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Objetos Aéreos não Identificados: atribuições do Sistema de Investigação de Objetos Aéreos Não Identificados. Boletim do SIOANI (cópia).

1969 · Local não identificado · Ministério da Aeronáutica

Código de referência
BR DFANBSB ARX.0.0.58
Período
1969
Local
Local não identificado
Órgão
Ministério da Aeronáutica
Documentos
Relato
Páginas
20

Resumo do caso

conteúdo editorial do site

Cópia do Boletim do SIOANI (Sistema de Investigação de Objetos Aéreos Não Identificados), documento de 1969 ligado à IV Zona Aérea da Força Aérea Brasileira e preservado no acervo do Arquivo Nacional (SIAN). O texto faz uma síntese histórica do fenômeno dos chamados "objetos aéreos não identificados" desde 1947, discute a repercussão na imprensa e as controvérsias no meio científico, e descreve as atribuições e a doutrina que orientariam esse sistema oficial de investigação. O boletim também comenta as acusações, comuns na bibliografia da época, de que forças armadas — sobretudo nos Estados Unidos — reteriam informações sobre o tema, e registra que, no Brasil, a FAB não mantinha até então qualquer organização dedicada ao assunto.

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ARM. 58 P.4/do SIOANI QUARTA ZONA AEREA

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"SISTEMA DE INVESTIGAÇÃO DE OBJETOS AÉREOS NÃO IDENTIFICADOS SI O ANJI 1 - O FENÔMENO DOS "OBJETOS AÉREOS NÃO IDENTIFICADOS" (OANI) - SÍNTESE HISTÓRICA. 2 - A ATENÇÃO DO MUNDO CIENTÍFICO - AS CONTROVÉRSIAS. CULIARIDADES 4 - A ATENÇÃO DA IV ZONA AÉREA PARA O FENÔMENO E A IDÉIA DE ES TUDÁ-LO. “S.A CRIAÇÃO E ORGANIZAÇÃO DA SIOANI E À DOUTRINA QUE PRESIDE O SEU FUNCIONAMENTO. : - 6 - CONSIDERAÇÕES GERAIS. A LI. a na " Tunas po ur DOS" (OANI) - SÍNTESE HISTÓRICA o Imenso é o noticiário da imprensa mundicl sobre : O aparecimento do fenomeno conhecião como "DISCOS VOADORES! que passaremos a denominar de OANI (OBJETOS AÉREOS NÃO IDENTIFICA- - DOS). “a A partir de 1947, em ondas sucessivas, as notíci “as se projetam nas páginas dos jornais, a povoar a imaginação : dos sonhadores, a fortalecer os argumentos filosóficos dos mís : ticos, a aguçar a curiosidade do homem quotidiano, a ferir o ceticismo dos cientistas, a desafiar a inteligência humana pa- ra equacionamento de um problema cujos valôres parecem extrapo lar o quadro dimensional do mundo em que vivemos. Vasta é a bibliografia sobre o assunto, cujo as- pecto sedutor parece atrair toda a gama de habilidades de nose sa potencialidade imaginativa. O material aí está, a desafiar, otecas, buscam a resposta de suas interrogações. 3 - A OCORRÊNCIA DOS OANI'S NO BRASIL E EM SÃO PAULO - SUAS PE “aê - em suas páginas, a argúcia dos que, no-siléncio de suas bibli-. ms

