Desclassificado

OVNIS - Matérias de jornal

1986 · Pirassununga · SP · FAB

Código de referência
BR DFANBSB ARX.0.0.257
Período
1986
Local
Pirassununga · SP
Órgão
FAB
Documentos
Recorte de imprensa
Páginas
34

Resumo do caso

conteúdo editorial do site

O Arquivo Nacional preserva, no fundo "Objeto Voador Não Identificado" (SIAN, código BR DFANBSB ARX.0.0.257), este conjunto de recortes de imprensa de 1986 reunindo matérias jornalísticas sobre OVNIs. Os textos compilam teorias de estudiosos sobre a origem dos objetos — de naves interdimensionais a uma suposta "viagem no tempo" de humanos do futuro — e descrevem relatos de testemunhas, como o de um morador de Pirassununga (SP) que afirmou ter se aproximado de seres em fevereiro de 1969. O material reproduz relatos e especulações veiculados pela imprensa da época, sem constituir comprovação dos fenômenos descritos.

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E = SS enc ARX. ASH. A|

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se di sô na ec in IT e do aralelas, de mundo interdimensio- “chamos que há entre nós seres que em conosco, mas que os nossos senti- o conseguem captar. E a terceira é a rrestre, que supõe que existem co- ades que habitam no interior da Túnel do tempo matemático e astrônomo Ademar Eu- de Mello levanta outra teoria difícil assimilada. Acha que é possível que » destes OVNIs possam estar transpor- a própria raça humana terrestre do (talvez a do ano três ou quatro mil) ma viagem ao passado. Ele explica: | Pode ser que exista uma civilização ançada a ponto de ter uma tecnologia rmita criar uma espécie de fenômeno exa na estrutura espaço-tempo de um lugar. Com isto quero dizer que eles neceriam no mesmo lugar, porem só po mudaria, podendo estar aqui e de te desaparecerem, como já ocorreu ras vezes com as aparições de OVNIs. - desta hipótese, também fica elimi- » problema de distâncias imensas no so. Eles teriam, ainda, condições de 10 planeta que desejassem, desde que -m um controle que permitisse não só tes saltos como também saber para r e como voltar. nr este “exercício de imaginação”, explica o porquê de muitas visões de serem tão fantasmagóricas. Apare- desaparecem de repente sem deixar s, evidências e não se comunicam e não estão presentes, são apenas spécie de energia. OVNIs, de acordo com os depoimen- tos, são discóides, esféricos e trian- s ou retangulares. Os que parecem iruto e medem de cem a mil metros 'primento são as naves mães usadas agens interplanetárias. Elas liberam os voadores com 3 a 40 metros de ro que, por sua vez, emitem sondas adas do tamanho de uma laranja. rios estudiosos como Claudeir Covo e ar Eugênio de Mello acreditam que m pesquisas, secretas (nos EUA e . com informações importantes sobre . que reúnem até mesmo pedaços de e cadáveres de extraterrestres. Em »ram encontrados destroços de uma. e de disco voador e perto dele um ser ctamente estranho — tinha 90 centí- s de altura, corpo com membranas — »rreu pouco depois. Este fato aconte- 1 Socorro, divisa dos Estados Unidos México, sendo divulgado por um se- io de Nova York. Tanto o humanóide s restos do objeto foram levados pela Aérea Norte-Americana. terrestre; que E rovenientes'de dimen»: ARA 953 ! 1973, Tóquio: uma aparição noturna. Os que viram, foram feridos Thiago Machado, 37 anos, bem que ten- tou segurar um extraterrestre pelo braço para exibi-lo aos vizinhos e provar que não “estava mentindo. - — Lembro bem. Era 12 de fevereiro de 1969, por volta das sete e meia. Lá em Piras- " sununga, naquela época, as aparições de “discos voadores eram comuns. Mas, neste “dia, o OVNI pousou em um terreno na Vila Pinheiros. Mais de 30 pessoas.saíram cor- rendo para ver. Eu fui o único que tive coragem de me aproximar. O objeto parecia um prato com abas bem grandes, tinha sete metros de diâmetro. Quando cheguei perto, dois seres de mais ou menos um metro e dez de altura, com capacete, roupas colantes metálicas, botas de cano e armas que pare- ciam revólver, vieram em minha direção. Eles flutuavam no ar. Percebi que havia mais um como eles dentro da nave. Thiago só se assustou quando viu o ros- to dos ufonautas: “O corpo era mais ou me- nos como o nosso, só que bem musculoso. Mas a cara era feia demais. Tinha um olho normal e o outro quase na testa. A pele também tinha uma cor diferente. Conversa- vam entre eles através de sons que pare- ciam rangidos”. Para se acalmar, acendeu um cigarro e começou a fumar. Os E.T.s recuaram. Thiago entendeu que eles acha- ram estranho seu comportamento. Jogou o maço no chão, quase cheio. Um dos seres estendeu a mão e, como em um passe de mágica, o maço flutuou no ar e sumiu dentro da roupa colante. — Foi aí que tentei me aproximar. Mas tenho certeza que eles leram meu pensa- ' mento — eu estava com vontade de entrar na nave, ver o que tinha dentro. Mas de repente, eles me atingiram com um jato de luz parecido com raio laser na perna direi- ta. Caí para trás e o disco levantou vôo. Fiquei dois dias sem poder andar etive que fazer um tratamento durante dois anos para a perna se movimentar normalmente. Hoje, Thiago trabalha como motorista em São Paulo. Tem consciência que viveu uma experiência fantástica demais para ser compreendido com naturalidade. Mas não está preocupado se as pessoas acham ou não a história verdadeira. O seu caso foi um dos mais estudados por ufólogos do Brasil e “de outros países. Nem todos falam das aparições com a mesma tranquilidade. Entre os que prefe- rem esquecer que um dia viram um ufonau- ta está J.S,, de 58 anos. Mora em Santo An- | dré e em dezembro de 1975 estava assistin- do televisão quando o pletamente fora de si tão, apagar as luzes e | um clarão estranho. A parou com um objeto 1 de um fusca” pousado Do lado dele, havia un criança de nove anos. — Eu fiquei tão as segui ver direito. Só; disco levantou vôo e fo um hospital ao lado d marido. A minha pele mo se tivesse tomado Além de casos con histórias de apariçõe do tamanho de uma la tro, são sondas que dentro das casas ou se — segundo os ufólogr mações para as pesqu delas, quando conseg explodem no ar sem d menta também conta! (simples avistamento: (efeitos eletromagnét ceiro grau (visão de se pessoa chega a entrai grau (viagens e diálos co). O ufólogo Claudei tes relatos, observa: — Todos os conta comum. Os seres ext quando são recebidos cebem más intenções. um raio paralisador o ve o caso de um sold! Sul, em 1975, que ao à atingido na perna qu tada. Covo fala de um Estado de Goiás, um. (prefere não citar os por volta das 16 hora estranho em sua faze vam três crianças. O de perto e correu e quando estava a 50 não eram garotos. As: dos ufonautas, saco! atingindo um deles solo. No mesmo insta jato de luz verde pa sobre seu ombro esq manóide ferido e os Inácio foi levado par: 59 dias depois com le às

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ARX. 5%, (+ It cINum que rreugae: ual a o medo, vai ou se sou egoísta, acabo . dizendo que uma outra pessoa é medrosa, invejosa ou egoísta. No caso da pessoa nor-| . mal, que tem noção da realidade, ela sabe e erá mess memo » se de- manho | ucom- eu, en ido viu uintal, ia uma m con- ente o deiem lo meu lha co- ro, : reúne bolas o cen- tuando seque infor- Muitas | radas, Docu- » grau. grau le ter- srau (a quinto to dis- e nes- nto em tacam ju per- mente - Hou- ide do ave foi ampu- xás, no Maria ivistou obieto e esta- rificar rave e u que eições atirou aiu ao itiu um laser o hu- nbora. rorreu ne pacíficos. REA os: casos mais estranhos, o dos “chupa-chupa” ou “vampiros do espaço”, contrariando a tese de que os extraterrestes a ufóloga e jornalista Irace- a Pires quem explica. dps fenôme- É no, que vem ocorrendo desde 1980 — Eles têm acontecido na região Ama- zônica, especial no Pará. Através de uma luz, os “chupa-chupa”, como. são deno- minados pela população da área chegam a tirar um litro e meio de sangue das vítimas. Mais de 90% são mulheres encontradas, ge- ralmente, desmaiadas com uma marca cir- cular no seio esquerdo, que induz os estu- diosos a concluírem que o sangue foi retira- spécie de máquina, Próxima ao arcas de objetos estranhos no Contatos sexuais arlos Wecreiral na madrugada nho de 1979, quando tinha 21 anos, rio trabalhando na Trasmóveis Fa- fá, uma Rua de Mirassol, São Paulo, quando se deparou com um objeto estranho no pátio da. faca Foi até lá. Três homens baixos vieram em sua direção. E antes que pudesse Peanie foi paralisado por um jato deluze levado para o interior de uma nave. E metido a vários exames, foi levado para junto de uma moça, tão feia aum os outros”: A mulher era muito diferente, Tinha orelha pontuda, cabelo encaracolado bem vermelho, pelos púbicos vermelh amorenada, seios pequeno: aos nossos, boca grande com lábios estrei- tos e hálito ruim. Ela devia mi e meio e era mais alta do que os homens. Veio se encostando em mim e o seu corpo tinha uma espécie de energia que dava cho- E a! rrestres tiraram a sua roupa, deram uma injeção na veia do seu braço direito, passaram uma espécie de óleo pelo : brigaram a uma relação se- nauta, Antonio Carlos foi en- ábrica, em estado de choque e queimadura e manchas pelo ' Depois de alguns anos, os extraterres- tres voltaram a procurar o vigia. Desta vez, para mostrar o filho gerado naquela rela- ção. Um moleque feio como a mãe — segun- do palavras do pai — orelha pontuda, a pele era parecida com a ele eos cabelos bem. limite destas projeções. Mas no caso do E cótico, os sentimentos e emoções se confu: dem a tal ponto que ele e as outras pesso: acabam tornando-se uma unidade só. Se « psicótico imagina um UFO, externa a fanta sia e a transforma em algo concreto porque, em seu estado mental, o disco voador esta projetado no mundo exterior. Ainda segundo explicações da médica psiquiatra é possível que um indivíduo, mesmo sem ser psicótico, transforme um aparição de OVNI e ufonauta em realidad. — Uma pessoa que está passando pi ansiedades ou por um momento de stress pode acabar tornando real uma situação que ela mesma criou. Além de garantir que)” viu o disco voador, provoca em seu próprio) organismo doenças psicossomáticas co! erupções na pele, desequilíbrio nervos apatias, perda de apetite e outros sintom: E podem ser confundidos como resulta: e contatos com OVNIs. Fantasia Oficiais da Aeronáutica — alguns do al-l to comando da FAB — consideraram “fanta- siosas” as informações de ufologistas que afirmam existir um intercâmbio secre“?“n- tre o Brasil e os Estados Unidos para &--<u- tir assuntos ligados aos OVNIs”. Ao negarem a existência desse acord esses mesmos oficiais negam também que Ministério da Aeronáutica mantenha um ai quivo secreto sobre OVNIs, Segundo um of cial-general da Aeronáutica, o ministé não mantém nenhum órgão ou até mesm seção com o fim de analisar especificamen- te os casos de aparições de Objetos Não | Identificados. “Cada caso”, garantiu esse mesmo oficial, “é analisado. à luz das infor-| mações. recebidas, como o que ocorreu re-- 'centemente, onde o ministério colocou to-| dos os fatos à disposição da imprenssa Outro ponto das afirmações dos ufologista: “que os oficiais da Aeronáuitica considera; “fantasioso” é o de que a FAB proíbe os oficiais de prestarem qualquer depoimento: sobre aparições de OVNIs. Para esses of ciais, isso não é verdade já que, recen mente, o ministério chegou a convocar um; entrevista coletiva, inclusive com a presen- ça de jornalistas estrangeiros, para que t dos pudessem ouvir os depoimentos de dos os oficiais da Aeronáutica que, d r , : TH “ção em busca de OVNIs detectados pu radares de controle de vôo de gd Pauli Brasília. vermelhos. | nlbiio

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Invasão a ANX AD, É :5/3% aq à Rss erea 0 QUINTA-FEIRA — 22 DE MAIO DE 1986 São os tais Ovnis BRASÍLIA AGÊNCIA ESTADO O céu de São Paulo, São José dos Campos e Rio de Janeiro foi virtual- mente invadido por mais de 20 obje- tos voadores não identificados, na noite de segunda-feira, provocando um estado de alerta geral nas bases de defesa do espaço aéreo brasileiro e a mobilização de quatro aviões su- persônicos — dois “Mirage” e dois “F-5". O próprio presidente da Repú- nico José Sarney, foi alertado para o fato. A informação, oficial, foi trans- mitida ontem no Palácio do Planalto pelo ministro da Aeronáutica, briga- deiro Octávio Moreira Lima, que es- pera ainda hoje os relatórios do Esta- do-Maior da Aeronáutica, do Centro Integrado de Defesa Aérea e de Con- trole do Tráfego Aéreo (Cindacta) e dos pilotos que participaram da in- terceptação. Os caças brasileiros fo- ram acionados em cinco minutos, lo- go após as telas dos radares ficarem completamente congestionadas pe- los objetos não identificados, Os aviões partiram, simultanea- mente, das bases de Anápolis, a 150 quilômetros de Brasília, e de Santa Cruz, no Rio, com ordens expressas para estabelecer contato e identifi- car os aparelhos misteriosos. No en- tanto, de acordo com relato do minis-. troda Aeronáutica, os pilotos apenas viram no céu objetos de luminosida- de intensa, refletindo várias cores. E em certo momento, a uma velocida- de supersônica, um dos caças “F-5" foi'surpreendido sendo seguido por seis objetos de um lado e sete de outro. O próprio ministro admite que as Informações dos pilotos e das ba- ses em terra “são fantásticas”, e que no momento não há como explicá- las, Oficiaimente, disse, trata-se de “um fenômeno inexplicável”, O brigadeiro Moreira Lima admi- te a possibilidade de ter havido inter- ferência no radar, como resultado de uma “guerra eletrônica”, mas consi- dera esse fator remoto porque os si- nais foram bastante claros e prejudi- caram os controles de tráfego aéreo dos aeroportos nas regiões onde so- brevoaram os objetos não identifica- dos — ou “Ovnis”, como são cha- mados. O fenômeno, disse ainda, ocorreu por volta das 20 horas e durou vários + minutos, dando tempo inclusive a acionar uma verdadeira operação de guerra aérea. Apesar de serem vistas apenas as luzes, as autoridades aero- náuticas acreditam na existência de algum artefato por trás. Isto porque os radares do Cindacta foram proga- mados para detectar objetos metáli- cos, superfícies sólidas e nuvens pe- sadas. Como o céu estava limpo, a última hipótese foi descartada. O ministro explicou ainda que há registro de fenômenos parecidos no Cindacta, “mas nada que se asse- melhe em magnitude a este”. Os “Ovnis” desapareceram tão miste- riosamente como surgiram nas telas dos radares. Horas depois, enquanto participava de um jantar oferecido ao presidente de El Salvador, Napo- león Duarte, no Itamaraty, o minis- & tro comunicou o ocorrido ao presi- + dente Sarney, que ouviu “interessa- j do e curioso”. "Vão acabar dizendo que o presi- dente da Petrobrás rasga dinheiro.” Foi com essa frase e um jeito meio |. sem graça que o presidente da Petro- |. brás, Osires Silva, reagiu às pergun- | tas dos jornalistas que queriam sa- ber dele como era o Objeto Voador Não Identificado (Ovni) que teria si- do visto pela tripulação do avião Xin- gu, que o levava a bordo de Brasília AG -27/285 para São José dos Campos. Octávio Moreira Lima

