterial Retina norma! Áreas melanóticas superficiafs Velas Superficiais Sangue Venoso Sangue arterial Manchas Vasculares Áreas infiamadas da pele Tecido fibroso(Colagogo) Colesterol! Cimento dentário Prata microscópica(auto-radi ográfica) Hemosiderina no fígado(sem manchas) Folhagem verde decídua normal Folhagem doente ou murcha Sempre Vivas Lagarta verde Rosa vermelha Céu Azul Pigmentos verdes(como a mamona eo mamoeiro) Corantes verdes Tecido preto Cabelo castanho Plumagem amarela Abacate AR. 1a pas GOL. Azul-Escuro AzulsCyan É Vermelho amarelado Vermelho AzulcEscuro Castanho avemelhado Castanho esverdeado Castanho esverdeado Amarelo Azul | Azul pálido | Branco marfim | Preto | Verde | Magenta Avermelhado Vermelho Escuro tendendo a cyan-sma- relado. | Marrom avermelhado rosa acastanhado Amareio , Azul celeste Púrpura Magenta Vermelho escuro Marrom avermelhado Azul- É | Púrpura
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a ABI Ape 3afes APÊNDICE C-LINHA DE FILMES AGEA-GEVAERT 36 FILMES EM BRANÇO E PRETO NEGATIVOS. NOME SENSIBILIDADE FORMATOS ISOCHROM PAN (+++) 100 ASA 120/127 ISOPAN SS (+++) 100 ASA 135/126/raplid AGFAPAN 100(prof. (++) 100 ASA 120/1385 AGFAPAN 400(prof. )(++) 400 ASA 120/135 AGFEAPAN 1000(prof.)(++) 1000 ASA 120/1385 ASFA ISO REKORD (4H) 1250 ASA 135 EILMES COLORIDOS NEGATIVOS AGFACOLOR CNS-2 (+++) 80 ASA 120-126- 127-135-110-rapt FILME PARA TRANSPARÊNCIA BRANÇO E PRETO AGFA-GEVAERT-DIA DIRECT 36 ASA 135- (+++) FILMES COLORIDOS REVERSÍVEIS- Agfacolor CT-18 (++) so ASA 135/126/120 I27/RAPID | Agfacolor CT-21 (+++) 100 ASA Idem- Agfachrome 505 (+++) 50 ASA 135 Agfachrome 64(+4) 64 ASA 135/126 Nota:sO Agfachrome 64 é conhecido na Europa como Peruchrome 64, O Agfacolor CT-18 /21 -otimo para fotos de pessoas morenas ou queimadas de sol. CONVENÇÃO PARA DISPONIBILIDADE NO BRASIL- +++ fácil ++ diffeti + ocaslonal. Esta convenção será usada em todas as listas de filmes.
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mio Ra, 33) 4 APRDICE D: LINHA DE FILMES DA FUJI PHOTO FILM LTD. FILMES EM BRANCO E PRETO NEGATIVOS: Nome Sensibilidade Formatos Fuji Neopan SS (+++) =160 ASA 110/120/126/ 127/135/RAPID Fuji Neopan SSS(m+) 200 ASA 120/135 Os filmes branco e preto da Juji tem a vantagem de serem encontrados frequen- temente em form rebobinada, o que os torna bem baratos. FILMES COLORIDOS NEGATIVOS Fujicolor F-11-100 (+++) 100 ASA 110/120/126/ 127-135- Pujicolor F-11-400 (+++) 400 ASA 235 Na nossa opinião o Fujicolor F-11-400 apresenta os resultados mais bonitos de todns os novos filmes coloridos de alta sensibilidade. Principalmente com a revelação do próprio Laboratório Fuji em São Paulo. 1 FILME COLORIDO REVERSÍVEL, Fujichrome R-100(+++) 100 ASA 135/126 O Bijichrome é um excelento filme para slides. Lara quem gosta de tons suaves ,é o filme indicado. Tem um dos melhores tons de pele tanto queinada pelo sol co- mo clara.
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poem o MOX IB p. vai APÊNDICE E:LINHA DA EASTMAN KODAK COMPANY 38 Nota: A ilnha Kodak é a maior IInha de produtos fotográfi- cos do mundo, Relacionamos aqui apenas os produtos que mais de perto nos Intgressam, Malores informações podem ser obtidas Junto a matriz braslleira da firma em São Paulo, FILMES NEGATIVOS P A NOME SENSIBILIDADE FORMATOS- PanatomicaX (++4) 32 ASA 120/135 Pius X Pan (+44) 125 ASA 120/135/220 Verichrome Pan (+++) 125 ASA 110/126/120 220 t Tri-X Pan(4++) 400 ASA 120/126/135/ 220 RoyalX Pan (+++)(+4) 1250 ASA 120 | 2475 Recording Elim (+++) (++) 1000 a 3200 ASA 135 HIGH SPEED INFRARED (H) «soe» 135(20poses) i Notu: O filme High Spesd infrared rem várias Ilnhas;confor- me o tamanho varia o prosiseet o sufixo alfenumérico final 2481-HIE-430 (16mm) | 2481 -H1E-417 (35mmm), 2481 -H1E-421 (35mm-cameras especiais) | 4143 (35mm)-alcança comprimentos de onda de 900 mi!Imicrons-penetração em neblina, EU MES NEGATIVOS COLORIDOS Vericolor 31 (++)(prof.) 100 ASA 135/12 | Kodacolor It (+++) (prob) 100 ASA 110-120-126 127=135-620 116-616-828 Kodacolor 400 (444) 400 ASA 110/120/135. FILMES COLORIDOS REVERSÍVEIS- | Ektachrome 64 (+++) 64 ASA 120-126- 135-70mm Ektachrome 160(+++) 160 ASA 135/120/70mr Ektachrome 50 profleslona! (+++) 40ASA(lvz do dia) 120/13: * S0ASA(tungst.) “o Koduchrome 25 (+) 25 ASA 135 Kodachrome 409 (+) 40 ASA 135 Kodachrome 64 (+) 64 ASA 110/126 135 | Ektachrome infrared(++) o ta e ma 135-(20)
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ARX. rap U4/u4 APÊNDICE F:QUTRAS MABSAS 3. | FILMES EM BRANCO E PRETO NEGATIVOS= | NOME E PROCEDÊNCIA SENSIBILIDADE FORMAR: ILFORD (Inglaterra)HP-FP 50,125,400 ASA 135/120 +++ . ORWO NP-22 (Alem Orlental)(+++) 125 ASA 135/120 SAKURA (Japão) (+4) várias 135/120 EILMES COLORIDOS NEGATIVOS (só consideramos formatos 3-M Brand Color Prim Fiim 135) (italla/EUA) (+++) 60/400 ASA GAF Color Print FHIm(EUA)(++) 60/ASA OGACOLOR(Alem, Oriontal)(+) 80 ASA CURWOCOLOR(Alem. Oriental) so ASA SAKURACOLOR(Japão) 100/400 ASA 3-M Brand Color Slide Flim 64 ASA (+44) (++) GAF Color Stide FiIm(USA) 64/200/500 (44 (++) tifordchromo (Inglaterra) (+) Ja Peruchrome 64(Alem. Ocidental.) 64 ASA (4) Orwochrom UT-18(AlemOrlental( 100 ASA (++) Orwochrom UT <21(1dem) 100 ASAJ(++) A Peruchrome é o Agfachrome 64 . A perutz 6 divisão da | gta.
Fonte: Arquivo Nacional, fundo Objeto Voador Não Identificado (SIAN) — código de referência BR DFANBSB ARX.0.0.179.