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Ars, peido O cabotinismo, o ''vedetismo!, a farsa e a mistifi cação encontram terreno fértil para medrar. A Imprensa aproveita o fenomeno para dar vazão a sua veia sensacionalista, aumenta a confusão em tórno do assun- to e, quasi sempre, dificulta a pesquisa séria, por veicular histórias fantasmagóricas que afastam a testemunha, preciosa por Ve vêzes, temerosa das consequências do sensacionalismo no seu sos o sêgo e na sua tranquilidade. Alguns casos, apresentados como "elássicos'! pelos ” escritores especializados no assunto e estudiosos do fenômeno , constituem-se em verdadeiros marcos na história dos OANI's. Em "* sua quase totalidade aconteciãos nos EE.UU., tais casos não ti- a veram até hoje, ao que se sakba, qualquer comprovação científi- * | Cão ' neo , Apesar dos aspectos negativos do noticiário, as ondas de aparecimentos continuaram, fato que deve ter dado ori- gem às inúmeras organizações dedicadas ao estudo do fenomeno. : Em grande parte, ' “tais organiZhções estruturam suas teses em ba- - ses místicas ou religiosas. 2 Alguns cientistás pontilharam, durante êstes vin- te anos, o histórico dos OANI. Não raro algumas das organizações possuiam fundamentos científicos ou pelo menos se apresentavam como possuidores de tais características. .- £ e " | Não é nossa intenção reviver aqui a história dos “e OANI!'s e repisar os casos apresentados como sensacionais. Há, contudo, um aspecto interessante que ficou de "todo o quadro fenomênico destes últimos vinte anos. Nos EE.UU., principalmente, a Força Aérea foi acusada de reter as observa - ções e mesmo impedir que elas prosseguissem para um esclareci - mento total ou parcial. Escritores e jornalistas enfatizaram a * preocupação das Fórças Armadas de tratar o assunto como "TOP SE - CRET", interessando diretamente à Segurança Nacional, acusando- as de diluir as notícias a-fimede-que o assunto perdesse o inte rêsse público. É fácil, compilando as inúmeras obras sobre o as- -sunto, mesmo as nacionais, encontrar essas acusações, por vêzes verdadeiros libelos contra a maneira de agir das Forças Armadas -= em relação ao fenômeno. E a Fórça Aérea Americana foi a maior «.. vítima da exaltação acusatória.

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NX. St, p.ljão - o No Brasil houve também essa tendência e, em certa .- época, atríbuia-se à FAB um impressionante "dossier!, produto de acurado estudo sobre o assunto. Entretanto nada disso houve. científico. Jamais, antes da fase átual, a FAB possuiu qualquer organização ou qualquer elemento dedicado ao estudo científico- do assunto. É Ha pouco tempo conhecemos um trabalho de compila- ção da Fórça Aérea Americana - uma publicação que reunia 5 mi- lhões de notícias sobre a ocorrência do fenomeno, no mundo, nes tes últimos anos. - ” ' fisses dados porém, apesar de não possuírem nenhu- ma fundamentação científica, pois são apenas notícias sobre o fenomeno ou pretensas aparições de OANI, servem para admitir-se a existência de alguma cousa que deve ser pesquisada, que deve ser cientificamente investigada. É isto a que se propôs a Eu 29 o MM a o - A ATENÇÃO DO MUNDO CIENTÍFICO - AS CONTROVÉRSIAS O mundo científico recusou-se categoricamente a tomar conhecimento do assunto. Para os cientistas em geral,” o fenômeno não passava de alterações fislológicas,psicológicas ou psíquicas dos observadores; quando muito admitiam, por vêzes, a ocorrência de fenômenos meteorológicos ou atmosféricos. * A CIÊNCIA não julgava azado ainda o momento para cuidar do fenômeno, ou melhor, ela se recusava a catalogar como, tal o fenomeno dos Objetos Aéreos Não Identificados. | A ocorrência, porém, de alguns fatos sensacionais nos EE.UU. e o impacto de verdadeiras ondas de notícias, tanto na América do Norte quanto na Europa, começaram a atrair a aten . são de alguns elementos do mundo científico. Recelosos, contudo, de um possível riâlculo e te- : merosos das consequências do sensacionalismo desenfreado da im-= prensa, os cientistas, só com muita cautela e excessiva discri- "ção, ousaram lançar suas vistas à fenomenologia OANI. E assim, lentamente, da frieza do mundo científi. So, Começou a emergir pequena parcela que, pouco a pouco, foi tomando a característica de grupo aglutinado: em tórno de um pen Samento: o fenômeno jã se define e merece ser estudado. “Apenas um ou outro apaixonado platônico sem qualquer fundamento º