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AX - 259, p efix Alerta e perseguição no céu de São Paulo e Rio No início da noite, diante das mais diversas versões que corriam sobre os Objetos Voadores N ão Identificados (Ovni) que teriam sido perseguidos por aviões da FAB, o Co- mando de Defesa Aérea (Conda) reu- niu os jornalistas no gabinete do mi- nistro da Aeronáutica para, por in- termédio do major-aviador Ney An- tônio Cerqueira, chefe do Centro de Operações de Defesa Aérea, relatar os fatos verificados. : De acordo com o major, por volta das 21 horas de segunda-feira, a tri- pulação de um avião Xingu, que se estava aproximando de São José dos Campos, avistou algumas luzes dife- rentes no seu radar. Consultou a tor- re de controle do aeroporto local in- dagando se havia algum outro avião voando na mesma rota. Recebeu a resposta negativa do operador, que, por sua vez, informou o fato ao cen- tro de controle de São Paulo. Mas esse centro confirmou que nas suas telas de radares, na mesma posição em que os tripulantes do “A primeira visã Tão logo a tripulação do avião “Xingu que voava para São José dos Campos avistou as luzes estr comunicou-se com a torre de con- trole. Ao mesmo tempo, os centros operadores de radares de São Pau- lo confirmavam a Retenção de pon- tos em suas telas, mas impossíveis de serem identificados. Imediata- mente, o Centro de Controle de De- Us Adrea, entrou em ação. Xingu diziam estar visualizando lu- zes, apareciam pontos que, contudo, não tinham registros como sendo aviões voando naquela área. Imedia- tamente foi acionado o Centro de Controlee Defesa Aérea de Brasília, que passou a realizar uma “ação de identificação do objeto em movi- mento”. Foi colocada em alerta a Ba- se Aérea de Santa Cruz, no Rio, que possui um esquadrão de aviões su- persônicos F-5. DEDO de esgotados todos os re- íveis para tentar identifi- Raro o ú jeto, o Comando de Opera- ções Militares de Brasília determi- nou que três aviões F-5 se deslocas- sem até São José dos Campos e ten- tassem interceptar o Ovni. A operação de busca começou por volta de 21h45. Dos três apare- lhos, apenas um deles conseguiu con- tos. visual e eletrônico com os objeti- vos, Segundo relatou o piloto do apa- relho, ele conseguiu ver três luzes no horizonte que apresentavam as cores asma a VOADOR, FOGUETE... Caças decolam Cinco minutos depois que os pontos haviam sido detectados nos radares, quatro caças supersônicos brasileiros já estavam no ar, deco- lando de Brasília e Rio para a in- “terceptação. Seus pilotos, contudo, encontraram apenas pontos lumi- -nosos e pelo menos um deles, ao E ira de se; degutr os OVNIs, foi segui- les — seis de um lado e ot o a durante alguns se- gundos. verde, vermelha e branca. No seu ra- dar de bordo essas três luzes também eram possíveis de serem vistas, come :- sendo um avião, na mesma posição. Esse mesmo piloto foi autorizado a ir. de encontro a essas luzes que, en' : tanto, começaram a se afastar em | direção ao mar. Nessa operação, o piloto do F-5 relatou ao centro de controle que estava observando al. gumas interferências nos seus instru= > mentos de bordo, mas mesmo assim. continuou voando em direção a elas. Ele voou para dentro do mar cerca de 200 milhas quando as luzes desapare-. ceram. Quase no mesmo horário, dade de Anápolis, distante 150 base aérea local começaram a cer pontos como sendo, obje: dores, que, entretanto, não registro para voarem naque Ali também os controladores d; e de defesa aérea tentaram poi os meios manter contato objetos. Os relatórios do Cind dois dos pilotos que integra: são de interceptação, será entre hoje ao Ministério da Aeronáutica, descrevendo pontos não identificadas. nas telas dos radares e focos de luz 4 intensa e de colorido variado nos cé de São Paulo, São José dos Cam, Rio de Janeiro. Impressionado, « nistro da Aeronáutica tem só u pressão: “E fantástico!“

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O) 6L0OBU- di-vo-so aRX: d53, f 3 4y Ozires chegou a seguir o disco voador SÃO JOSE DOS CAM- POS, SP — Algumas horas depois de receber do Presi- dente da República a mis- são de cuidar dos interes- ses da Petrobrás na terra e no mar, 0 Coronel Ozires Silva ainda se encarregou de outra missão quase im- possível, que cumpriu com razoável desenvoltura e aguçada curiosidade: a dois mil metros de altura, pilotando um avião Xingu, perseguiu durante 30 minu- tos três objetos voadores não identificados. Ozires Silva estava che- gando a São José dos Cam- pos, às 2lh de segunda- feira, vindo de Brasília, on- de teve audiência com o Presidente José Sarney e com o Ministro da Aero- náutica, Brigadeiro Octá- vio Moreira Lima. O piloto da aeronove, Alcir Pereira da Silva, que trabalha na Embraer há seis anos, es- tava em contato com a tor- re de controle do aeroporto local e, quando iniciava a operação de pouso e já ha- via descido do nível de seis mil para dois mil metros de altura, foi avisado de que, bem na sua rota, estavam, em formação, três objetos não identificados. Quem lo- calizou os ovnis foi a Esta- ção de Radar de Ferraz de Vasconcelos, na grande São Paulo, onde fica o ra- dar primário de detecção dos aviões no espaço aéreo paulista, com alcance de 200 quilômetros. — Falam muito de discos voadores, mas eu nunca vi e gostaria de conhecer um deles bem de perto — co- mentou Ozires Silva com o piloto Alcir, Imediatamen- te, Alcir cancelou o pouso e comunicou ao controle do tráfego aéreo em São Paulo que tentaria perseguir os objetos. Havia pelo menos dois deles no ar — disse Al- cir Pereira ao GLOBO — eram luzes vermelhadas, muito fortes e muito dife- rentes de estrelas ou de aviões, que mudavam de posição rapidamente. Autorizados pelo contro- le de São Paulo, Ozires e Alcir — tentaram por mi- nutos — perseguir os obje- tos, vistos primeiro na dire- ção Mogi das Cruzes, São Paulo, ao mesmo tempo que outros surgiam na dire- ção Ubatuba — Caraguata- tuba, sempre sobre a Serra do Mar.

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Major Cerqueira: 'Nunca, em toda a minha vida profissional, acompanhei um ovni como esse... FAB registra 3 objetos não identificados no céu do País BRASÍLIA — O Presi- dente José Sarney foi infor- mado na noite de segunda para terça-feira pelo Cen- tro Integrado de Defesa Ae- rea do Controle do Tráfego Aéreo (Cindacta), sobre a passagem de objetos estra- nhos nos céus do Brasil. Co- mo Comandante Supremo das Forças Armadas, cabe- ria a Sarney decidir se três objetos voadores não iden- tificados, localizados na proximidade de São José dos Campos, seriam derru- bados pelos caças F-SE e Mirage III das Bases de Santa Cruz e de Anápolis. A decisão não chegou a ser tomada. Os objetos não identificados fugiram em direção ao litoral paulista, acompanhados por um F- SE, que interrompeu a per- seguição após o limite de 200 milhas do mar territo- rial, Indagado sobre o as- sunto, o Presidente Sarney demonstrou que não levou muito a sério os tais ovnis: — Isto parece coisa do Antônio Carlos (Maga- lhães) — comentou o Presi- dente, ironicamente, com o Ministro da Aeronáutica, Octávio Júlio Moreira Li- ma, numa alusão ao Minis- tro das Comunicações, res- ponsável pelo envio de sa- télites. O primeiro a ver os obje- tos não identificados foi o novo presidente da Petro: brás, Ozires Silva, Seu avião Xingu fazia os proce- dimentos finais de pouso em São José dos Campos, quando se percebeu algu- mas luzes que poderiam in- terferir no tráfego aéreo da região. O piloto do Xingu comu- nicou o fato à torre de São José dos Campos, que loca: lizou alguma coisa e acio- nou o Cindacta, em Brasília. O Centro de Defe- sa deslocou três caças F-5E de Santa Cruz e um deles, às 21h45m, localizou três objetos pelo radar. Aproximou-se até uma dis- tância de quatro milhas, e viu três luzes, nas cores verde, vermelha e branca, que se retiravam em dire- ção ao mar. Os instrumentos de bordo sofreram interferência até as 22h15m, quando a perse- guição foi interrompida por falta de combustível. Neste instante, outros contatos-radar não identifi- cados foram verificados nas proximidades de Aná- polis. Três caças Mirage III, armados com mísseis Sidewinder e Matra 530, de- colaram para a indicação do alvo e chegaram a fazer contato com os objetos não identificados através do ra- dar. No entanto, nada con- seguiram visualizar. — Há seis anos que sirvo neste setor — disse o chefe de operações do Centro de Defesa Aérea, Major Ney Antunes Cerqueira — e nunca vi nada parecido. O último contato-radar não identificado que tivemos aqui foi em 1982. O Ministro da Aeronáuti- ca, Moreira Lima, confir- mou o fato, Segundo ele, “Dezenas de contatos fo- ram feitos na região entre Rio, São Paulo e São José dos Campos. Um dos F-5E chegou a ser perseguido por 13 objetos, que forma- ram alas à direita e à es- querda do caça”. Moreira Lima, que na véspera, em conversa in- formal, referia-se explici- tamente a “discos voado- res”, também confirmou a versão de que o novo presi- dente da Petrobrás, Ozires Silva, fora o primeiro a lo- calizar os objetos não iden- tificados. O Chefe de Gabinete do Ministério da Aeronáutica, Brigadeiro Murillo Santos, também confirmou o fato e descreveu as cores dos “12 objetos"! como “as da ban- deira da Itália".

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0 » E ORRE - Virou verdade Desde 1968 que o compo- sitor José. Dantas vinha, amargando uma mentira numa de suas histórias, a de ter visto um disco voa-. dor. Naquele ano, ainda menino, viu um objeto voa- dor não identificado, e apostou com os colegas, em Mossoró, que era um disco voador. Ninguém acredi- tou. Ontem, depois da notícia confirmada pela ae- | ronáutica brasileira, Dan- tas confirmou a sua segun- da visão, madrugada do último do- mingo, no Setor P Sul, em Taguatinga, quando volta- va de uma faxina que fize- ra em seu escritório de in- . vestigador particular, e viu um OVNInovamente. Dantas mora na QNL 12, conjunto B, casa 11 em Ta-. guatinga, e quando voltava -para casa em sua Kombi. avistou uma luz amarela, em formato de um cogume- | jo-Bigante-por-cima. das montanhas ao longe, A apa- rição durou três minutos, segundo calculou, O objeto não fazia barulho, emitia, | apenas, uma “luz muito linda e parecia pousar na “terra”, Tinha a forma re- donda e a vontade que deu foi de seguir até fazer con- tato com estes seres, obser- - vou José Dantas. . Ele voltou para casa ra- pidamente e acordou a mu- . lher Liumar Silva Pereira Lira, que voltou com ele no carro para tentar ver o ob- jeto. Levou consigo a má- quina fotográfica, mas- quando chegou ao local, na- | da mais existia. Mas a sen- sação de alegria e emoção | ficou. Dantas aposta com qualquer um que não era avião ou outra espaçonave conhecida e lembra a sua “experiência como piloto “amador nas viagens à Ron- dônia num monomotor. “Não há dúvida, frisa ele, era uma espaçonave de ou- tro planeta”. (O Ro ACI/ 1 acontecida na, PRIMEIRA VISÃO * A-sua primeira visão au * um OVNI aconteceu ainda - em Mossoró, Rio Grande do Norte, quando no final da tarde olhou no horizonte ARX «ab TP saldo fo rr NY Para os grupos de ufolo- gia esotérica o avistamento | e a perseguição de OVNIs por caças da FAB não cau- sou nenhuma surpresa: ". através de comunicações e viu uma grande luminosi- | dade. Hoje ele está certo de “que era mesmo um disco voador. Mais certo ainda | está sobre a visão da ma- drugada de domingo e afir- | -ma que faria um contato di- reto com seres extraterre-. nos caso tivesse oportuni- dade. O tamanho da espaçona- ve de domingo era maior | “que quatro luas cheias. Jo- sé Dantas teve tempo bas- tante para prestar atenção | no que via e comparar com aviões, fenômenos celes- tiais ou confusões com ilu- minação da terra. Os dois pavimentos da bola amare- | “la, afirma ele, ''não pare- ' ciam com nada que conhe- co até hoje, foi uma visão unica e até mesmo incom- ' parável com a minha pri- | meira visão de um OVNI | a a - José Dantas acredita que existem outros seres em | outras galáxias e lembra o - fenômeno do Triângulo das Bermudas, onde se tem notícias de que navios de- saparecem e depois reapa- recem sem seus tripulan- tes. Dantas não chegou a completar o segundo grau, mas se diz poeta, composi- tor e investigador particu- lar, além de garçon. Até o momento ele não teve ins- piração para fazer alguma ' música, a exemplo do com- * positor baiano Raul Seixas, ' que em uma de suas can- - ções fala de discos voado- res. Mas garante que no próximo livro que escre- ria, E 7 MMC e a ver, vai contar esta histó- L HA psíquicas, esperava-se pa- ra o dia 24 o início de uma grande onda OVNIs nos | céus do Brasil, de tal en- vergadura que as autorida- des mundiais dificilmente conseguiriam sufocá-la, e manter a atual política de evitar o assunto e de distor- cer os fatos para o grande público. O fenômeno UFO começa a ter registros na Antigúi- | dade, e há intensa relação entre as culturas egípcia, pré-colombiana, e prínci- palmente as culturas orien- tais antigas, como a cultu- ra védica, com a presença de objetos luminosos, de onde teriam saído os gran- des civilizadores desses po- vos. A cultura védica é a que mais conhecimentos parece ter sobre a origem desses seres, que chama de “espaciais”, — por habita- rem o espaço, e não outros “mundos, já que eles dizem que apenas civilizações pri- mitivas habitariam plane- tas. Na cultura védica, os | UFOS são conhecidos como “vimaanas” “carrua- gens celestes” ou ''carrua- gens dos deuses”. No Ocidente, o assunto começou a ser tratado sigi- losamente pouco antes do início da Segunda Guerra, e mais abertamente a par- tir de 1949, quando um pilo- to civil americano leva à grande imprensa um dos mais completos depoimen- tos de avistamento de “pratos voadores” — ex- pressão cunhada por ele, que viu nove voando a velo- cidade inconcebiveis para a época, nos Montes Ra- nier, estado de | ton. : A partir daí, o governo norte-americano passa a organizar uma série de co- | “missões para tentar eluci- dar o fenômeno — comis- sões que, diante da sua con- tundência, foram “'gentil- mente" convidadas a dis- torcerem os fatos, fiéis ao ensinamento de Maquia- | vel: “Para governar bem, o * principe deve confundir e dividir seus súditos, 'mantendo-os na ignorância dos grandes problemas do Estado. E nunca em hipóte- t se alguma, admitir que | existe um poder maior que. ' o seu próprio”, dizia ele. | Essa política de acoberta- mento dos fatos virou mais um produto de exportação dos Estados Unidos, e no mundo inteiro os governos - preferiram adotar a mes- ma postura diante das evi- '* dências, já que as comis- ' sões de alto nível chega- ' ram a conclusões estarre- cedoras sobre o significado do fenômeno, seu alcance e ' sua inacreditável relação com as origens da Humani- dade, nossas crenças e ' muitos de nossos hábitos é costumes, desde a mais re- ' mota Antigúidade. Essa decisão de preferir * acobertar os fatos do que torná-los públicos, e de discutilos abertamente e “sem preconceitos, levou o estudo do fenômeno OVNI para a clandestinidade e os ' círculos esotéricos, as so- ciedades secretas e Os gru- pos paramilitares, que ja- mais pretenderam divul- | gar os resultados de suas pesquisas. Houve, Inclusi- ve, diversas vítimas fatais | e perseguições, práticas de lavagem cerebral e desa- ' parecimento de pessoas que tentaram romper essa barreira. Dentre outros, astronautas norte- | americanos e soviéticos, * que foram das maiores ate mas, RESGATE Em1950,-norte- americanos conseguem resgatar, num deserto do meaning? Og

