Desclassificado

Mistério: o Brasil voltou a ver proezas do disco voador [ocorrência de objeto voador não identificado na Praia de Atafona, em São João da Barra]. Jornal de Brasília.

1977 · São João da Barra · RJ · Ministério da Aeronáutica

Código de referência
BR DFANBSB ARX.0.0.174
Período
1977
Local
São João da Barra · RJ
Órgão
Ministério da Aeronáutica
Documentos
Relato
Páginas
1

Resumo do caso

conteúdo editorial do site

Em 1977, moradores e visitantes relataram ter visto, por volta das 20 horas, um objeto voador não identificado sobre o mar na altura das praias de Atafona e Grussaí, em São João da Barra (RJ), descrito como uma luz brilhante e avermelhada que teria surgido e desaparecido por alguns minutos. O registro, do acervo do Arquivo Nacional (fundo SIAN), reúne uma reportagem do Jornal de Brasília com depoimentos de testemunhas locais, entre comerciantes e uma folclorista da região. Trata-se de relato jornalístico baseado em testemunhos, sem confirmação oficial sobre a natureza do fenômeno observado.

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NO Frasil voltou a ver as proezas do disco voador Quinta-feira, por volta das 20 horas, foi visto por diversas ..pessoas na praia de Atafona, em São João da Barra; um disco voador na direção oeste do mar, permanecen- do no espaço cerca de 10 minutos. Eis alguns depoimentos: Júlio Silva, proprietário de um super- mercado em Atafona, disse: “Tenho 72 anos de idade e pela primeira vez vi um disco voador. É uma coisa extraor- dinária. É feito uma bola. Na parte de cima uma luz mais clara em tom vermelho emite fortes reflexos”. Dona Irene, mulher do proprietário do supermercado, conta como viu: * “A altura do objeto para o mar era de uns cinco metros. A primeira vez ele surgiu às 20 “e 10, permanscendo no espaço durante dois minutos. Estava localizado -mais para o mar e quando iluminava clareava as nuvens encobertas pela escuridão ao longo do horizonte. Pela segunda vez surgiu e ficou no espaço durante cinco minutos. Era uma luz linda e desapareceu no mesmo lugar”. Rosimere Ferreira, saiu correndo de sua casa (que fica de frente para o mar) e ficou admirando. “Era uma estrela maior que as outras, mais brilhante, com quatro pontos. Em sua volta acendiavxuma luz vermelha. A grande estrela era: prateada e quando acendia a luz vermelha provocava um, forte reflexo; ilu- minando todo o céu” Ana Augusta Rodrigues, folclorista” e figura conceituada em Atafona, afirmou: - “Minha fidelidade com relação aos discos voadores continua intacta. Acredito que a radioatividade da praia de Atafona tenha al- guma influência na atração desses objetos para a nossa região. Já tive a oportunidade de-ver um disco voador há alguns anos pas- sados, aqui mesmo em Atafona. Isso é uma E sesgral de crença. Por que negar a realidade? or que negar a possibilidade de outros planetas terem vida? Por que motivo o “privilégio da vida só para a terra? Espectadores situados na praia de Grus- sai esticaram os pescoços e gritaram: “Lá vai ele”. Depois começaram a aplaudir. Outros insistiam em afirmar que se tratava de uma bola de fogo, enquanto que a maioria, com os olhos fixos no objeto, dis- cutia sobre 0 ponto exato em que ele surgiu. O clarão provocado pelo objeto permitia uma visão nítida das nuvens, que apresen- tava cor azul-rosa pálido. ”O- disco voador desapareceu rápido deixando todos perplexos, sendo que a maioria dos espectadores permaneceu por mais algum tempo dguardando a sua volta, aue não ocorreu. LM a ma ta ct aa e ma ma da

Fonte: Arquivo Nacional, fundo Objeto Voador Não Identificado (SIAN) — código de referência BR DFANBSB ARX.0.0.174.