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aex. SG pólio . -5. o Alguns cientistas mais afoltos começaram a pontis lhar nas notícias e nos debates sôbre o assunto, mas a maioria Conservou-se no anonimato, a estudar no silêncio de seus labora tórios a sedutora fenomenologia OANI. Várias teorias, inúmeras teses, diversas hipóte - Ses, numerosas doutrinas se construiram para abrigar o fenómeno, OFICIALMENTE, PORÉM, A CIÊNCIA AINDA NÃO SE DIG- NOU A TRATAR DO ASSUNTO OANI, E OS CIENTISTAS DE RESPONSABILIDA , | DE, QUE ESTUDAM O FENÔMENO, FAZEM-NO COM A MAIS ABSOLUIA DISCRI ção. O que resta aqui, fora do mundo científico, no mundo profano, a agitar-se na fenomenologia dos OANI's, é um a- - montoado de controvérsias, onde o feitiço, a ignorância, a far- sa, o 'vedetismo" misturam-se com a vontade de saber, de evolu= . ir, de desvendar, com as interrogações e perquirições filosófi- cas, com a coisa séria e bem intencionada, Mas, em meio a êsse universo de controvérsias, a êsse aparente mundo caótico, em que pese o lado negativo de su- ás exteriorizações, temos certeza de que há um fenômeno que dé-. ve ser estudado, que deve ser levado a sório, que deve ser tra- tado com austeridade. A êsse fenomeno é que a FÔRÇA AÉREA BRASILEIRA re - solveu dedicar párte de sua atenção, de'sua capacidade, de suas puras e honestas intenções. 3. - A OCORRÊNCIA DOS OANI!'S NO BRASIL — SUAS PECULIA- — RIDADES - O BRASIL também não escapou à onda de notícias sq bre o aparecimento de OANI. Como nas demais partes do mundo, a- o té contactos diretos com tripulantes e mesmo viagens interplane tárias foram anunciadas com o sensacionalismo de sempre. Foto- » grafias foram tiradas, quase em "close-up", e comercializadas - em mercado estrangeiro. Assim, não fugindo às normas de aparecimentos em . ondas registradas pelos estudiosos do assunto como resultado de -. suas observações, os OANI's, de tempos em tempos, fizeram-se pre ". sentes nos noticiários da imprensa. . . Entretanto, ao que se saiba, nenhum dos fatos as- ", ginaLados teve até agora a confirmação da ciência. , as

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-vicções do que como resultado de uma pesquisa com basas cienti. , mo Inuneras são as obras escritas por + no curiosos brasileiros e varias são as estran ra o nosso idioma. Todas fazem referencias quase que aos mesmos fã tos e procuram explicar o fenômeno mais de acórdo com suas con- ficas. Acreditamos na sincoridad tos dos nossos patrícios que procura plicação sobre o fenômeno, apesar dos nhame Mas os aventureiros, os sensacionalistas, etc., como semprs cor tar a fenomenologia, afastando, com isso, a maioria dos ben inr- nc nonimato. + os ate que, a 2. . partir de agosto de 19683, voltaram ao Conhocimento publico, nu : crescendo que vem abalando até os mais céticos. São Paulo parece ter sido escol! prEncApaa, dos acontecimentos. Raro tem sião o prensa não divulga a not tícia de um OANI neste Em sua quase totalidado, as aparic a a nunciadas sobre regioes de pouca densi observadores, em grande maioria, são pe instrução. Os contatos, que se propalaran, fora: do baixo nível cultural. É bem possível que os homens de corta instrução, f : ou nivel social, evitem a divulgaç ão de qualque o natural, receio de serem tomados como Loucos, farsant [o] u 2 E EH q - tirosose Mas, o que se tem anunciado, principalmente os tos mais sensacionais, parecem ocorrer com criaturas de modest nível cultural e em lugares crmos, pouco habitados. Desde que estamos no problema, verificamos essa peculiaridáde; contudo, a proporção quo o público toma conheci- mento da atuação da FAB, 'é óbvio, algumas pessoas de nível nais elevado nos têm procumAn, sigilosemento, para trazer noticias sôbre o assunto. Porém, permaneç e ainda a à granda “drada na pasaiinelidade já referida sa

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a . que deve ser nossa mento de OANI te; êsse fato +. na Aereas ção que nos orientas do fenômeno, objeti aridades ditaran o mentos. Entendeios za, em face daquelas caract meno, aquéle ou aqu essa import ância é diretamente proporcional a nunciada observação. Quem declara lantes do OiNI, valoriza mais àquele que nos diz ter visto valor haverá, é óbvio, se o OANI. gar ao fenomeno. cias de contatos e consequente curiosidade pública, é n imediatamente ao local da cessário que o comunicado . o Instanteneidade ' b) pronta movizent e) imecisão. de nos: res, um sistema de comuni - ,. . cao cécnico-ctentítica capaz nfiabilidade no observador