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INOVUO MEXICO, ONZe IrIpus | lantes semicarbonizados, recolhidos de três objetos, de idêntica forma e ta! x nhos diferentes, acidenta- | dos naquela região. Os : rem eram extremamei semelhantes aos peq seres (um metro e 10 | centimetros de altura) que | inspiraram Steve Spielberg | - védicas orientais e, mais para a definição dos perso- | É nagens do filme “Contatos | Imediatos de Terceiro | Grau”. Eles continuam guardados numa Base Aé rea do Novo México, num | galpão, à disposição de um | público restritissimo, e a | partir desse incidente ne- nhuma outra queda de disco-voador foi tornada pública, embora haja evi- dência de que esse número é razoavelmente grande, com uma boa percentagem de recuperação de tripu- lantes, na sua grande maio- ria de forma totalmente hu- mana, predominando esta- turas pequenas, entre 90cm | e 1 metro 30cm O PRIMEIRO “RACHA” Em 1952, há o primeiro grande “racha” interna- cional na ufologia, causada pelo encontro da ufologia ocidental com a chamada “vimanosofia” — o conhe- cimento que vem do espa- co, apoiado nas tradições | | | dem - res militares, pilotos civis e “dos ao governo, partidos modernamente, nos conta- | paranormais investiga- | los em todo o mundo, tam- bém secretamente. En- “quanto a ufologia ocidental ueria encarar o fenômeno dentro dos limites da ciên- cia acadêmica, procurando explicá-lo sem ferir o co- ' nhecimento universalmen- te aceito sobre a origem do, , homem e as leis da nature- | za, a “'vimanosofia” e a “* chamada uíologia esotéri- “ca, desenvolvida por sensi- “tivos e ““contactados”, fa- | zia questão de evidenciar . essas ligações, bem como |, as verdadeiras leis que go- vernam a natureza e 0 cos- mos. A partir de 1959, os OV- NIs começam a se mostrar | em grandes ondas, princi- | palmente sobre objetivos militares, em áreas de con- centração bélico-nuclear, sobre grandes hidrelétri- . cas e, mais raramente, provocando interferência nos vôos orbitais e na nave- | gação aérea civil e militar, como aconteceu com os aviões que tentaram caçar os OVNIs, na noite da últi- ma segunda-feira, e que. acabaram sendo literal- mente caçados por eles, O primeiro governo a as- | sumir publicamente a ori- | gem extraterrestre desses objetos voadores foi o go- verno francês, em 1961. A partir da grande quantida- de de relatos encaminha- | principalmente de aviado- habitantes das regiões ru- rais, os franceses assumi- ram uma posição contrária à orientação e à postura “AS, quer Us a americanos 4 impunham ao mundo, de | boicote total ao fenômeno, e desmoralização sistemá- tica das experiências vívi- das por milhares de pes- soas em todo o mundo. O governo francês chegou a criar um organismo espe- Pr Ar Do ponto de vista da ufo- logia esotérica, as grandes religiões são, na verdade, diluição dos ensinamentos dos grandes mestres, que por sua vez beberam na fonte dos chamados seres interplanetários. Dai sua resistência a tratar do fe- cial para o monitoramento ' nômeno OVNI, da mesma do fenômeno e o trato científico e paracientifico dos relatos. A partir de 1977, foi a vez dos soviéticos criarem um organismo semelhante, rompendo também com a . política norte-americana de acobertamento dos fatos e desmoralização dos rela- tos. Os soviéticos cons- truíram, então, cerca de dois mil postos e estações de monitoramento do fenô- meno. Em 1981, vazaram para o Ocidente 45 minutos de “tape” do contato vi- sual, a 30 metros de distân- cia, entre os tripulantes da estação orbital “'Salyul — 6” e um OVNI de forma es- férica, com três seres a bordo, de aspecto inteira- mente humano, 2 metros e 10 cm de altura, aproxima- damente, jambo e grandes olhos azuis obliquos. Foi a pri- meira vez que se noticiou cor moreno- | no Ocidente que astronau- tas, em órbita, informações com seres in- terplanetários. Em 1964, explodem as evidências de que a maior parte das familias H des- se seres mant��m base re- gular na Terra, provavel- mente em regiões subter- râneas, submarinas e em áreas geladas, e de que são milhares os tipos e diversi- ficadas as tecnologias das naves. E que todos os casos de contatos de terceiro e quarto graus, nos anos que antecederam 1964, ocorre- ram com seres que afirma- ram estar presentes na Terra muito antes de nós, numa época em que o mun- do não tinha nem oceanos, como tem hoje. Nessa épo- ca, ficou evidente também que a tradição esotérica oriental e o conhecimento de várias escolas iniciáti- cas ocidentais, ligadas à prática de fenômenos para- normais (contato telepáti- co etc.) tinham razão, fe- chando o grande ciclo de debates iniciado com o grande “racha” de 1952. A partir daí, a ufologia se re- parte em dezenas de cor- rentes, as autoridades pú- blicas passam a não ter mais uma politica única, e as religiões passam a evi- tar entrar no mérito da questão OVNI. trocaram forma que “*crucificariam Cristo”! se ele voltasse a aparecer. Um exemplo: o cardeal D. Ivo Lorscheider recusou-se a sair da poltro- na para ver o UFO que se- guia o vôo 169 da Vasp na madrugada do dia 15 de fe- vereiro de 1982, recusando- se a encarar 0 fenômeno de frente. No Brasil existem deze- nas de grupos ofíciosos in- teressados no assunto, in- clusive dentro das Forças Armadas. Em Brasília há uma grande concentração de estudiosos da ufologia esotérica, enquanto no eixo Rio-São Paulo concentram- se os estudiosos da ufologia clássica. E há uma só pu- blicação especializada no assunto; a revista ““Ufolo- gia Nacional e Internacio- nal”, editada pelo Centro de Pesquisas de Discos- Voadores de Mato Grosso do Sul (Caixa Postal, 2182, Cep 79021), que detém o. maior acervo privado de informações sobre OVNIs...

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Em Brasília é corriqueiro O fenômeno da presença extraterrestre entre nos vem desafiando a inteligên- cia no mundo todo e a docu- menta: sobre discos voa- dores já se tornou um fato mais ou menos corriqueiro, desde u decada de 50. Em Brasilia, estranhos objetos voadores são vistos desde s seus primórdios. : “Sim 1959. no Núcleo Ban- deirante, o padre Raimun- do do Nascimento Teixeira se juntou a uma multidão na rua para observar um estranho objeto discóide que se deslocava em gran- de velocidade. Ao comen- tar depois o fato “com o construtor da Capital. is rael Pinheiro, teria ouvido dele: “Aquela nave lumino- sa que todos nós vimos es- tava com seres de outro planeta para observar a construção de Brasilia e sa- ber se ela seria inaugurada dentro do prazo previsto”. Depoimentos como este são até bastante comuns entre pariamentares, pro- fessores, militares. Em seu livro “Parapsicologia e os Discos Voadores”. o gene- ral Alfredo Moacyr de Mendonca Uchôa, um dos mais competentes estudio- sos do assunto, relata com minúcias alguns desses fe- nômenos observados por gente da Capital Federal. O general Uchôa é de op|- nião que aos poucos se deve esclarecer a opinião públi- ca sobre os mistérios do Universo e ao mesmo tem- po sensibilizar os setores governamentais para a im- portância científica desses estudos: ''Porque é funda- mental que Brasilia tenha um centro avançado de es- -Audos no setor”. mms na Ec AE CENTRO DE Eis rubUS Sob a direção do general Uchôa funciona na Capital 9 Centro Nacional de Estu- dos Ufológicos (CeNEU), que já conta com mais de +00 pessoas estudando o mistério dos discos voado- res. Um dos grandes incenti- vadores desse estudo é o deputado João Cunha (PMDB/SP) que luta “pa- ra mergulharmos na Era Cosmica” porque “eu mes- mo já vi um disco-voador lá em Ribeirão Preto”. Para os estudiosos locais sobre o feonômeno, “Brasilia é um campo de forca magnética”, pois aqui convivem duas for- mas de conhecimento bem evidentes. De um lado, o científico — acadêmico re- presentado pela adminis- tração pública e de outro à inquietação incomum, pou- co vista em outras regiões, uma busca de Deus muito intensa. Devido a isto a ci- dade abriga vários movi- mentos esotéricos sendo os mais importantes o Vale do Amanhecer e a Cidade Eclética de Yokanam. : Na madrugada do dia & de fevereiro de 1982, um ob- jeto voador não- identificado acompanhou durante três horas um boeing da Vasp de Fortale- za ao Rio de Janeiro. Du- rante todo o vôo, piloto, tri. pulação e todos os passa: geiros puderam observar as evoluções de um disco voador pelos céus do Bra sil. Este foi um dos inume- ráveis fatos sobre UFOs, presenciado no Pais. Segundo declarou o co- mandante do vôo 169 da Vasp, à tripulação de um avião da Aerolineas Argen- tinas e do vôo 177 da Trans- brasil também testemu- nharam aqueia magnifica aparição. OQ comandante Gerson Brito disse também que o Radar de Brasilia — Cindacta, registrou um al- vo a oito milhas do seu avião.

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NS Pode ter acontecido com você, com alguém que você conheça. No número 70 da rua Antó- nio Marcondes, no Ipi- ranga, onde fica a sede do Centro de Estudos e Pesquisas Ufológicas, há quase dois mil de- poimentos que vêm estudados há onze anos, além do mais picto arquivo brasileiro de fotos de Ob- cadores Não Identificados e de seus tes próprios ufólogos consideram que istórias que chegam até eles são de fantasia ou simples brincadeiras. ndo-se em suas pesquisas e expe- e especialistas de outros países, ovo, presidente do Cepu, defende ia de discos voadores e a tese de terrestres vêm estudando minu- o planeta, E protesta con-. versões sobre os cerca de 20 0b- sos que, no último 19 de guidos pelos Mirage e egistrados nos radares: ndas lançadas por discos voa- lou-se em chuva de meteo a pela passagem do Ha oritos não fazem movi gentes. Referências sobre es são feitas há milênios. | toda cheia de olhos, que numa nuvem de fumaça”. Na uitos teólogos, o profeta te- , mas entre MdlogoR a visão! nave extraterrestre. Manuscri-l es em pedra ou desenhos de encontradas em cavernas e stram visões de criaturas que u em máquinas voadoras. stas considerações tão remo- eira, professor na Faculdade de Guarulhos, acredita que as dos OVNIs só podem ser interpre- iedade, a partir da Il Guerra nte das constantes visões, a ea Norte-Americana decidiu, em talar um grupo de pesquisas na «ce de Colorado destinado a re- o e qualquer fenômeno de UFOs ied Flying Objects, Milhares de foram pesquisados, mas os es- » não apresentaram nenhuma bre as visitas dos OVNIs. ições dos discos voadores são em toda vez que a Terra pas- ande desprendimento de ener- ma situação catastrófica como motos, maremotos. Os ufonau- »rvadores sistemáticos, acom- > planeta nestas anomalias. Os E.T,s “ixinho, de 80 centímetros a um me- tura, orelhas pontudas, olhos ntes um do outro, cabeça SE roporcional ao corpo, não tem : risco...” — É assim que cerca essoas “que garantem ter visto res os descrevem. Estes seriam do com as denominações da Ufo- - os tipos alfa, Há ainda 20% que N »0s beta, que são seres de um meio a três metros de altura, pare- : cs humanos. Entre estes, há al- não têm corpo definido e são des- o sendo somente uma luz ou uma arlos Alberto Reis, presidente do Centro de Estudos de Fenômenos —, há três Ra Pásicas OVNIs e E.T.s também serão o assunto de hoje, às 23h, no programa Síntese, de TV Cultura. -

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vá O SJexsiboi epoep ' d US O prepey sieg 10U EU 10] opônbesIS Op sojuod soupA us 'epunbesep o] Numa atitude inédita na história brasileira, o minis- tro da Aeronáutica, briga- deiro Octávio Moreira Li- ma, informou ontem que quatro caças supersônicos da FAB tentaram intercep- tar, na noite da última segunda-feira, mais de vin- te “objetos voadores não identificados”, que sobre- voavam as cidades de São Paulo, São José dos Cam- pose Rio de Janeiro. Antes de fazer o comuni- cado oficial aos jornalistas, Moreira Lima contou ao presidente José Sarney que, às 8h da noite de segunda-feira, ao detectar na tela de seus radares a presença dos OVNIS, o — Centro de Defesa Aérea e de Controle do Tráfego Aé- reo (Cindacta) — acionou o seu alarme de ataque ge- ral. Foi o bastante para que a Força Aérea Brasileira detornasse o seu esquema de emergência. s&inco minutos depois, de- colaram das Bases Aéreas de Anápolis e Santa Cruz, - esta última no interior do Rio de Janeiro, os quatro supersônicos: dois ““Mira- ge" dois “F-5". A missão dos pilotos era amesma: al- cançar, identificar e inter- ceptar os objetos, identifi- cados por Moreira Lima como “pontos de luz multi- cor”. A esta altura, os OVNIS já saturavam o “escopo” dos radares do Cindacta e do Sistema de Defesa Aé- reo de São Paulo, Um dos caças “'F-5” foi, segundo o ministro da Aeronáutica, cercado por treze “pontos de luz bastante intensos”. Sete ficaram de um lado e seis do outro. O piloto con- seguiu enquadrar um dos OVNIS no radar do seu avião. mas não pôde identificá-lo. PERSEGUIÇÃO “Durante vários minu- tos”, contou Moreira Lima, “as coisas se inverteram, Acionados para perseguir, os caças da FAB passaram a ser perseguidos pelos ob- jetos voadores não identifi- cados”. Da mesma forma que apareceram, os OVNIS sumiram. “Tecnicamente, não há explicação”, reco- nhece o ministro. Segundo contou ao Presi- dente, os radares de defesa aérea só conseguem detec- tar três tipos de ''corpos": objetos metálicos, su- perfícies sólidas e nuvens pesadas. Esta última hipó- tese já foi descartada por Moreira Lima: “Nas três cidades, o céu estava abso- lutamente limpo”, diz. Hoje, o ministro recebe- rá relatórios dos quatros pilotos que atuaram na segunda-feira. Após anali- sar os documentos, ele os encaminhará ao Estado- Maior da Aeronáutica, que fará estudos mais aprofun- dados. ''Não temos nada a “esconder. Tudo será divul- gado à imprensa”, prome- teuo brigadeiro. O presidente Sarney, se- gundo o relato de Moreira Lima, não ficou preocupa- do. “'Agiu como qualquer pessoa curiosa agiria”, contou o ministro, que já havia conversado com o Presidente sobre este as- sunto terça-feira à noite, durante um jantar em ho- menagem ao presidente de El Salvador, no Itamarati. ATITUDE INÉDITA Esta foi a primeira vez no Brasil que uma autori- dade de nivel ministerial admitiu oficialmente a identificação de OVNIS. Assuntos desta natureza, em geral controvertidos, são mantidos em sigilo e, quando chegam ao tonheci- BRX- 95%, D+ dQ/i Aviões da FAB cacam OVNI CORREIO BRAZILIENSE Brasília, quinta-feira, 22 de maio de 1986 9 e acabam cacados mento público, a fonte da informação é sempre um oficial inferior. Há apenas um preceden- te: o Governo Getúlio Var- gas reconheceu em nota oficial a autenticidade das fotos de um objeto de for- ma discóide, tiradas a bor- do do navio-escola da Mari- nha, Almirante Saldanha, na altura da Ilha de Trinda- de, no Sul do Pais — objeto avistado por toda a tripula- ção. Ontem, Moreira Lima não só confirmou a perse- guição aos OVNIS, como reconheeu que há nos ar- quivos do seu Ministério re- gistros de fatos semelhan- tes: “A aparição de objetos voadores não identificados já ocorreu antes no Brasil, mas nunca com essa inten- sidade”. Orgulhoso, o ministro fri- sou que o sistema de defesa aérea funcionou eficiente- mente. “*Temos pilotos prontos para decolar em cinco minutos, caso sejam identificadas aeronaves hostis no nosso espaço aé- reo”, disse, exemplifican- do em seguida: “Em 1982, durante a guerra das Mal- vinas, dois caças Mirage” forçaram um avião cubano a pousar em Brasilia”. Desta vez, é claro, a situa- ção foi bem diferente: os caças foram acionados, fi- zeram tudo que deveria ser feito. mas de caçadores acabaram virando caca, O ministro abriu o jogo numa atitude inédita

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AM. a5%, pe l/14 Uma estranha missão de Ozires São José dos Campos (SP) — Algumas horas de- pois de receber do Presi- dente da República a mis- são de cuidar dos interes- ses da Petrobrás na terra e no mar, O coronel Ozires Silva ainda foi encarregado de outra missão quase im- possível que cumpriu com razoável desenvoltura e aguçada curiosidade: a dois mil metros de altura, pilotando um Xingu, perse- guiu, durante 30 minutos, três Objetos Voadores Não- Identificados (OVNIs), ten-” tou chegar perto deles mas não conseguiu porque eles mudavam de posição rapi- damente. Ozires Silva estava che- gando a São José dos Cam- pos às 2lh de segunda- feira, voltando de Brasília, - onde teve audiência com o presidente José Sarney e com o ministro da Aero- náutica, brigadeiro Otávio * Moreira Lima. O piloto da aeronave, Alcir Pereira da Silva, que trabalha na Em- braer há seis anos, estava em contato com a torre de controle do aeroporto local “e, quando iniciava a opera- ção de pouso e já havia des- cido do nível de seis mil pa- ra dois mil metros de altu- - ra, foi avisado de que bem na sua rota estavam, em formação, três objetos não- “identificados. - Os três objetos apare- “ciam nítidos e clards nas telas dos radares do Centro Integrado de Defesa Aerea e Controle do Tráfego Aé- reo (Cindacta) no Rio e em Brasilia e não transmitiam qualquer sinal de rádio pa- ra a sua identificação. - Falam tanto de discos voadores, mas eu nunca vi e gostaria de conhecer um deles bem de perto — co- mentou Ozires Silva com o piloto Alcir. Imediatamente, Alcir cancelou o pouso e comuni- cou ao Controle do Tráfego Aéreo em São Paulo, que tentaria perseguir o objeto. — Havia pelo menos dois deles no ar — disse Alcir Pereira, Eram luzes aver- melhadas, muito fortes e muito diferentes de estre- las ou de aviões que muda- vam de posição rapida- mente sem deixar qualquer rastro, simplesmente desa- pareciam de um ponto e apareciam em outro lugar. Em momento algum eles conseguiram chegar perto das fontes de luz e como a noite estava bastante cla- ra, não puderam ter uma noção aproximada da dis- tância em que se encontra- va o objeto. “O controle de São Paulo, numa das vezes, nos avisou que os objetos estayam bem atrás de nós, fizemos uma curva de 180 graus na direção indicada e não vimos nada, mas eles foram aparecer pouco mais à frente, sobre a Ser- ra do Mar, com uma luz tão forte Que não poderia ser nenhum reflexo”. Foram quase 30 minutos de vôo entre São José dos Campos e a Grande São Paulo, sobre a Serra do Mar, más não foi possível chegar mais perto dos OVNIs. No fim da missão, Ozires Silva e Alcir Pereira comentavam que ainda não foi desta vez a sua chance de ver um disco voador. Eles ficaram com a certeza de que era algo estranho porque também encontra- ram, na perseguição, dois aviões que eles pediram para sinalizar e viram em seguida os faróis do trem de pouso piscarem três ve- zes, enquanto a luz do obje- to não identificado persis- tia intensa e firme. Assim que pousaram no pátio da Embraer, 35 minu- tos depois do previsto, às 21h40, Ozires pediu a Alcir que avisasse ao Centro de Defesa Aérea da FAB em Brasilia sobre os inciden- tes. Na empresa, no entan- to, só os ramais de PABX funcionavam e todos eles são bloqueados para liga- ções interurbanas. Somen- te por volta das 22h30 é que Alcir, de sua casa, conse- guiu avisar a Defesa Aé- rea. Imediatamente foi acionado o alarme: seis ca- ças supersônicos “'F-5" e “Mirage” sairam das Ba- ses Aéreas de Anápolis, em Goiás, e Santa Cruz, no Rio de Janeiro,

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. Pilotos da FAB confirmaram perseguição aos sinais Pilotos confirmam ter visto OVNIs Três pilotos militares con- firmaram, em entrevista cole- tiva ontem, ter realmente vis- to sinais lunimosos não- identificados no céu. Na segunda-feira passada, eles participaram de uma verda- deira caçada para identificar registros anormais verifica- dos nos radares da Aeronáuti- ca em São Paulo e Brasília. Além desses sinais luminosos, estranhos ecos nos radares impressionaram o Ministério da Aeronáutica, que nomeou uma comissão para investigar ocaso. Alertado pelo Centro de Con- trole Aéreo de São José dos Campos (SP), o piloto da Em- braer, Alcir Pereira da Silva -— que vinha de Brasília, foi o primeiroa ver o “ponto” lumi- noso, na direção da cidade de São Paulo. Ele tentou se apro- ximar mas o ponto logo desa- eu. O tenente da Força Aérea Brasileira (FAB), Kleber Cal- das Marinho, pilotando um F-5 | ue decolou da base aérea de anta Cruz (RJ) disse ter vis- to um “ponto de luz de cor branca”, que se deslocava em sentido horizontal. Afirmou que o mesmo em certo mo- mento, mudava para as cores verde e vermelha. Kleber con- seguiu se aproximar 24 quilô- metros do ponto, que rumou em direção ao mar, quando o piloto retornou à sua base, O capitão Márcio Brisolla Jordão, que pilotava outro F- 5, saído da mesma base 15 mi- nutos depois, viu um “*ponto fl- xo de cor vermelha, que não se movimentava”. Tentou se aproximar da luz, mas desis- tiu ao perceber que não teria combustível para retornar. Antes, o radar de Brasília de- tectou 13 “ecos” acompanhan- do o caça a uma distância de 35 quilômetros. Jordão, contu- do, não visualizou os mesmos em seuradar de bordo. Já o piloto do Mirage que saiu da base de Anápolis, capi- tão Armindo Souza Viriato, confirmou ter detectado no ra- dar do Mirage “ecos” que se deslocavam em zigue-zague, entre Anápolis e Goiânia. Aproximou-se cerca de 10 qui- lômetros do local do “eco”, mas não conseguiu avistar na- da, embora a noite fosse clara. Os outros dois pilotos que participaram da operação — capitaes Rodolfo da Silva Sou- za e Júlio Cezar Rozemberg — disseram não ter nenhum con- tato no radar de bordo, nem visual, O tenente Francisco Hugo Freitas, chefe de controle do Centro de Operações de Brasília, que praticamente orientou todos os pilotos da FAB na caça, afirmou que em 14 anos de trabalho junto aos radares “nunca viu nada pa- recido se manifestar na tela”. Não afastou, contudo, a possi- bilidade dos “ecos'' serem fe- nômenos meteorológicos, ou mesmo a eventualidade de se- rem OVNIs. Participaram também da coletiva o coronel Sidney Azambuja, chefe do Comando de Defesa Aeroespacial Brasi- leiro e major Ney Antunes Cerqueira, chefe do Comando da Defesa Aérea. AR 25%, polyj3a

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AR. d54; ê' 351% RARE rs * BRASÍLIA AGÊNCIA ESTADO Durante mais de duas horas, dez | oficiais da FAB relataram os e ne dios por eles vividos no último quando os radares do Centro o grado de Defesa Aérea detectaram objetos voadores não-identificados Rio-São Paulo, Os cinco pilotos ca F-5 de Santa Cruz e dos Meaçe do PERDOA revelaram o que não chegaram a nenhuma con: uso PouES O MUS poderiam ant;O8, pontos luminosos vistos nos céus. á A convocação da entrevista cole- tivacomos tos, com os chefes da operação e o Centro de Defesa Aé- rea e com os ce dos rada- da Apronáutcs de repórteres trust, utica res leiros e estrangeiros. Ao final, apenas uma conclusão: os radares de terra do Centro Inte-- feios no céu, que perseguidos por a tos no que ronaves F-5 e Mirage não Co ça nem sequer a ser identificados. Se- gundo o capitão Márcio Brisolla Jor-. 0 ES. Pauto. Os pilotos não chegaram a ne conclusão saio Oficiais contam como: observaram os OVNIs. dão, de 29 anos, que decolou de San” Ho ponto Miminioso per ele visto, mtas” do pon! re mas depois de ter ad uma hora e 20 utos, e não tê-lo alcançado, pre- feriu voltar pará a base, com lena de ficar sem combustível. Seu avião sAraava: mísseis e na em que tinha.era apenas iden! car o alvo, o que, finalmente, não. pose ser feito por nenhum dos RAR! ' vidos. OUTROS ç su aa ido quarta ao seguido e um objeto voador ando fazia à. A 15 minutos quando fazia rota Belo Horizon' São Paulo. Não só os tri) Estar” mas todos os a jeto — de Doi retida “dade branca, verde e vermelha. ns Not de e ER objeto na q! que TM Curura O Po melhas, verdes é às vezes prata” na ou pç. 8

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Jornal “tadores, 'souentão as peculiaridades * árvores; entre outros. “ Nova Iorque — Os cien:..,, tistas começam a,» interessar-se pelos OVNIs... nos Estados Unidos e 600. deles assistiram a um, conferência do astrônomc James Allen Hynek sobre 0. , cados. Hynek, considerado. - uma autoridade mundial;s.,, em ovnilogia, pronunciou; sua conferência — à qual ses; seguiu um debate — na se-,, de da American Associa- tion for the Advencement of Science ( Associação: Americana para 0 Progres- so da Ciência) “AAAS”,, em Nova Iorque, FE A revista especializada. : “International UFO Repor: ter” publica uma síntese. da exposição do astrônomo: americano. Nessa ocasião. participou James Olberg: como “advogado do diabo": versus Hynek. Olberg, peclalista em informática e - técnico da NASA, é um cé“s tico em relação ao proble: tico e até mesmo hostil :ã '- questão. Por isso, disse: tação que emprego em ge: ral. Em vez de apresentar” dois ou três casos significa: tivos, para demonstrar qu “os OVNIs são um fato real, apresentarei 400 casos", Como se sabe, para a | maioria dos clenustas og OVNIs são fenômenos nã- | turais ou aparelhos cons truídos pelo homem, Toó- mando como modelos esses 400 casos, cujos dados fo- ram estudados com compu- astrônomo anali- que o fenômeno apresenta. Entre elas: aceleração» anormal de velocidade e... bruscas guinadas sem di». minuir a marcha; efeitos, que causam nos animais; efeitos eletromagnéticos; segmento de veículos. acompanhameni s mes- "” mos à baixa altura; parada . no ar; sinais físicos no solo; .. inversão de movimento; in-. .. visibilidade ao radar; velo: cidade assombrosa; deslo-' camento lento no cume das AA aS%p- 36/4% "CORREIO BRASILIENSE" de 01 Jun 86

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-Rer ear IWAN THOMAS HALASZ “Tóm a repercussão dos objetos voado- res não identificados que apareceram nos céus paulistas na noite de 19 de maio, sur- giu a necessidade óbvia de esclarecimentos: A primeira suspeita recaiu, muito ob- viamente, sobre artefatos espaciais. Os saté- lites e os ônibus espaciais que giram em órbitas inferiores a 400 km, não somente podtk' ser observados nas telas de radar, mas também podem ser vistos a olho nu quaridó iluminados pelo sol contra um céu escuro; Assim sendo, suspeitou-se se tratar da reénrrada na atmosfera, e subsequente desintegração, de um corpo espacial, even- tualihiénte de um foguete portador que devi- do ao-arrasto das partículas nas proximida- des'dã'Terra, perdeu a velocidade necessá- ria ço contrabalançar a atração gravita- cionaf. Acontece que o Goddard Space Flighr Cente?, cujos imensos computadores sub- terrâneos acompanham o movimento de to- dos-0$' corpos lançados no espaço, não di- eo informação sobre nenhuma reentra- da, ue significa que ou não houve reen- trada eu foi encoberta pelo sigilo militar. -Na ausência de pronunciamento da Goddard Space Flight Center, os radioama- dores. avançados em São Paulo, agregados na BRAMSAT, secção brasileira da The Radio Amateur Satellite Corporation AM- SAT, compilaram os fatos que podiam re- sultar em uma explicação plausível não re- lacionada com artefatos espaciais lançados pelo homem. O resumo destes fatos é como segue: Durante o mês de maio de 1986 a média “de fluxo solar em 2,8 Gigahertz, medido diariamente às 17 horas UTC em Ortawa-Canadá, era apenas de 72,4, cor- respondente a um número Zurich (conheci- do também como número de Wolf em ho- Reu A RR gi Ea JORNAL: O ESTADO -DE SÃO PAULO ,-. 19-JUN 36 menagem ao suíço que o originou) de man- chas solares de 12. Embora este número seja baixo, devido ao fato de nos encontrarmos atualmente entre o Ciclo 21 e Ciclo 22 de manchas solares dio dona entre 9 e 13 anos, com ia de 11), o que-importa, não é aparentemente o valor médio, mas a sua variação a curto prazo que provoca pertur- bações agnéricar da mesma forma que a variação do fluxo de elétrons em um condu- tor varia O campo magnético em seu redor, e induz tensões elétricas em outros condu- tores. Já aconteceu no auge do Ciclo solar 21, em novembro de 1979, que a contagem de manchas solares caiu num período de 18 dias de 383 para 154. As perturbações mag- néticas e ionizações resultaram, também da- quela vez, em boatos sobre discos voadores e outros objetos voadores não identificados. Neste ano de 1986, o primeiro sinal de irregularidades de fluxo solar foi observado .no dia 8 de fevereiro, quando perturbações na camada ionosférica E causaram efeitos aurora em quase todos os Estados Unidos, dando, simultaneamente, condições anor- mais de pro ão em frequências de VHF e UHF aos radioamadores experimenta- dores. As ações continuaram ao me- nos até o dia 12 de fevereiro, quando chega- ram a interromper a recepção, pela Nasa, dos sinais da sonda interp! ia Voya- ger-2 e, pela Amsat, do satélite amador OSCAR-10. - Agora, em maio, a perturbação foi mais intensa, com consequências mais visí- veis e até danos físicos em ao menos um satélite. O que houve foi um aumento de três vezes no número de manchas solares num período de cinco dias. Conforme infor- mações fornecidas pelo National Bureau of Standards, dos Estados Unidos, transmiti- o ; º o * OsOvnis de 19 de Maio das em boletins através de suas estações WWV, WWVH, WWVB e WWVL, e grava- das em São Paulo, o número Zurich de manchas solares aumentou entre os dias 15 e 20 de maio p.p. de sete para 21 (este número não é contagem direta, mas é pro- porcional à soma do número de manchas com dez vezes o número de grupos de man- chas). No sábado, 17/05, danificou-se o com- putador a bordo do satélite amador OS- CAR-10, que desde então não mais obedece aos comandos enviados pelas estações ras- treadoras situadas na Nova Zelândia, no Canadá e na Alemanha Ocidental. Nos quase três anos que decorreram desde seu lançamento em 16 de junho de 1983, o satélite OSCAR-10 percorreu, até sua dani- ficação, exatamente 2.202 órbitas, e passou todas as vezes pelo seu perigeu localizado no cinturão Van Allen sem que tivesse sofri- do qualquer avaria em seu computador de bordo. Os cientistas norte-americanos têm como certo que, no dia 17 de maio, as bruscas variações do fluxo solar, através da ionização, tempestades magnéticas e espe- cialmente forte radiação cósmica no cintu- rão Van Allen fizeram ultrapasar o limite de Fentncia do computador a bordo do saté- te. Na segunda-feira, 19/05, rompeu-se a camada ionizada que encobre a Terra em forma de esfera, fazendo com que os sinais de telemetria da estação orbital soviética: Salyut-7, nas frequências de 19953 e 19954 Khz chegassem a São Paulo com intensida- de extremamente forte, devido à falta de atenuação pela camada ionizada e, ao mes- mo tempo, interromperam-sg as comunica- ção terrenas entre radiaomadores nas ban- das de 10, 15 e 20 metros, a distâncias que dependem de reflexão pela camada ionosfé- rica, O que é ionização? Por definição, a W ionização é o desdobramento de moléculas em dois ou mais átomos eletricamente car- regados, por exemplo, na ionosfera, pela colisão provocada por bombardeamento por altas energias. Quando os elétrons estão misturados com os íons positivos em nú | ros aproximadamente iguais entre si, eles formam um plasma altamente condutivo | capaz de refletir até ondas decimétricas co- mo se fossem objetos metálicos. Estes volu- mes de plasma podem ser detectados nas telas dos radares. Quanto à possibilidade de deslocamen- to rápido da ionização da massa, posso dar um exemplo de experiência própria, ocorri- da durante o já citado auge solar 21, em VHF, na faixa de 50 MHz onde o fenômeno | mais pode ser observado. Utilizando baixis- | sima potência, falei como se fosse local, no dia 20 de novembro de 1980, às 0000 UTC com estação EL2FY de Monrovia, África, às 0005 UTC com a estação VS6BE, de Hongcong, às 0019 UTC com a estação LU9ÃEA da Argentina e às 0023 UTC com a estação CE3DZ do Chile, tudo isto em menos de 25 minutos. Na noite seguinte, às 2347 UTC com a LU9MA da Argentina, às 2358 UTC com a VP2VGR das Ilhas Lee- ward & Windward, no Caribe, à 0002 UTC com a PJ2DEW de Curaçao e às 0020 UTC com WH6ADA do Haway, tudo em menos de 35 minutos. Quando a ionização se des- locou, abriu-se a propagação para uma área | e fechou-se para todas as outras. Simultaneamente com a reflexão de ondas radioelétricas, as massas ionizadas podem emitir luz pelo efeito conhecido co- mo efeito aurora, ter dado aos pilotos, na noite clara de segunda-feira, 19/05, a impressão de objetos verdadeiros. Para terminar, alguns esclarecimentos sobre a Bramsat. Trata-se de uma agremia- ção avançada de radioamadores brasileiros, com sede em São Paulo, presidida pelo ra- dioamador PY2BJO Engº Junior Torres de Castro. Ela goza de elevado prestígio entre os cientistas ligados à Nasa, por ter presta- do relevantes serviços à comunidade espa- cial, como ficou evidente durante a visita, a São Paulo, do cientista da Nasa e ex- presidente da Amsat, Thomas A. Clark, radivamador W3I'WI, que, além de ser PhD, é uma das maiores autoridades mundiais em radioastronomia. interessante mencionar que a Bram- sat que procura manter-se junto à ponta da tecnologia espacial através de suas relações com a Nasa e com a Amsat, e que mantém uma estação terrena de baixo ruído a 30 Km de São Paulo, também proporciona, gratuitamente, assessoramento espacial à indústria nacional de receptores de satélites, tendo já colaborado com a Zirok, durante o Aaconvalvimento da antena parabólica e do *rfr digo