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a Laboratorios, propriados. dos Campos. Resta-r apropriados. contudo, cir » . . “ dead çao, a pesquisa, 2 inves io e o estudo apenas nos limites da FAB. plêndidos resultados, das e ao meio ci contato conosco, tegrarem no SISTEMAS contato, sentiram a nosso pensamento recrutar os observadores e m o RA no meio estudantil, aproveitando pusfmvensisl, q", :ê es . . mente organizaçoes ja existentes, a .. eia Vale lembrar qus ja começamos a agir ce otimos es- tão sendo os resultados. Despertaremos, DS a mocidade para o interêsso É L 2 no estudo da astronomia, da stroná tica; do mundo que ai esta nas palpitantes viagens cósmicas; mundo que para se entregar, exige instrução, cultura, seriedade, trabalho, ordem e discipli ha; mundo que já é o mundo de noje 1 13 nações adiantadas e que seri o mundo do nosso passo, se não n razmos ao trabalho e ao estudo: mundo da ciencia, da t“ecnologia

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“e da cibernética. Mundo do Terceiro milênio que aguarda também a nossa participação, desde que nos coloquemos em condições de prestá-la, Já estamos recebendo alguns telescópios que vão ” ger encaminhados a grupos de jovens interessados nos estudos da - astronomia. : Assim, ao criar e ativar o nosso "SISTEMA DE INVES TIGAÇÃO DE OBJETOS AÉREOS NÃO IDE "NLIFICADOS", o SIOANI, estare- mos também mobilizando a nossa juventude para o interesse, o es ; tudo e o trabalho de conquista dêsse mundo maravilhoso que só “ os HOMENS poderão possuir, restando aos demais, apenas tomar as - le conhecimento por "OUVIR DIZER", a É essa nossa idéia, nossa doutrina, o nosso escoa Po, a nossa intenção, a nossa diretiva. : . É esse o objetivo de nosso trabalhos. Haveremos de alcançá-lo . 5 - O SISTEMA DE INVESTIG, IDENZIFICADOS - DOUTRINA O SISTEMA DE INVESTIGAÇÃO DOS OBJETOS AÉREOS NÃO - IDENTIFICADOS (SIOANI) compor-se-á essencialmente des I - CONCEITO II - ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA LABORATÓRIOS DE PESQUISAS E ANÁLISES TRANSPORTES COMUNICAÇÕES = RÊDE PESSOAL INSTALAÇÕES | MATERIAL ORGANIZAÇÕES, CORPORAÇÕES E INSTITUIÇÕES DOUTRINA, NORMAS, REGULAMENTOS E PESSOAL EMPENHADO NAS OBSERVAÇÕES DE FENÔMENOS OANI!S DISPOSIÇÕES FINAIS DISPOSIÇÃO TRANSITÓRIA INTEGRAÇÃO NO SIOANI ATÉ MARÇO/1969 CONJUNTO INFO-CIOANI, nao Amara papão ».

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- 10 - - 6 - CONSIDERAÇÕES GERAIS O SIOANI fará circular periodi camente um boletim - entre os órgãos, instituições e pessoas pertencentes aos seus -. quadros. Êsse BOLETIM somente tratará de assuntos relati- vos ao OANI tais como: relação dos NIOANI!'s, dos pesquisadores, investigadores, vigilantes e orientações, normas, procedimen - tos, andamento das investigações e pesquisas, resultados, com- putações etc. .. O sensacionalismo, o "vedetismo'! em tórno do as- . sunto e do SISTEMA NÃO SERÃO EM HIPÓTESE ALGUMA PERMITIDOS, in * correndo em expulsão imediata dos quadros a organização ou in divíduo que contrariar esta orientação. . As conclusões ou resultados e comentários sobre “investigações ou pesquisas somente poderão vir a público “por intermédio da Chefia do CIOANI. | Os órgãos de difusão, devidamente credenciados, poderão ter acesso ao conhecimento do trabalho, recebendo mate rial selecionado para o cumprimento de sua missão, pois é de interêsse do SISTEMA que o público seja permanentemente bem in : formado. Entendemos que o assunto é sério e com seriedade será tratado. Qualquer intromissão indébita em área de traba- lho do SIOANI, em seus assuntos ou deformação de noticiário se rá energicamente reprimida e responsabilizados seus autores. o As pessoas ou organizações, que desejarem etrar “| em contato com a CIOANI, deverão dirigir-se diretamente para o seguinte enderéço: - : , , QG-lh - CIOANI o Praça Prof Oswaldo de Vincenzo, 200 CAMBUCÍ - São Paulo “ESTADO DE SÃO PAULO - BRASIL MO s MM dd Ls “. EEE , MME EO “od “=. * “.

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TT TT aa Si peao O , e SISTEMA DE INVESTIGAÇÃO DE OBJETOS AÉREOS NÃO IDENTIFICADOS FR (SIOANI) met . I. CONCEITO É o conjunto de recursos de pessoal e de material, desti- nado à investigação e pesquisa científica do fenômeno Ob- jeto Aéreo Nao Identificado. II: .ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA 1. Central de Investigação de Objetos Aéreos Nao Identifi . cados a a. Sigla - CIOANI : ' , be Composição - Chefe do SIOANI, Secretaria, Relações, Cadastro e Biblioteca, Estudos e Plane jamentos, Investigação e Pesquisa, Apóio Logístico. c. Atribuições: . (1) Chefe - Dirige, orienta e coordena todo o SIOÂN (2) Secretaria - Expediente, correspondência e insta lações do CIOANI (3) Relações - Intercâmbio de informações sôbre OANI (4) Cadastro e Biblioteca - Fichário de pessoas, insti tuições e organizações LL gadas à missao do SIOANI; fichário de locais de o- ' corrências de OANI; ca - dastro de ocorrências de OANI; biblioteca especia lizada; arquivo de fitas de gravador e de computa dor; arquivos de cartoes perfurados de computador. (5) Estudo e Planejemento - Estudo e apresentação de conclusões de investiga- ções de OANI; direção e orientação das investiga "goes de OANI; éncaminha- mento de materiais para . análises e pesquisas. (6) Investigação e Pesquisa- Execução da coleta de in formes sôbre OANI to

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PERK. Sipp 3ajdo “(7) Apõio Logístico - Atendimento de necessidades de pessoal e de material do SIOANI; escrituraçao do movimento de ver bas e numerários do SIOANI. 2. Zona de Investigação de Objetos Aéreos Nao Identificados a. Sigla - ZIOANI bd. Conceito - Área geográfica onde estao contidos os Nú cleos de Investigaçao de Objetos Agreog, Nao Identificados; confunde-se com a ZONA AÉREA, daí existirem seis ZIOANI: ZIOANI 2...... ZIOANI 6; nao possui autonomia ad ministrativa, mas apenas um coordenador geral dos Núcleos de Investigação dos Ob jetos Aéreos Nao Identificados; o coorde nador geral é designado pelo Chefe do CIO ANI. 3. Núcleo de Investigação de Objetos Aéreos Nao Identifica dos a. b. Ce e. Sigla - NIOANI Conceito - Órgão executor de observações, investiga- çoes e coleta de materiais para pesquisas de OANI. Sua função pode ser executada por pessoas, corporação ou por Órgao como: NPV's, Instituições e demais Organizações a que sêjam incorporadas ao SIOANI. Chefia - Cada NIOANI possui um Chefe designado pela CIOANI. Ligação - O Chefe de NIOANI mantém ligação bilateral com o coordenador Geral da ZIOANI respecti va. Denominação - (1) Pessoa ou grupo de pessoas - Sigla "NIOANI" segui da de duas iniciais do nome do Chefe. (2) NPV - Sigla "NIOANI" seguida do prefixo do NPV. (3) Corporações, Órgãos e Organizações - Sigla "NIOA . Fi", seguida dé duas ini .Ciais. “A