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E = SS enc ARX. ASH. A|

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se di sô na ec in IT e do aralelas, de mundo interdimensio- “chamos que há entre nós seres que em conosco, mas que os nossos senti- o conseguem captar. E a terceira é a rrestre, que supõe que existem co- ades que habitam no interior da Túnel do tempo matemático e astrônomo Ademar Eu- de Mello levanta outra teoria difícil assimilada. Acha que é possível que » destes OVNIs possam estar transpor- a própria raça humana terrestre do (talvez a do ano três ou quatro mil) ma viagem ao passado. Ele explica: | Pode ser que exista uma civilização ançada a ponto de ter uma tecnologia rmita criar uma espécie de fenômeno exa na estrutura espaço-tempo de um lugar. Com isto quero dizer que eles neceriam no mesmo lugar, porem só po mudaria, podendo estar aqui e de te desaparecerem, como já ocorreu ras vezes com as aparições de OVNIs. - desta hipótese, também fica elimi- » problema de distâncias imensas no so. Eles teriam, ainda, condições de 10 planeta que desejassem, desde que -m um controle que permitisse não só tes saltos como também saber para r e como voltar. nr este “exercício de imaginação”, explica o porquê de muitas visões de serem tão fantasmagóricas. Apare- desaparecem de repente sem deixar s, evidências e não se comunicam e não estão presentes, são apenas spécie de energia. OVNIs, de acordo com os depoimen- tos, são discóides, esféricos e trian- s ou retangulares. Os que parecem iruto e medem de cem a mil metros 'primento são as naves mães usadas agens interplanetárias. Elas liberam os voadores com 3 a 40 metros de ro que, por sua vez, emitem sondas adas do tamanho de uma laranja. rios estudiosos como Claudeir Covo e ar Eugênio de Mello acreditam que m pesquisas, secretas (nos EUA e . com informações importantes sobre . que reúnem até mesmo pedaços de e cadáveres de extraterrestres. Em »ram encontrados destroços de uma. e de disco voador e perto dele um ser ctamente estranho — tinha 90 centí- s de altura, corpo com membranas — »rreu pouco depois. Este fato aconte- 1 Socorro, divisa dos Estados Unidos México, sendo divulgado por um se- io de Nova York. Tanto o humanóide s restos do objeto foram levados pela Aérea Norte-Americana. terrestre; que E rovenientes'de dimen»: ARA 953 ! 1973, Tóquio: uma aparição noturna. Os que viram, foram feridos Thiago Machado, 37 anos, bem que ten- tou segurar um extraterrestre pelo braço para exibi-lo aos vizinhos e provar que não “estava mentindo. - — Lembro bem. Era 12 de fevereiro de 1969, por volta das sete e meia. Lá em Piras- " sununga, naquela época, as aparições de “discos voadores eram comuns. Mas, neste “dia, o OVNI pousou em um terreno na Vila Pinheiros. Mais de 30 pessoas.saíram cor- rendo para ver. Eu fui o único que tive coragem de me aproximar. O objeto parecia um prato com abas bem grandes, tinha sete metros de diâmetro. Quando cheguei perto, dois seres de mais ou menos um metro e dez de altura, com capacete, roupas colantes metálicas, botas de cano e armas que pare- ciam revólver, vieram em minha direção. Eles flutuavam no ar. Percebi que havia mais um como eles dentro da nave. Thiago só se assustou quando viu o ros- to dos ufonautas: “O corpo era mais ou me- nos como o nosso, só que bem musculoso. Mas a cara era feia demais. Tinha um olho normal e o outro quase na testa. A pele também tinha uma cor diferente. Conversa- vam entre eles através de sons que pare- ciam rangidos”. Para se acalmar, acendeu um cigarro e começou a fumar. Os E.T.s recuaram. Thiago entendeu que eles acha- ram estranho seu comportamento. Jogou o maço no chão, quase cheio. Um dos seres estendeu a mão e, como em um passe de mágica, o maço flutuou no ar e sumiu dentro da roupa colante. — Foi aí que tentei me aproximar. Mas tenho certeza que eles leram meu pensa- ' mento — eu estava com vontade de entrar na nave, ver o que tinha dentro. Mas de repente, eles me atingiram com um jato de luz parecido com raio laser na perna direi- ta. Caí para trás e o disco levantou vôo. Fiquei dois dias sem poder andar etive que fazer um tratamento durante dois anos para a perna se movimentar normalmente. Hoje, Thiago trabalha como motorista em São Paulo. Tem consciência que viveu uma experiência fantástica demais para ser compreendido com naturalidade. Mas não está preocupado se as pessoas acham ou não a história verdadeira. O seu caso foi um dos mais estudados por ufólogos do Brasil e “de outros países. Nem todos falam das aparições com a mesma tranquilidade. Entre os que prefe- rem esquecer que um dia viram um ufonau- ta está J.S,, de 58 anos. Mora em Santo An- | dré e em dezembro de 1975 estava assistin- do televisão quando o pletamente fora de si tão, apagar as luzes e | um clarão estranho. A parou com um objeto 1 de um fusca” pousado Do lado dele, havia un criança de nove anos. — Eu fiquei tão as segui ver direito. Só; disco levantou vôo e fo um hospital ao lado d marido. A minha pele mo se tivesse tomado Além de casos con histórias de apariçõe do tamanho de uma la tro, são sondas que dentro das casas ou se — segundo os ufólogr mações para as pesqu delas, quando conseg explodem no ar sem d menta também conta! (simples avistamento: (efeitos eletromagnét ceiro grau (visão de se pessoa chega a entrai grau (viagens e diálos co). O ufólogo Claudei tes relatos, observa: — Todos os conta comum. Os seres ext quando são recebidos cebem más intenções. um raio paralisador o ve o caso de um sold! Sul, em 1975, que ao à atingido na perna qu tada. Covo fala de um Estado de Goiás, um. (prefere não citar os por volta das 16 hora estranho em sua faze vam três crianças. O de perto e correu e quando estava a 50 não eram garotos. As: dos ufonautas, saco! atingindo um deles solo. No mesmo insta jato de luz verde pa sobre seu ombro esq manóide ferido e os Inácio foi levado par: 59 dias depois com le às

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ARX. 5%, (+ It cINum que rreugae: ual a o medo, vai ou se sou egoísta, acabo . dizendo que uma outra pessoa é medrosa, invejosa ou egoísta. No caso da pessoa nor-| . mal, que tem noção da realidade, ela sabe e erá mess memo » se de- manho | ucom- eu, en ido viu uintal, ia uma m con- ente o deiem lo meu lha co- ro, : reúne bolas o cen- tuando seque infor- Muitas | radas, Docu- » grau. grau le ter- srau (a quinto to dis- e nes- nto em tacam ju per- mente - Hou- ide do ave foi ampu- xás, no Maria ivistou obieto e esta- rificar rave e u que eições atirou aiu ao itiu um laser o hu- nbora. rorreu ne pacíficos. REA os: casos mais estranhos, o dos “chupa-chupa” ou “vampiros do espaço”, contrariando a tese de que os extraterrestes a ufóloga e jornalista Irace- a Pires quem explica. dps fenôme- É no, que vem ocorrendo desde 1980 — Eles têm acontecido na região Ama- zônica, especial no Pará. Através de uma luz, os “chupa-chupa”, como. são deno- minados pela população da área chegam a tirar um litro e meio de sangue das vítimas. Mais de 90% são mulheres encontradas, ge- ralmente, desmaiadas com uma marca cir- cular no seio esquerdo, que induz os estu- diosos a concluírem que o sangue foi retira- spécie de máquina, Próxima ao arcas de objetos estranhos no Contatos sexuais arlos Wecreiral na madrugada nho de 1979, quando tinha 21 anos, rio trabalhando na Trasmóveis Fa- fá, uma Rua de Mirassol, São Paulo, quando se deparou com um objeto estranho no pátio da. faca Foi até lá. Três homens baixos vieram em sua direção. E antes que pudesse Peanie foi paralisado por um jato deluze levado para o interior de uma nave. E metido a vários exames, foi levado para junto de uma moça, tão feia aum os outros”: A mulher era muito diferente, Tinha orelha pontuda, cabelo encaracolado bem vermelho, pelos púbicos vermelh amorenada, seios pequeno: aos nossos, boca grande com lábios estrei- tos e hálito ruim. Ela devia mi e meio e era mais alta do que os homens. Veio se encostando em mim e o seu corpo tinha uma espécie de energia que dava cho- E a! rrestres tiraram a sua roupa, deram uma injeção na veia do seu braço direito, passaram uma espécie de óleo pelo : brigaram a uma relação se- nauta, Antonio Carlos foi en- ábrica, em estado de choque e queimadura e manchas pelo ' Depois de alguns anos, os extraterres- tres voltaram a procurar o vigia. Desta vez, para mostrar o filho gerado naquela rela- ção. Um moleque feio como a mãe — segun- do palavras do pai — orelha pontuda, a pele era parecida com a ele eos cabelos bem. limite destas projeções. Mas no caso do E cótico, os sentimentos e emoções se confu: dem a tal ponto que ele e as outras pesso: acabam tornando-se uma unidade só. Se « psicótico imagina um UFO, externa a fanta sia e a transforma em algo concreto porque, em seu estado mental, o disco voador esta projetado no mundo exterior. Ainda segundo explicações da médica psiquiatra é possível que um indivíduo, mesmo sem ser psicótico, transforme um aparição de OVNI e ufonauta em realidad. — Uma pessoa que está passando pi ansiedades ou por um momento de stress pode acabar tornando real uma situação que ela mesma criou. Além de garantir que)” viu o disco voador, provoca em seu próprio) organismo doenças psicossomáticas co! erupções na pele, desequilíbrio nervos apatias, perda de apetite e outros sintom: E podem ser confundidos como resulta: e contatos com OVNIs. Fantasia Oficiais da Aeronáutica — alguns do al-l to comando da FAB — consideraram “fanta- siosas” as informações de ufologistas que afirmam existir um intercâmbio secre“?“n- tre o Brasil e os Estados Unidos para &--<u- tir assuntos ligados aos OVNIs”. Ao negarem a existência desse acord esses mesmos oficiais negam também que Ministério da Aeronáutica mantenha um ai quivo secreto sobre OVNIs, Segundo um of cial-general da Aeronáutica, o ministé não mantém nenhum órgão ou até mesm seção com o fim de analisar especificamen- te os casos de aparições de Objetos Não | Identificados. “Cada caso”, garantiu esse mesmo oficial, “é analisado. à luz das infor-| mações. recebidas, como o que ocorreu re-- 'centemente, onde o ministério colocou to-| dos os fatos à disposição da imprenssa Outro ponto das afirmações dos ufologista: “que os oficiais da Aeronáuitica considera; “fantasioso” é o de que a FAB proíbe os oficiais de prestarem qualquer depoimento: sobre aparições de OVNIs. Para esses of ciais, isso não é verdade já que, recen mente, o ministério chegou a convocar um; entrevista coletiva, inclusive com a presen- ça de jornalistas estrangeiros, para que t dos pudessem ouvir os depoimentos de dos os oficiais da Aeronáutica que, d r , : TH “ção em busca de OVNIs detectados pu radares de controle de vôo de gd Pauli Brasília. vermelhos. | nlbiio

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Invasão a ANX AD, É :5/3% aq à Rss erea 0 QUINTA-FEIRA — 22 DE MAIO DE 1986 São os tais Ovnis BRASÍLIA AGÊNCIA ESTADO O céu de São Paulo, São José dos Campos e Rio de Janeiro foi virtual- mente invadido por mais de 20 obje- tos voadores não identificados, na noite de segunda-feira, provocando um estado de alerta geral nas bases de defesa do espaço aéreo brasileiro e a mobilização de quatro aviões su- persônicos — dois “Mirage” e dois “F-5". O próprio presidente da Repú- nico José Sarney, foi alertado para o fato. A informação, oficial, foi trans- mitida ontem no Palácio do Planalto pelo ministro da Aeronáutica, briga- deiro Octávio Moreira Lima, que es- pera ainda hoje os relatórios do Esta- do-Maior da Aeronáutica, do Centro Integrado de Defesa Aérea e de Con- trole do Tráfego Aéreo (Cindacta) e dos pilotos que participaram da in- terceptação. Os caças brasileiros fo- ram acionados em cinco minutos, lo- go após as telas dos radares ficarem completamente congestionadas pe- los objetos não identificados, Os aviões partiram, simultanea- mente, das bases de Anápolis, a 150 quilômetros de Brasília, e de Santa Cruz, no Rio, com ordens expressas para estabelecer contato e identifi- car os aparelhos misteriosos. No en- tanto, de acordo com relato do minis-. troda Aeronáutica, os pilotos apenas viram no céu objetos de luminosida- de intensa, refletindo várias cores. E em certo momento, a uma velocida- de supersônica, um dos caças “F-5" foi'surpreendido sendo seguido por seis objetos de um lado e sete de outro. O próprio ministro admite que as Informações dos pilotos e das ba- ses em terra “são fantásticas”, e que no momento não há como explicá- las, Oficiaimente, disse, trata-se de “um fenômeno inexplicável”, O brigadeiro Moreira Lima admi- te a possibilidade de ter havido inter- ferência no radar, como resultado de uma “guerra eletrônica”, mas consi- dera esse fator remoto porque os si- nais foram bastante claros e prejudi- caram os controles de tráfego aéreo dos aeroportos nas regiões onde so- brevoaram os objetos não identifica- dos — ou “Ovnis”, como são cha- mados. O fenômeno, disse ainda, ocorreu por volta das 20 horas e durou vários + minutos, dando tempo inclusive a acionar uma verdadeira operação de guerra aérea. Apesar de serem vistas apenas as luzes, as autoridades aero- náuticas acreditam na existência de algum artefato por trás. Isto porque os radares do Cindacta foram proga- mados para detectar objetos metáli- cos, superfícies sólidas e nuvens pe- sadas. Como o céu estava limpo, a última hipótese foi descartada. O ministro explicou ainda que há registro de fenômenos parecidos no Cindacta, “mas nada que se asse- melhe em magnitude a este”. Os “Ovnis” desapareceram tão miste- riosamente como surgiram nas telas dos radares. Horas depois, enquanto participava de um jantar oferecido ao presidente de El Salvador, Napo- león Duarte, no Itamaraty, o minis- & tro comunicou o ocorrido ao presi- + dente Sarney, que ouviu “interessa- j do e curioso”. "Vão acabar dizendo que o presi- dente da Petrobrás rasga dinheiro.” Foi com essa frase e um jeito meio |. sem graça que o presidente da Petro- |. brás, Osires Silva, reagiu às pergun- | tas dos jornalistas que queriam sa- ber dele como era o Objeto Voador Não Identificado (Ovni) que teria si- do visto pela tripulação do avião Xin- gu, que o levava a bordo de Brasília AG -27/285 para São José dos Campos. Octávio Moreira Lima

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AX - 259, p efix Alerta e perseguição no céu de São Paulo e Rio No início da noite, diante das mais diversas versões que corriam sobre os Objetos Voadores N ão Identificados (Ovni) que teriam sido perseguidos por aviões da FAB, o Co- mando de Defesa Aérea (Conda) reu- niu os jornalistas no gabinete do mi- nistro da Aeronáutica para, por in- termédio do major-aviador Ney An- tônio Cerqueira, chefe do Centro de Operações de Defesa Aérea, relatar os fatos verificados. : De acordo com o major, por volta das 21 horas de segunda-feira, a tri- pulação de um avião Xingu, que se estava aproximando de São José dos Campos, avistou algumas luzes dife- rentes no seu radar. Consultou a tor- re de controle do aeroporto local in- dagando se havia algum outro avião voando na mesma rota. Recebeu a resposta negativa do operador, que, por sua vez, informou o fato ao cen- tro de controle de São Paulo. Mas esse centro confirmou que nas suas telas de radares, na mesma posição em que os tripulantes do “A primeira visã Tão logo a tripulação do avião “Xingu que voava para São José dos Campos avistou as luzes estr comunicou-se com a torre de con- trole. Ao mesmo tempo, os centros operadores de radares de São Pau- lo confirmavam a Retenção de pon- tos em suas telas, mas impossíveis de serem identificados. Imediata- mente, o Centro de Controle de De- Us Adrea, entrou em ação. Xingu diziam estar visualizando lu- zes, apareciam pontos que, contudo, não tinham registros como sendo aviões voando naquela área. Imedia- tamente foi acionado o Centro de Controlee Defesa Aérea de Brasília, que passou a realizar uma “ação de identificação do objeto em movi- mento”. Foi colocada em alerta a Ba- se Aérea de Santa Cruz, no Rio, que possui um esquadrão de aviões su- persônicos F-5. DEDO de esgotados todos os re- íveis para tentar identifi- Raro o ú jeto, o Comando de Opera- ções Militares de Brasília determi- nou que três aviões F-5 se deslocas- sem até São José dos Campos e ten- tassem interceptar o Ovni. A operação de busca começou por volta de 21h45. Dos três apare- lhos, apenas um deles conseguiu con- tos. visual e eletrônico com os objeti- vos, Segundo relatou o piloto do apa- relho, ele conseguiu ver três luzes no horizonte que apresentavam as cores asma a VOADOR, FOGUETE... Caças decolam Cinco minutos depois que os pontos haviam sido detectados nos radares, quatro caças supersônicos brasileiros já estavam no ar, deco- lando de Brasília e Rio para a in- “terceptação. Seus pilotos, contudo, encontraram apenas pontos lumi- -nosos e pelo menos um deles, ao E ira de se; degutr os OVNIs, foi segui- les — seis de um lado e ot o a durante alguns se- gundos. verde, vermelha e branca. No seu ra- dar de bordo essas três luzes também eram possíveis de serem vistas, come :- sendo um avião, na mesma posição. Esse mesmo piloto foi autorizado a ir. de encontro a essas luzes que, en' : tanto, começaram a se afastar em | direção ao mar. Nessa operação, o piloto do F-5 relatou ao centro de controle que estava observando al. gumas interferências nos seus instru= > mentos de bordo, mas mesmo assim. continuou voando em direção a elas. Ele voou para dentro do mar cerca de 200 milhas quando as luzes desapare-. ceram. Quase no mesmo horário, dade de Anápolis, distante 150 base aérea local começaram a cer pontos como sendo, obje: dores, que, entretanto, não registro para voarem naque Ali também os controladores d; e de defesa aérea tentaram poi os meios manter contato objetos. Os relatórios do Cind dois dos pilotos que integra: são de interceptação, será entre hoje ao Ministério da Aeronáutica, descrevendo pontos não identificadas. nas telas dos radares e focos de luz 4 intensa e de colorido variado nos cé de São Paulo, São José dos Cam, Rio de Janeiro. Impressionado, « nistro da Aeronáutica tem só u pressão: “E fantástico!“

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O) 6L0OBU- di-vo-so aRX: d53, f 3 4y Ozires chegou a seguir o disco voador SÃO JOSE DOS CAM- POS, SP — Algumas horas depois de receber do Presi- dente da República a mis- são de cuidar dos interes- ses da Petrobrás na terra e no mar, 0 Coronel Ozires Silva ainda se encarregou de outra missão quase im- possível, que cumpriu com razoável desenvoltura e aguçada curiosidade: a dois mil metros de altura, pilotando um avião Xingu, perseguiu durante 30 minu- tos três objetos voadores não identificados. Ozires Silva estava che- gando a São José dos Cam- pos, às 2lh de segunda- feira, vindo de Brasília, on- de teve audiência com o Presidente José Sarney e com o Ministro da Aero- náutica, Brigadeiro Octá- vio Moreira Lima. O piloto da aeronove, Alcir Pereira da Silva, que trabalha na Embraer há seis anos, es- tava em contato com a tor- re de controle do aeroporto local e, quando iniciava a operação de pouso e já ha- via descido do nível de seis mil para dois mil metros de altura, foi avisado de que, bem na sua rota, estavam, em formação, três objetos não identificados. Quem lo- calizou os ovnis foi a Esta- ção de Radar de Ferraz de Vasconcelos, na grande São Paulo, onde fica o ra- dar primário de detecção dos aviões no espaço aéreo paulista, com alcance de 200 quilômetros. — Falam muito de discos voadores, mas eu nunca vi e gostaria de conhecer um deles bem de perto — co- mentou Ozires Silva com o piloto Alcir, Imediatamen- te, Alcir cancelou o pouso e comunicou ao controle do tráfego aéreo em São Paulo que tentaria perseguir os objetos. Havia pelo menos dois deles no ar — disse Al- cir Pereira ao GLOBO — eram luzes vermelhadas, muito fortes e muito dife- rentes de estrelas ou de aviões, que mudavam de posição rapidamente. Autorizados pelo contro- le de São Paulo, Ozires e Alcir — tentaram por mi- nutos — perseguir os obje- tos, vistos primeiro na dire- ção Mogi das Cruzes, São Paulo, ao mesmo tempo que outros surgiam na dire- ção Ubatuba — Caraguata- tuba, sempre sobre a Serra do Mar.

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Major Cerqueira: 'Nunca, em toda a minha vida profissional, acompanhei um ovni como esse... FAB registra 3 objetos não identificados no céu do País BRASÍLIA — O Presi- dente José Sarney foi infor- mado na noite de segunda para terça-feira pelo Cen- tro Integrado de Defesa Ae- rea do Controle do Tráfego Aéreo (Cindacta), sobre a passagem de objetos estra- nhos nos céus do Brasil. Co- mo Comandante Supremo das Forças Armadas, cabe- ria a Sarney decidir se três objetos voadores não iden- tificados, localizados na proximidade de São José dos Campos, seriam derru- bados pelos caças F-SE e Mirage III das Bases de Santa Cruz e de Anápolis. A decisão não chegou a ser tomada. Os objetos não identificados fugiram em direção ao litoral paulista, acompanhados por um F- SE, que interrompeu a per- seguição após o limite de 200 milhas do mar territo- rial, Indagado sobre o as- sunto, o Presidente Sarney demonstrou que não levou muito a sério os tais ovnis: — Isto parece coisa do Antônio Carlos (Maga- lhães) — comentou o Presi- dente, ironicamente, com o Ministro da Aeronáutica, Octávio Júlio Moreira Li- ma, numa alusão ao Minis- tro das Comunicações, res- ponsável pelo envio de sa- télites. O primeiro a ver os obje- tos não identificados foi o novo presidente da Petro: brás, Ozires Silva, Seu avião Xingu fazia os proce- dimentos finais de pouso em São José dos Campos, quando se percebeu algu- mas luzes que poderiam in- terferir no tráfego aéreo da região. O piloto do Xingu comu- nicou o fato à torre de São José dos Campos, que loca: lizou alguma coisa e acio- nou o Cindacta, em Brasília. O Centro de Defe- sa deslocou três caças F-5E de Santa Cruz e um deles, às 21h45m, localizou três objetos pelo radar. Aproximou-se até uma dis- tância de quatro milhas, e viu três luzes, nas cores verde, vermelha e branca, que se retiravam em dire- ção ao mar. Os instrumentos de bordo sofreram interferência até as 22h15m, quando a perse- guição foi interrompida por falta de combustível. Neste instante, outros contatos-radar não identifi- cados foram verificados nas proximidades de Aná- polis. Três caças Mirage III, armados com mísseis Sidewinder e Matra 530, de- colaram para a indicação do alvo e chegaram a fazer contato com os objetos não identificados através do ra- dar. No entanto, nada con- seguiram visualizar. — Há seis anos que sirvo neste setor — disse o chefe de operações do Centro de Defesa Aérea, Major Ney Antunes Cerqueira — e nunca vi nada parecido. O último contato-radar não identificado que tivemos aqui foi em 1982. O Ministro da Aeronáuti- ca, Moreira Lima, confir- mou o fato, Segundo ele, “Dezenas de contatos fo- ram feitos na região entre Rio, São Paulo e São José dos Campos. Um dos F-5E chegou a ser perseguido por 13 objetos, que forma- ram alas à direita e à es- querda do caça”. Moreira Lima, que na véspera, em conversa in- formal, referia-se explici- tamente a “discos voado- res”, também confirmou a versão de que o novo presi- dente da Petrobrás, Ozires Silva, fora o primeiro a lo- calizar os objetos não iden- tificados. O Chefe de Gabinete do Ministério da Aeronáutica, Brigadeiro Murillo Santos, também confirmou o fato e descreveu as cores dos “12 objetos"! como “as da ban- deira da Itália".

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0 » E ORRE - Virou verdade Desde 1968 que o compo- sitor José. Dantas vinha, amargando uma mentira numa de suas histórias, a de ter visto um disco voa-. dor. Naquele ano, ainda menino, viu um objeto voa- dor não identificado, e apostou com os colegas, em Mossoró, que era um disco voador. Ninguém acredi- tou. Ontem, depois da notícia confirmada pela ae- | ronáutica brasileira, Dan- tas confirmou a sua segun- da visão, madrugada do último do- mingo, no Setor P Sul, em Taguatinga, quando volta- va de uma faxina que fize- ra em seu escritório de in- . vestigador particular, e viu um OVNInovamente. Dantas mora na QNL 12, conjunto B, casa 11 em Ta-. guatinga, e quando voltava -para casa em sua Kombi. avistou uma luz amarela, em formato de um cogume- | jo-Bigante-por-cima. das montanhas ao longe, A apa- rição durou três minutos, segundo calculou, O objeto não fazia barulho, emitia, | apenas, uma “luz muito linda e parecia pousar na “terra”, Tinha a forma re- donda e a vontade que deu foi de seguir até fazer con- tato com estes seres, obser- - vou José Dantas. . Ele voltou para casa ra- pidamente e acordou a mu- . lher Liumar Silva Pereira Lira, que voltou com ele no carro para tentar ver o ob- jeto. Levou consigo a má- quina fotográfica, mas- quando chegou ao local, na- | da mais existia. Mas a sen- sação de alegria e emoção | ficou. Dantas aposta com qualquer um que não era avião ou outra espaçonave conhecida e lembra a sua “experiência como piloto “amador nas viagens à Ron- dônia num monomotor. “Não há dúvida, frisa ele, era uma espaçonave de ou- tro planeta”. (O Ro ACI/ 1 acontecida na, PRIMEIRA VISÃO * A-sua primeira visão au * um OVNI aconteceu ainda - em Mossoró, Rio Grande do Norte, quando no final da tarde olhou no horizonte ARX «ab TP saldo fo rr NY Para os grupos de ufolo- gia esotérica o avistamento | e a perseguição de OVNIs por caças da FAB não cau- sou nenhuma surpresa: ". através de comunicações e viu uma grande luminosi- | dade. Hoje ele está certo de “que era mesmo um disco voador. Mais certo ainda | está sobre a visão da ma- drugada de domingo e afir- | -ma que faria um contato di- reto com seres extraterre-. nos caso tivesse oportuni- dade. O tamanho da espaçona- ve de domingo era maior | “que quatro luas cheias. Jo- sé Dantas teve tempo bas- tante para prestar atenção | no que via e comparar com aviões, fenômenos celes- tiais ou confusões com ilu- minação da terra. Os dois pavimentos da bola amare- | “la, afirma ele, ''não pare- ' ciam com nada que conhe- co até hoje, foi uma visão unica e até mesmo incom- ' parável com a minha pri- | meira visão de um OVNI | a a - José Dantas acredita que existem outros seres em | outras galáxias e lembra o - fenômeno do Triângulo das Bermudas, onde se tem notícias de que navios de- saparecem e depois reapa- recem sem seus tripulan- tes. Dantas não chegou a completar o segundo grau, mas se diz poeta, composi- tor e investigador particu- lar, além de garçon. Até o momento ele não teve ins- piração para fazer alguma ' música, a exemplo do com- * positor baiano Raul Seixas, ' que em uma de suas can- - ções fala de discos voado- res. Mas garante que no próximo livro que escre- ria, E 7 MMC e a ver, vai contar esta histó- L HA psíquicas, esperava-se pa- ra o dia 24 o início de uma grande onda OVNIs nos | céus do Brasil, de tal en- vergadura que as autorida- des mundiais dificilmente conseguiriam sufocá-la, e manter a atual política de evitar o assunto e de distor- cer os fatos para o grande público. O fenômeno UFO começa a ter registros na Antigúi- | dade, e há intensa relação entre as culturas egípcia, pré-colombiana, e prínci- palmente as culturas orien- tais antigas, como a cultu- ra védica, com a presença de objetos luminosos, de onde teriam saído os gran- des civilizadores desses po- vos. A cultura védica é a que mais conhecimentos parece ter sobre a origem desses seres, que chama de “espaciais”, — por habita- rem o espaço, e não outros “mundos, já que eles dizem que apenas civilizações pri- mitivas habitariam plane- tas. Na cultura védica, os | UFOS são conhecidos como “vimaanas” “carrua- gens celestes” ou ''carrua- gens dos deuses”. No Ocidente, o assunto começou a ser tratado sigi- losamente pouco antes do início da Segunda Guerra, e mais abertamente a par- tir de 1949, quando um pilo- to civil americano leva à grande imprensa um dos mais completos depoimen- tos de avistamento de “pratos voadores” — ex- pressão cunhada por ele, que viu nove voando a velo- cidade inconcebiveis para a época, nos Montes Ra- nier, estado de | ton. : A partir daí, o governo norte-americano passa a organizar uma série de co- | “missões para tentar eluci- dar o fenômeno — comis- sões que, diante da sua con- tundência, foram “'gentil- mente" convidadas a dis- torcerem os fatos, fiéis ao ensinamento de Maquia- | vel: “Para governar bem, o * principe deve confundir e dividir seus súditos, 'mantendo-os na ignorância dos grandes problemas do Estado. E nunca em hipóte- t se alguma, admitir que | existe um poder maior que. ' o seu próprio”, dizia ele. | Essa política de acoberta- mento dos fatos virou mais um produto de exportação dos Estados Unidos, e no mundo inteiro os governos - preferiram adotar a mes- ma postura diante das evi- '* dências, já que as comis- ' sões de alto nível chega- ' ram a conclusões estarre- cedoras sobre o significado do fenômeno, seu alcance e ' sua inacreditável relação com as origens da Humani- dade, nossas crenças e ' muitos de nossos hábitos é costumes, desde a mais re- ' mota Antigúidade. Essa decisão de preferir * acobertar os fatos do que torná-los públicos, e de discutilos abertamente e “sem preconceitos, levou o estudo do fenômeno OVNI para a clandestinidade e os ' círculos esotéricos, as so- ciedades secretas e Os gru- pos paramilitares, que ja- mais pretenderam divul- | gar os resultados de suas pesquisas. Houve, Inclusi- ve, diversas vítimas fatais | e perseguições, práticas de lavagem cerebral e desa- ' parecimento de pessoas que tentaram romper essa barreira. Dentre outros, astronautas norte- | americanos e soviéticos, * que foram das maiores ate mas, RESGATE Em1950,-norte- americanos conseguem resgatar, num deserto do meaning? Og