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PR. SB; pesjão e (4) Observação - Sempre que possível, cada NIOANI man terá prefixo hebitual, como nos ca -— sos de Aero-Clubes, Fôrças Policiais, Unidades Militares, Prefeituras etc. III. LABORATÓRIOS DE PESQUISAS E ANÁLISES 1. Conceito - Órgaos auxiliares do SIOANI, para o cumpri mento da missão de pesquisa e análises de materiais referentes a OANI.São desiguados pela CIOANI. Po 2. Sigla - LIOANI 3. Denominação - Sigla "LIOANI”" seguida do prefixo habi= tual do Laboratório. TRANSPORTES — 1. Sigla - TIOANI 2. O transporte de pessoas e de material será, em princí pio, fornecido polos Órgãos Oficiais, Civis ou Milita res, por solicitação da CIOANI, do Coordenador Geral da ZIOANI ou, ainda, pelo Chefe do NIOANI. A solicita ção deve ter em vista: transporte adequado, eficiente e. rápido. Na falta de transporte de Órgãos Oficiais, - poderá ser utilizado o comercial e até o particular, quando êste fôr oferecido. V. COMUNICAÇÕES - REDE 1. Sigla - RIOANI 2. Ordem preferencial: a - Rêdo de Comunicação da FAB, obedecendo à Portaria Ministerial, que regulamenta ôêste serviço. Rêde de Comunicações das demais Fôrças Armadas. Rêde de Comunicações das Fôrças Policiais. - Rêde Rádio-Amador Demais meios de comunicações. po co 1 e 3. Normas e procedimentos - A CIOANI mantém atualizado um procedimento padrao de comuni cações, levado ao conhecimen- to de todo o SIOANI. , VI. PESSOAL 1.- Todo pessoal do SIOANI deverá ser credenciado pela CIOANI. 2 - O pessoal, quer militar, quer civil exercerá sua funçao sem prejuizo das tarefas que executem nas Organizaçoes, e independemente de qualquer remuneração especial. PÁ <

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. | ARM 58 ) P- ». 44/20 VII. INSTALAÇÕES 1 - O SIOANI utiliza-se de instalações pertencentes à FAB VIII. MATERIAL * 2 1 - O SIOANI possui material próprio, na conforuidade das normas que regulam a cargas. Todo material edlpirico e incorporado ao SIOANI tem cua utilização, . manutenção e registro regulaãdos' do acôrdo com as normas da FAB. IX. ORGANIZAÇÕES, CORPORAÇÕES E INSTITUIÇÕES 1 - Qualquer delas, quando extrenna à FAB, para pertencer ao SIOANI terá sua participação prêviamente regulada. X - DOUTRINA, NORMAS, REGULAMENTOS 1 - O SIOANI se regerá pelos Leis, Regulamentos e Normas a a ação e das Institui :v * Que regulam a vida Jurídica d çoes que se incorporarem ao Sistema. 2 --As Normas e og procedimentos reguladores das tarefas específicas do Sistema serao traçadas pela CIOANI. 3 - Em hipóteso alguma e sob qualquer pretexto, tais Nor mas e Procedimentos poderão colidir com as Leis,Nor- mas, Regulamentos e Procedimentos vigentes nas insti Po) .. tuiçoes do Pais. .. 4 - Tgão o Corpo de Doutrina, que £ôr emergindo do funcio naúento do Sistema, deverá ser difundido pelas orga- nizações civis e Militares do País, que façam parte do SIOANI. “É . 5 - O SIOANI será-diretamente subordinado ao Ministro da Aeronáutica, mas os resultados de seus trabalhos deve. rao ser sempre encaminhados ao Estado Maior da Aero - náutica. XI - PESSOAL EXPENHADO NAS OBSERVAÇÕES DE FENÔMENOS OANI'S 1 - Todo o pessoal é credenciado pelo Chefe da CIOANI. A obtenção desta credencial implica: a - Apresentação de requisitos de ordem: (1) - profissional (2) - moral (3) - culturel db =Aprovei tamento setisfatório em prova de habilita- ção, que é realiza pela. CIOANI 2 — Siglas a - XOANI - pessoas que dizem ter tido contato direto ou indireto com o fenômeno OANI. i3

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XIII. DISPOSIÇÃO TRAN 1. Db - VIOAI - sôbre o bindu ccniiresasro=ii, do SICANI. grafo Ve retamente nos i, objetivando o escla c sotal do fenômeno pela cronoló- pessoa. pessoa. io no SIOANI sera ido no parégra reservado, EE ânic iolne: to, todo o esfôrço científico

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1. NIOANI!'s ativados: “no a. 5BCQ We ” i. SBUP je SBDN : k. Ss 1. SBCY Boato sia dicio 6.0.6 260 408) as Tercrccco nasua ce ra na Ta Negraso ecc eco. SP) un Cosmic images eae 0 ua casado to MU Ja grs ncsnmac cume nro Cd srE ssa saio e ma JUDO +» 3. VIOANI!'s: e LOCAL ão FRANÇA cecorrrorrrcocaracrcerceos b. Botucatu (SP)...eccosoncorscetrcos Cc. Manília (SP).ccerscenerceerernros à. São Paulo (DP) .eccccerelecerees “ e. Guarulhos (55 “fe Bauru (52) +. Ee Jales (5P) .ecc.sve 4 ' 4 . Nati Timo fo h. Getulina (5P) cececorerororoncao (DP) deccrrrreorer rose rnecs . n E Negra (DP) ecercosccrrcosea (PE) seo Pons sor Dos o Tra a s Pedir - (9