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INOVUO MEXICO, ONZe IrIpus | lantes semicarbonizados, recolhidos de três objetos, de idêntica forma e ta! x nhos diferentes, acidenta- | dos naquela região. Os : rem eram extremamei semelhantes aos peq seres (um metro e 10 | centimetros de altura) que | inspiraram Steve Spielberg | - védicas orientais e, mais para a definição dos perso- | É nagens do filme “Contatos | Imediatos de Terceiro | Grau”. Eles continuam guardados numa Base Aé rea do Novo México, num | galpão, à disposição de um | público restritissimo, e a | partir desse incidente ne- nhuma outra queda de disco-voador foi tornada pública, embora haja evi- dência de que esse número é razoavelmente grande, com uma boa percentagem de recuperação de tripu- lantes, na sua grande maio- ria de forma totalmente hu- mana, predominando esta- turas pequenas, entre 90cm | e 1 metro 30cm O PRIMEIRO “RACHA” Em 1952, há o primeiro grande “racha” interna- cional na ufologia, causada pelo encontro da ufologia ocidental com a chamada “vimanosofia” — o conhe- cimento que vem do espa- co, apoiado nas tradições | | | dem - res militares, pilotos civis e “dos ao governo, partidos modernamente, nos conta- | paranormais investiga- | los em todo o mundo, tam- bém secretamente. En- “quanto a ufologia ocidental ueria encarar o fenômeno dentro dos limites da ciên- cia acadêmica, procurando explicá-lo sem ferir o co- ' nhecimento universalmen- te aceito sobre a origem do, , homem e as leis da nature- | za, a “'vimanosofia” e a “* chamada uíologia esotéri- “ca, desenvolvida por sensi- “tivos e ““contactados”, fa- | zia questão de evidenciar . essas ligações, bem como |, as verdadeiras leis que go- vernam a natureza e 0 cos- mos. A partir de 1959, os OV- NIs começam a se mostrar | em grandes ondas, princi- | palmente sobre objetivos militares, em áreas de con- centração bélico-nuclear, sobre grandes hidrelétri- . cas e, mais raramente, provocando interferência nos vôos orbitais e na nave- | gação aérea civil e militar, como aconteceu com os aviões que tentaram caçar os OVNIs, na noite da últi- ma segunda-feira, e que. acabaram sendo literal- mente caçados por eles, O primeiro governo a as- | sumir publicamente a ori- | gem extraterrestre desses objetos voadores foi o go- verno francês, em 1961. A partir da grande quantida- de de relatos encaminha- | principalmente de aviado- habitantes das regiões ru- rais, os franceses assumi- ram uma posição contrária à orientação e à postura “AS, quer Us a americanos 4 impunham ao mundo, de | boicote total ao fenômeno, e desmoralização sistemá- tica das experiências vívi- das por milhares de pes- soas em todo o mundo. O governo francês chegou a criar um organismo espe- Pr Ar Do ponto de vista da ufo- logia esotérica, as grandes religiões são, na verdade, diluição dos ensinamentos dos grandes mestres, que por sua vez beberam na fonte dos chamados seres interplanetários. Dai sua resistência a tratar do fe- cial para o monitoramento ' nômeno OVNI, da mesma do fenômeno e o trato científico e paracientifico dos relatos. A partir de 1977, foi a vez dos soviéticos criarem um organismo semelhante, rompendo também com a . política norte-americana de acobertamento dos fatos e desmoralização dos rela- tos. Os soviéticos cons- truíram, então, cerca de dois mil postos e estações de monitoramento do fenô- meno. Em 1981, vazaram para o Ocidente 45 minutos de “tape” do contato vi- sual, a 30 metros de distân- cia, entre os tripulantes da estação orbital “'Salyul — 6” e um OVNI de forma es- férica, com três seres a bordo, de aspecto inteira- mente humano, 2 metros e 10 cm de altura, aproxima- damente, jambo e grandes olhos azuis obliquos. Foi a pri- meira vez que se noticiou cor moreno- | no Ocidente que astronau- tas, em órbita, informações com seres in- terplanetários. Em 1964, explodem as evidências de que a maior parte das familias H des- se seres mant��m base re- gular na Terra, provavel- mente em regiões subter- râneas, submarinas e em áreas geladas, e de que são milhares os tipos e diversi- ficadas as tecnologias das naves. E que todos os casos de contatos de terceiro e quarto graus, nos anos que antecederam 1964, ocorre- ram com seres que afirma- ram estar presentes na Terra muito antes de nós, numa época em que o mun- do não tinha nem oceanos, como tem hoje. Nessa épo- ca, ficou evidente também que a tradição esotérica oriental e o conhecimento de várias escolas iniciáti- cas ocidentais, ligadas à prática de fenômenos para- normais (contato telepáti- co etc.) tinham razão, fe- chando o grande ciclo de debates iniciado com o grande “racha” de 1952. A partir daí, a ufologia se re- parte em dezenas de cor- rentes, as autoridades pú- blicas passam a não ter mais uma politica única, e as religiões passam a evi- tar entrar no mérito da questão OVNI. trocaram forma que “*crucificariam Cristo”! se ele voltasse a aparecer. Um exemplo: o cardeal D. Ivo Lorscheider recusou-se a sair da poltro- na para ver o UFO que se- guia o vôo 169 da Vasp na madrugada do dia 15 de fe- vereiro de 1982, recusando- se a encarar 0 fenômeno de frente. No Brasil existem deze- nas de grupos ofíciosos in- teressados no assunto, in- clusive dentro das Forças Armadas. Em Brasília há uma grande concentração de estudiosos da ufologia esotérica, enquanto no eixo Rio-São Paulo concentram- se os estudiosos da ufologia clássica. E há uma só pu- blicação especializada no assunto; a revista ““Ufolo- gia Nacional e Internacio- nal”, editada pelo Centro de Pesquisas de Discos- Voadores de Mato Grosso do Sul (Caixa Postal, 2182, Cep 79021), que detém o. maior acervo privado de informações sobre OVNIs...

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Em Brasília é corriqueiro O fenômeno da presença extraterrestre entre nos vem desafiando a inteligên- cia no mundo todo e a docu- menta: sobre discos voa- dores já se tornou um fato mais ou menos corriqueiro, desde u decada de 50. Em Brasilia, estranhos objetos voadores são vistos desde s seus primórdios. : “Sim 1959. no Núcleo Ban- deirante, o padre Raimun- do do Nascimento Teixeira se juntou a uma multidão na rua para observar um estranho objeto discóide que se deslocava em gran- de velocidade. Ao comen- tar depois o fato “com o construtor da Capital. is rael Pinheiro, teria ouvido dele: “Aquela nave lumino- sa que todos nós vimos es- tava com seres de outro planeta para observar a construção de Brasilia e sa- ber se ela seria inaugurada dentro do prazo previsto”. Depoimentos como este são até bastante comuns entre pariamentares, pro- fessores, militares. Em seu livro “Parapsicologia e os Discos Voadores”. o gene- ral Alfredo Moacyr de Mendonca Uchôa, um dos mais competentes estudio- sos do assunto, relata com minúcias alguns desses fe- nômenos observados por gente da Capital Federal. O general Uchôa é de op|- nião que aos poucos se deve esclarecer a opinião públi- ca sobre os mistérios do Universo e ao mesmo tem- po sensibilizar os setores governamentais para a im- portância científica desses estudos: ''Porque é funda- mental que Brasilia tenha um centro avançado de es- -Audos no setor”. mms na Ec AE CENTRO DE Eis rubUS Sob a direção do general Uchôa funciona na Capital 9 Centro Nacional de Estu- dos Ufológicos (CeNEU), que já conta com mais de +00 pessoas estudando o mistério dos discos voado- res. Um dos grandes incenti- vadores desse estudo é o deputado João Cunha (PMDB/SP) que luta “pa- ra mergulharmos na Era Cosmica” porque “eu mes- mo já vi um disco-voador lá em Ribeirão Preto”. Para os estudiosos locais sobre o feonômeno, “Brasilia é um campo de forca magnética”, pois aqui convivem duas for- mas de conhecimento bem evidentes. De um lado, o científico — acadêmico re- presentado pela adminis- tração pública e de outro à inquietação incomum, pou- co vista em outras regiões, uma busca de Deus muito intensa. Devido a isto a ci- dade abriga vários movi- mentos esotéricos sendo os mais importantes o Vale do Amanhecer e a Cidade Eclética de Yokanam. : Na madrugada do dia & de fevereiro de 1982, um ob- jeto voador não- identificado acompanhou durante três horas um boeing da Vasp de Fortale- za ao Rio de Janeiro. Du- rante todo o vôo, piloto, tri. pulação e todos os passa: geiros puderam observar as evoluções de um disco voador pelos céus do Bra sil. Este foi um dos inume- ráveis fatos sobre UFOs, presenciado no Pais. Segundo declarou o co- mandante do vôo 169 da Vasp, à tripulação de um avião da Aerolineas Argen- tinas e do vôo 177 da Trans- brasil também testemu- nharam aqueia magnifica aparição. OQ comandante Gerson Brito disse também que o Radar de Brasilia — Cindacta, registrou um al- vo a oito milhas do seu avião.

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NS Pode ter acontecido com você, com alguém que você conheça. No número 70 da rua Antó- nio Marcondes, no Ipi- ranga, onde fica a sede do Centro de Estudos e Pesquisas Ufológicas, há quase dois mil de- poimentos que vêm estudados há onze anos, além do mais picto arquivo brasileiro de fotos de Ob- cadores Não Identificados e de seus tes próprios ufólogos consideram que istórias que chegam até eles são de fantasia ou simples brincadeiras. ndo-se em suas pesquisas e expe- e especialistas de outros países, ovo, presidente do Cepu, defende ia de discos voadores e a tese de terrestres vêm estudando minu- o planeta, E protesta con-. versões sobre os cerca de 20 0b- sos que, no último 19 de guidos pelos Mirage e egistrados nos radares: ndas lançadas por discos voa- lou-se em chuva de meteo a pela passagem do Ha oritos não fazem movi gentes. Referências sobre es são feitas há milênios. | toda cheia de olhos, que numa nuvem de fumaça”. Na uitos teólogos, o profeta te- , mas entre MdlogoR a visão! nave extraterrestre. Manuscri-l es em pedra ou desenhos de encontradas em cavernas e stram visões de criaturas que u em máquinas voadoras. stas considerações tão remo- eira, professor na Faculdade de Guarulhos, acredita que as dos OVNIs só podem ser interpre- iedade, a partir da Il Guerra nte das constantes visões, a ea Norte-Americana decidiu, em talar um grupo de pesquisas na «ce de Colorado destinado a re- o e qualquer fenômeno de UFOs ied Flying Objects, Milhares de foram pesquisados, mas os es- » não apresentaram nenhuma bre as visitas dos OVNIs. ições dos discos voadores são em toda vez que a Terra pas- ande desprendimento de ener- ma situação catastrófica como motos, maremotos. Os ufonau- »rvadores sistemáticos, acom- > planeta nestas anomalias. Os E.T,s “ixinho, de 80 centímetros a um me- tura, orelhas pontudas, olhos ntes um do outro, cabeça SE roporcional ao corpo, não tem : risco...” — É assim que cerca essoas “que garantem ter visto res os descrevem. Estes seriam do com as denominações da Ufo- - os tipos alfa, Há ainda 20% que N »0s beta, que são seres de um meio a três metros de altura, pare- : cs humanos. Entre estes, há al- não têm corpo definido e são des- o sendo somente uma luz ou uma arlos Alberto Reis, presidente do Centro de Estudos de Fenômenos —, há três Ra Pásicas OVNIs e E.T.s também serão o assunto de hoje, às 23h, no programa Síntese, de TV Cultura. -

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vá O SJexsiboi epoep ' d US O prepey sieg 10U EU 10] opônbesIS Op sojuod soupA us 'epunbesep o] Numa atitude inédita na história brasileira, o minis- tro da Aeronáutica, briga- deiro Octávio Moreira Li- ma, informou ontem que quatro caças supersônicos da FAB tentaram intercep- tar, na noite da última segunda-feira, mais de vin- te “objetos voadores não identificados”, que sobre- voavam as cidades de São Paulo, São José dos Cam- pose Rio de Janeiro. Antes de fazer o comuni- cado oficial aos jornalistas, Moreira Lima contou ao presidente José Sarney que, às 8h da noite de segunda-feira, ao detectar na tela de seus radares a presença dos OVNIS, o — Centro de Defesa Aérea e de Controle do Tráfego Aé- reo (Cindacta) — acionou o seu alarme de ataque ge- ral. Foi o bastante para que a Força Aérea Brasileira detornasse o seu esquema de emergência. s&inco minutos depois, de- colaram das Bases Aéreas de Anápolis e Santa Cruz, - esta última no interior do Rio de Janeiro, os quatro supersônicos: dois ““Mira- ge" dois “F-5". A missão dos pilotos era amesma: al- cançar, identificar e inter- ceptar os objetos, identifi- cados por Moreira Lima como “pontos de luz multi- cor”. A esta altura, os OVNIS já saturavam o “escopo” dos radares do Cindacta e do Sistema de Defesa Aé- reo de São Paulo, Um dos caças “'F-5” foi, segundo o ministro da Aeronáutica, cercado por treze “pontos de luz bastante intensos”. Sete ficaram de um lado e seis do outro. O piloto con- seguiu enquadrar um dos OVNIS no radar do seu avião. mas não pôde identificá-lo. PERSEGUIÇÃO “Durante vários minu- tos”, contou Moreira Lima, “as coisas se inverteram, Acionados para perseguir, os caças da FAB passaram a ser perseguidos pelos ob- jetos voadores não identifi- cados”. Da mesma forma que apareceram, os OVNIS sumiram. “Tecnicamente, não há explicação”, reco- nhece o ministro. Segundo contou ao Presi- dente, os radares de defesa aérea só conseguem detec- tar três tipos de ''corpos": objetos metálicos, su- perfícies sólidas e nuvens pesadas. Esta última hipó- tese já foi descartada por Moreira Lima: “Nas três cidades, o céu estava abso- lutamente limpo”, diz. Hoje, o ministro recebe- rá relatórios dos quatros pilotos que atuaram na segunda-feira. Após anali- sar os documentos, ele os encaminhará ao Estado- Maior da Aeronáutica, que fará estudos mais aprofun- dados. ''Não temos nada a “esconder. Tudo será divul- gado à imprensa”, prome- teuo brigadeiro. O presidente Sarney, se- gundo o relato de Moreira Lima, não ficou preocupa- do. “'Agiu como qualquer pessoa curiosa agiria”, contou o ministro, que já havia conversado com o Presidente sobre este as- sunto terça-feira à noite, durante um jantar em ho- menagem ao presidente de El Salvador, no Itamarati. ATITUDE INÉDITA Esta foi a primeira vez no Brasil que uma autori- dade de nivel ministerial admitiu oficialmente a identificação de OVNIS. Assuntos desta natureza, em geral controvertidos, são mantidos em sigilo e, quando chegam ao tonheci- BRX- 95%, D+ dQ/i Aviões da FAB cacam OVNI CORREIO BRAZILIENSE Brasília, quinta-feira, 22 de maio de 1986 9 e acabam cacados mento público, a fonte da informação é sempre um oficial inferior. Há apenas um preceden- te: o Governo Getúlio Var- gas reconheceu em nota oficial a autenticidade das fotos de um objeto de for- ma discóide, tiradas a bor- do do navio-escola da Mari- nha, Almirante Saldanha, na altura da Ilha de Trinda- de, no Sul do Pais — objeto avistado por toda a tripula- ção. Ontem, Moreira Lima não só confirmou a perse- guição aos OVNIS, como reconheeu que há nos ar- quivos do seu Ministério re- gistros de fatos semelhan- tes: “A aparição de objetos voadores não identificados já ocorreu antes no Brasil, mas nunca com essa inten- sidade”. Orgulhoso, o ministro fri- sou que o sistema de defesa aérea funcionou eficiente- mente. “*Temos pilotos prontos para decolar em cinco minutos, caso sejam identificadas aeronaves hostis no nosso espaço aé- reo”, disse, exemplifican- do em seguida: “Em 1982, durante a guerra das Mal- vinas, dois caças Mirage” forçaram um avião cubano a pousar em Brasilia”. Desta vez, é claro, a situa- ção foi bem diferente: os caças foram acionados, fi- zeram tudo que deveria ser feito. mas de caçadores acabaram virando caca, O ministro abriu o jogo numa atitude inédita

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AM. a5%, pe l/14 Uma estranha missão de Ozires São José dos Campos (SP) — Algumas horas de- pois de receber do Presi- dente da República a mis- são de cuidar dos interes- ses da Petrobrás na terra e no mar, O coronel Ozires Silva ainda foi encarregado de outra missão quase im- possível que cumpriu com razoável desenvoltura e aguçada curiosidade: a dois mil metros de altura, pilotando um Xingu, perse- guiu, durante 30 minutos, três Objetos Voadores Não- Identificados (OVNIs), ten-” tou chegar perto deles mas não conseguiu porque eles mudavam de posição rapi- damente. Ozires Silva estava che- gando a São José dos Cam- pos às 2lh de segunda- feira, voltando de Brasília, - onde teve audiência com o presidente José Sarney e com o ministro da Aero- náutica, brigadeiro Otávio * Moreira Lima. O piloto da aeronave, Alcir Pereira da Silva, que trabalha na Em- braer há seis anos, estava em contato com a torre de controle do aeroporto local “e, quando iniciava a opera- ção de pouso e já havia des- cido do nível de seis mil pa- ra dois mil metros de altu- - ra, foi avisado de que bem na sua rota estavam, em formação, três objetos não- “identificados. - Os três objetos apare- “ciam nítidos e clards nas telas dos radares do Centro Integrado de Defesa Aerea e Controle do Tráfego Aé- reo (Cindacta) no Rio e em Brasilia e não transmitiam qualquer sinal de rádio pa- ra a sua identificação. - Falam tanto de discos voadores, mas eu nunca vi e gostaria de conhecer um deles bem de perto — co- mentou Ozires Silva com o piloto Alcir. Imediatamente, Alcir cancelou o pouso e comuni- cou ao Controle do Tráfego Aéreo em São Paulo, que tentaria perseguir o objeto. — Havia pelo menos dois deles no ar — disse Alcir Pereira, Eram luzes aver- melhadas, muito fortes e muito diferentes de estre- las ou de aviões que muda- vam de posição rapida- mente sem deixar qualquer rastro, simplesmente desa- pareciam de um ponto e apareciam em outro lugar. Em momento algum eles conseguiram chegar perto das fontes de luz e como a noite estava bastante cla- ra, não puderam ter uma noção aproximada da dis- tância em que se encontra- va o objeto. “O controle de São Paulo, numa das vezes, nos avisou que os objetos estayam bem atrás de nós, fizemos uma curva de 180 graus na direção indicada e não vimos nada, mas eles foram aparecer pouco mais à frente, sobre a Ser- ra do Mar, com uma luz tão forte Que não poderia ser nenhum reflexo”. Foram quase 30 minutos de vôo entre São José dos Campos e a Grande São Paulo, sobre a Serra do Mar, más não foi possível chegar mais perto dos OVNIs. No fim da missão, Ozires Silva e Alcir Pereira comentavam que ainda não foi desta vez a sua chance de ver um disco voador. Eles ficaram com a certeza de que era algo estranho porque também encontra- ram, na perseguição, dois aviões que eles pediram para sinalizar e viram em seguida os faróis do trem de pouso piscarem três ve- zes, enquanto a luz do obje- to não identificado persis- tia intensa e firme. Assim que pousaram no pátio da Embraer, 35 minu- tos depois do previsto, às 21h40, Ozires pediu a Alcir que avisasse ao Centro de Defesa Aérea da FAB em Brasilia sobre os inciden- tes. Na empresa, no entan- to, só os ramais de PABX funcionavam e todos eles são bloqueados para liga- ções interurbanas. Somen- te por volta das 22h30 é que Alcir, de sua casa, conse- guiu avisar a Defesa Aé- rea. Imediatamente foi acionado o alarme: seis ca- ças supersônicos “'F-5" e “Mirage” sairam das Ba- ses Aéreas de Anápolis, em Goiás, e Santa Cruz, no Rio de Janeiro,

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. Pilotos da FAB confirmaram perseguição aos sinais Pilotos confirmam ter visto OVNIs Três pilotos militares con- firmaram, em entrevista cole- tiva ontem, ter realmente vis- to sinais lunimosos não- identificados no céu. Na segunda-feira passada, eles participaram de uma verda- deira caçada para identificar registros anormais verifica- dos nos radares da Aeronáuti- ca em São Paulo e Brasília. Além desses sinais luminosos, estranhos ecos nos radares impressionaram o Ministério da Aeronáutica, que nomeou uma comissão para investigar ocaso. Alertado pelo Centro de Con- trole Aéreo de São José dos Campos (SP), o piloto da Em- braer, Alcir Pereira da Silva -— que vinha de Brasília, foi o primeiroa ver o “ponto” lumi- noso, na direção da cidade de São Paulo. Ele tentou se apro- ximar mas o ponto logo desa- eu. O tenente da Força Aérea Brasileira (FAB), Kleber Cal- das Marinho, pilotando um F-5 | ue decolou da base aérea de anta Cruz (RJ) disse ter vis- to um “ponto de luz de cor branca”, que se deslocava em sentido horizontal. Afirmou que o mesmo em certo mo- mento, mudava para as cores verde e vermelha. Kleber con- seguiu se aproximar 24 quilô- metros do ponto, que rumou em direção ao mar, quando o piloto retornou à sua base, O capitão Márcio Brisolla Jordão, que pilotava outro F- 5, saído da mesma base 15 mi- nutos depois, viu um “*ponto fl- xo de cor vermelha, que não se movimentava”. Tentou se aproximar da luz, mas desis- tiu ao perceber que não teria combustível para retornar. Antes, o radar de Brasília de- tectou 13 “ecos” acompanhan- do o caça a uma distância de 35 quilômetros. Jordão, contu- do, não visualizou os mesmos em seuradar de bordo. Já o piloto do Mirage que saiu da base de Anápolis, capi- tão Armindo Souza Viriato, confirmou ter detectado no ra- dar do Mirage “ecos” que se deslocavam em zigue-zague, entre Anápolis e Goiânia. Aproximou-se cerca de 10 qui- lômetros do local do “eco”, mas não conseguiu avistar na- da, embora a noite fosse clara. Os outros dois pilotos que participaram da operação — capitaes Rodolfo da Silva Sou- za e Júlio Cezar Rozemberg — disseram não ter nenhum con- tato no radar de bordo, nem visual, O tenente Francisco Hugo Freitas, chefe de controle do Centro de Operações de Brasília, que praticamente orientou todos os pilotos da FAB na caça, afirmou que em 14 anos de trabalho junto aos radares “nunca viu nada pa- recido se manifestar na tela”. Não afastou, contudo, a possi- bilidade dos “ecos'' serem fe- nômenos meteorológicos, ou mesmo a eventualidade de se- rem OVNIs. Participaram também da coletiva o coronel Sidney Azambuja, chefe do Comando de Defesa Aeroespacial Brasi- leiro e major Ney Antunes Cerqueira, chefe do Comando da Defesa Aérea. AR 25%, polyj3a

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AR. d54; ê' 351% RARE rs * BRASÍLIA AGÊNCIA ESTADO Durante mais de duas horas, dez | oficiais da FAB relataram os e ne dios por eles vividos no último quando os radares do Centro o grado de Defesa Aérea detectaram objetos voadores não-identificados Rio-São Paulo, Os cinco pilotos ca F-5 de Santa Cruz e dos Meaçe do PERDOA revelaram o que não chegaram a nenhuma con: uso PouES O MUS poderiam ant;O8, pontos luminosos vistos nos céus. á A convocação da entrevista cole- tivacomos tos, com os chefes da operação e o Centro de Defesa Aé- rea e com os ce dos rada- da Apronáutcs de repórteres trust, utica res leiros e estrangeiros. Ao final, apenas uma conclusão: os radares de terra do Centro Inte-- feios no céu, que perseguidos por a tos no que ronaves F-5 e Mirage não Co ça nem sequer a ser identificados. Se- gundo o capitão Márcio Brisolla Jor-. 0 ES. Pauto. Os pilotos não chegaram a ne conclusão saio Oficiais contam como: observaram os OVNIs. dão, de 29 anos, que decolou de San” Ho ponto Miminioso per ele visto, mtas” do pon! re mas depois de ter ad uma hora e 20 utos, e não tê-lo alcançado, pre- feriu voltar pará a base, com lena de ficar sem combustível. Seu avião sAraava: mísseis e na em que tinha.era apenas iden! car o alvo, o que, finalmente, não. pose ser feito por nenhum dos RAR! ' vidos. OUTROS ç su aa ido quarta ao seguido e um objeto voador ando fazia à. A 15 minutos quando fazia rota Belo Horizon' São Paulo. Não só os tri) Estar” mas todos os a jeto — de Doi retida “dade branca, verde e vermelha. ns Not de e ER objeto na q! que TM Curura O Po melhas, verdes é às vezes prata” na ou pç. 8

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Jornal “tadores, 'souentão as peculiaridades * árvores; entre outros. “ Nova Iorque — Os cien:..,, tistas começam a,» interessar-se pelos OVNIs... nos Estados Unidos e 600. deles assistiram a um, conferência do astrônomc James Allen Hynek sobre 0. , cados. Hynek, considerado. - uma autoridade mundial;s.,, em ovnilogia, pronunciou; sua conferência — à qual ses; seguiu um debate — na se-,, de da American Associa- tion for the Advencement of Science ( Associação: Americana para 0 Progres- so da Ciência) “AAAS”,, em Nova Iorque, FE A revista especializada. : “International UFO Repor: ter” publica uma síntese. da exposição do astrônomo: americano. Nessa ocasião. participou James Olberg: como “advogado do diabo": versus Hynek. Olberg, peclalista em informática e - técnico da NASA, é um cé“s tico em relação ao proble: tico e até mesmo hostil :ã '- questão. Por isso, disse: tação que emprego em ge: ral. Em vez de apresentar” dois ou três casos significa: tivos, para demonstrar qu “os OVNIs são um fato real, apresentarei 400 casos", Como se sabe, para a | maioria dos clenustas og OVNIs são fenômenos nã- | turais ou aparelhos cons truídos pelo homem, Toó- mando como modelos esses 400 casos, cujos dados fo- ram estudados com compu- astrônomo anali- que o fenômeno apresenta. Entre elas: aceleração» anormal de velocidade e... bruscas guinadas sem di». minuir a marcha; efeitos, que causam nos animais; efeitos eletromagnéticos; segmento de veículos. acompanhameni s mes- "” mos à baixa altura; parada . no ar; sinais físicos no solo; .. inversão de movimento; in-. .. visibilidade ao radar; velo: cidade assombrosa; deslo-' camento lento no cume das AA aS%p- 36/4% "CORREIO BRASILIENSE" de 01 Jun 86

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-Rer ear IWAN THOMAS HALASZ “Tóm a repercussão dos objetos voado- res não identificados que apareceram nos céus paulistas na noite de 19 de maio, sur- giu a necessidade óbvia de esclarecimentos: A primeira suspeita recaiu, muito ob- viamente, sobre artefatos espaciais. Os saté- lites e os ônibus espaciais que giram em órbitas inferiores a 400 km, não somente podtk' ser observados nas telas de radar, mas também podem ser vistos a olho nu quaridó iluminados pelo sol contra um céu escuro; Assim sendo, suspeitou-se se tratar da reénrrada na atmosfera, e subsequente desintegração, de um corpo espacial, even- tualihiénte de um foguete portador que devi- do ao-arrasto das partículas nas proximida- des'dã'Terra, perdeu a velocidade necessá- ria ço contrabalançar a atração gravita- cionaf. Acontece que o Goddard Space Flighr Cente?, cujos imensos computadores sub- terrâneos acompanham o movimento de to- dos-0$' corpos lançados no espaço, não di- eo informação sobre nenhuma reentra- da, ue significa que ou não houve reen- trada eu foi encoberta pelo sigilo militar. -Na ausência de pronunciamento da Goddard Space Flight Center, os radioama- dores. avançados em São Paulo, agregados na BRAMSAT, secção brasileira da The Radio Amateur Satellite Corporation AM- SAT, compilaram os fatos que podiam re- sultar em uma explicação plausível não re- lacionada com artefatos espaciais lançados pelo homem. O resumo destes fatos é como segue: Durante o mês de maio de 1986 a média “de fluxo solar em 2,8 Gigahertz, medido diariamente às 17 horas UTC em Ortawa-Canadá, era apenas de 72,4, cor- respondente a um número Zurich (conheci- do também como número de Wolf em ho- Reu A RR gi Ea JORNAL: O ESTADO -DE SÃO PAULO ,-. 19-JUN 36 menagem ao suíço que o originou) de man- chas solares de 12. Embora este número seja baixo, devido ao fato de nos encontrarmos atualmente entre o Ciclo 21 e Ciclo 22 de manchas solares dio dona entre 9 e 13 anos, com ia de 11), o que-importa, não é aparentemente o valor médio, mas a sua variação a curto prazo que provoca pertur- bações agnéricar da mesma forma que a variação do fluxo de elétrons em um condu- tor varia O campo magnético em seu redor, e induz tensões elétricas em outros condu- tores. Já aconteceu no auge do Ciclo solar 21, em novembro de 1979, que a contagem de manchas solares caiu num período de 18 dias de 383 para 154. As perturbações mag- néticas e ionizações resultaram, também da- quela vez, em boatos sobre discos voadores e outros objetos voadores não identificados. Neste ano de 1986, o primeiro sinal de irregularidades de fluxo solar foi observado .no dia 8 de fevereiro, quando perturbações na camada ionosférica E causaram efeitos aurora em quase todos os Estados Unidos, dando, simultaneamente, condições anor- mais de pro ão em frequências de VHF e UHF aos radioamadores experimenta- dores. As ações continuaram ao me- nos até o dia 12 de fevereiro, quando chega- ram a interromper a recepção, pela Nasa, dos sinais da sonda interp! ia Voya- ger-2 e, pela Amsat, do satélite amador OSCAR-10. - Agora, em maio, a perturbação foi mais intensa, com consequências mais visí- veis e até danos físicos em ao menos um satélite. O que houve foi um aumento de três vezes no número de manchas solares num período de cinco dias. Conforme infor- mações fornecidas pelo National Bureau of Standards, dos Estados Unidos, transmiti- o ; º o * OsOvnis de 19 de Maio das em boletins através de suas estações WWV, WWVH, WWVB e WWVL, e grava- das em São Paulo, o número Zurich de manchas solares aumentou entre os dias 15 e 20 de maio p.p. de sete para 21 (este número não é contagem direta, mas é pro- porcional à soma do número de manchas com dez vezes o número de grupos de man- chas). No sábado, 17/05, danificou-se o com- putador a bordo do satélite amador OS- CAR-10, que desde então não mais obedece aos comandos enviados pelas estações ras- treadoras situadas na Nova Zelândia, no Canadá e na Alemanha Ocidental. Nos quase três anos que decorreram desde seu lançamento em 16 de junho de 1983, o satélite OSCAR-10 percorreu, até sua dani- ficação, exatamente 2.202 órbitas, e passou todas as vezes pelo seu perigeu localizado no cinturão Van Allen sem que tivesse sofri- do qualquer avaria em seu computador de bordo. Os cientistas norte-americanos têm como certo que, no dia 17 de maio, as bruscas variações do fluxo solar, através da ionização, tempestades magnéticas e espe- cialmente forte radiação cósmica no cintu- rão Van Allen fizeram ultrapasar o limite de Fentncia do computador a bordo do saté- te. Na segunda-feira, 19/05, rompeu-se a camada ionizada que encobre a Terra em forma de esfera, fazendo com que os sinais de telemetria da estação orbital soviética: Salyut-7, nas frequências de 19953 e 19954 Khz chegassem a São Paulo com intensida- de extremamente forte, devido à falta de atenuação pela camada ionizada e, ao mes- mo tempo, interromperam-sg as comunica- ção terrenas entre radiaomadores nas ban- das de 10, 15 e 20 metros, a distâncias que dependem de reflexão pela camada ionosfé- rica, O que é ionização? Por definição, a W ionização é o desdobramento de moléculas em dois ou mais átomos eletricamente car- regados, por exemplo, na ionosfera, pela colisão provocada por bombardeamento por altas energias. Quando os elétrons estão misturados com os íons positivos em nú | ros aproximadamente iguais entre si, eles formam um plasma altamente condutivo | capaz de refletir até ondas decimétricas co- mo se fossem objetos metálicos. Estes volu- mes de plasma podem ser detectados nas telas dos radares. Quanto à possibilidade de deslocamen- to rápido da ionização da massa, posso dar um exemplo de experiência própria, ocorri- da durante o já citado auge solar 21, em VHF, na faixa de 50 MHz onde o fenômeno | mais pode ser observado. Utilizando baixis- | sima potência, falei como se fosse local, no dia 20 de novembro de 1980, às 0000 UTC com estação EL2FY de Monrovia, África, às 0005 UTC com a estação VS6BE, de Hongcong, às 0019 UTC com a estação LU9ÃEA da Argentina e às 0023 UTC com a estação CE3DZ do Chile, tudo isto em menos de 25 minutos. Na noite seguinte, às 2347 UTC com a LU9MA da Argentina, às 2358 UTC com a VP2VGR das Ilhas Lee- ward & Windward, no Caribe, à 0002 UTC com a PJ2DEW de Curaçao e às 0020 UTC com WH6ADA do Haway, tudo em menos de 35 minutos. Quando a ionização se des- locou, abriu-se a propagação para uma área | e fechou-se para todas as outras. Simultaneamente com a reflexão de ondas radioelétricas, as massas ionizadas podem emitir luz pelo efeito conhecido co- mo efeito aurora, ter dado aos pilotos, na noite clara de segunda-feira, 19/05, a impressão de objetos verdadeiros. Para terminar, alguns esclarecimentos sobre a Bramsat. Trata-se de uma agremia- ção avançada de radioamadores brasileiros, com sede em São Paulo, presidida pelo ra- dioamador PY2BJO Engº Junior Torres de Castro. Ela goza de elevado prestígio entre os cientistas ligados à Nasa, por ter presta- do relevantes serviços à comunidade espa- cial, como ficou evidente durante a visita, a São Paulo, do cientista da Nasa e ex- presidente da Amsat, Thomas A. Clark, radivamador W3I'WI, que, além de ser PhD, é uma das maiores autoridades mundiais em radioastronomia. interessante mencionar que a Bram- sat que procura manter-se junto à ponta da tecnologia espacial através de suas relações com a Nasa e com a Amsat, e que mantém uma estação terrena de baixo ruído a 30 Km de São Paulo, também proporciona, gratuitamente, assessoramento espacial à indústria nacional de receptores de satélites, tendo já colaborado com a Zirok, durante o Aaconvalvimento da antena parabólica e do *rfr digo

Fonte: Arquivo Nacional, fundo Objeto Voador Não Identificado (SIAN) — código de referência BR DFANBSB ARX.0.0.257.