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Ficha de codificação de informes NIOANI —>» CIOANI, Bia Motivação, expondo o ponto de vista da CIOANI “Instruções para preenchimento da Mod. AA

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E COOPER ÇÃO DA CIOAR PRO ' o : re ES CARE E “ OSIETOS ASREOS não IDENZIFICÊDOS » ONT Ê j Qual a natureza dos fenózenos que têa sido observados nas mais varias ae. à .. ã e das partes do Globo Ilerrestre ? Seriam peícologicoss meteorológicos, astronôzicos ? É nosso dever investigarelhes as origens. ER ; Sem soxbra de dúvidas, soros de parecer que os responsáveis pelas ox f a ganizagões técnicas e eulturais não Gevez, não podem onitir-so, fes chando os clhos para, Este problema e o o CNI - que dla a dia se torna crescentes ” : + : Observações iúôneas, roletivas às 4 incidências dôsse fenôzonos nos « tramenos que sua frollilência e Cissoninação, em diversos países, tem crescido considoravelmente. O grupo do hoxens do ciência, dedicados co estudo dos OANI!'s, tem-se enriquecião con nozes Go alta cateroria profissional, fato que suges re a necossidade de um estudo científicos muitas ocorrências têm si= do reportadas por pessca 3 Ldôncas, sendo nosso dever dedicar atenção ao fenômenos 1 Sabenos que, em muitos casos, as nossoas que nos informzn sôbre tais Ennis poden estar influenciadas r "inaçinação?; mos, ainda assim, crexos quê a ocorre ência dova se ingesta Hã um feto, um fi: pe novo tos ua fato gorador que nocessita sor explicado converientos mentos É preciso roalizareso uma investigação metódica, científica, entífica,. “Admitir a "possibiligade" de oxistência do OANI é atitudo científica “quo justificá sua pesquisas Pencirar no âmago do fenôncno, investi- gando-o sob os aspectos poleutftricos, pstcológicas,. sociológicos, as tronônicos; neteorológicos 35 jurídicos oicos consta una necessidas - dO : Eis aí a posição em que co coloca o Ministério da Aeronântica, atras " vês do Comanão do Quarta Zona Adrca, onde foi org da a Central às Investigação de Objetos sôrcos Não Identificados (CIO AN) r& i

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o & unas SA DAS É iai Lis va q ms ts B y 1 » INSIRUÇÃO PARA PASS 1 » CIOANI » Contral de Juvest caldos. - Foi eriaãa nesta “o Funciona no 5º anã (Quarta ZONA) a Prof Oswaldo de Vip, tesao Gonzo o Cambuci - cão Paulo » ns - - SP; o 2 OANI + 3 « Seguem; anexos: sa Ros à - una "Inforuação para cer entregue cos órgãos àe cooperação . . o da CIOARIM E a Db - uma "Codificação pura preenchimento da Mode P GL: al, Cc « uma od. F glº E XI « PREGNCEDIANIO E RÍMASSA DA Mod. F GL 1 » Somando conhecimento ds una ccorrôncia (DARE o chefe do NPV vati tulo de cocnexaçõe e Cons, La CIOAE, êcgorê desighar va militar para - executar a investizaco. A CaDnÉVIAs tezanião contate com uma ou mais pessoas que dizem tor visto o OANI, Ato contínuo, a Modo F 91 de verá ser prechidascodificada « o rexotida à CIOANI atravós TELSEo wo g ” E e «SosrNossa Estação esta enta a recober e entender a mensagens . 2 o Tanto a tod. F 61, quanto a "Codificação para preenchimento da Node F EL! devem permenccer no KPY, como modêLo para transaissão via PELES, - Ea “eoniticaçãos o nizero “5º, Lebra “o! não cíz respeito a EP, CIOANIo Ver = n3a, ra tp" q "4º (Irata-so dos fenômenos pasaaénio de luzes; parada de motores; latidos de

Fonte: Arquivo Nacional, fundo Objeto Voador Não Identificado (SIAN) — código de referência BR DFANBSB ARX.0.0.58.